Vírus sincicial respiratório
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Este artigo objetiva discorrer sobre o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Sabe-se que o VSR é uma das principais causas das infecções respiratórias em qualquer idade, representando a causa mais frequente das infecções graves do trato para as crianças com menos de 4 anos. Também é responsável por graves problemas em idosos e imunodeprimidos, com taxas de mortalidade elevadas.
Acredita-se que as pneumonias e as bronquiolites sejam as duas afecções mais graves em crianças com idade compreendida entre 2 e 6 meses. Estas infecções apresentam menor gravidade em crianças mais velhas e adultos, limitando-se à emissão de secreções nasais e a corrimentos semelhantes a uma constipação.
Estudos demonstram a cada ano, um grande número de infecções pelo VSR em crianças, podendo chegar à proporção de 50% (NASCIMENTO ET AL., 1991); são responsáveis por 70% das bronquiolites, causando entre 80 000 e 125 000 hospitalizações nos EUA de recém-nascidos e de crianças que sofrem de asma e de problemas pulmonares ou cardíacos (JAMJOOM et al., 1993). Também, a bronquiolite causada pelo VSR, quando contraída no primeiro ano de vida, constitui-se um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da asma (WEBER; MULHOLLAND, 1998).
Este estudo se faz relevante pois o VSR é uma doença altamente contagiosa por contato com as secreções respiratórias. É também uma infecção nosocomial comum cuja prevalência aumenta na altura das concentrações de população. Segundo Vieira et al. (2001), o VSR tanto atinge o trato respiratório superior como o inferior, mas as pneumonias e bronquiolites são as duas afecções prevalecentes do trato inferior. A bronquiolite diagnostica-se pela tosse, sibilos respiratórios, início de dispneia, aumento da velocidade de respiração até 40 respirações por minuto e descoloração azulada da pele à volta da boca. Os sintomas de pneumonia comuns são a dificuldade respiratória e crepitações na auscultação.
Procedemos aqui a uma revisão literária acerca da etiologia, sintomas, diagnóstico e tratamento do VSR.
Acredita-se que as pneumonias e as bronquiolites sejam as duas afecções mais graves em crianças com idade compreendida entre 2 e 6 meses. Estas infecções apresentam menor gravidade em crianças mais velhas e adultos, limitando-se à emissão de secreções nasais e a corrimentos semelhantes a uma constipação.
Estudos demonstram a cada ano, um grande número de infecções pelo VSR em crianças, podendo chegar à proporção de 50% (NASCIMENTO ET AL., 1991); são responsáveis por 70% das bronquiolites, causando entre 80 000 e 125 000 hospitalizações nos EUA de recém-nascidos e de crianças que sofrem de asma e de problemas pulmonares ou cardíacos (JAMJOOM et al., 1993). Também, a bronquiolite causada pelo VSR, quando contraída no primeiro ano de vida, constitui-se um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da asma (WEBER; MULHOLLAND, 1998).
Este estudo se faz relevante pois o VSR é uma doença altamente contagiosa por contato com as secreções respiratórias. É também uma infecção nosocomial comum cuja prevalência aumenta na altura das concentrações de população. Segundo Vieira et al. (2001), o VSR tanto atinge o trato respiratório superior como o inferior, mas as pneumonias e bronquiolites são as duas afecções prevalecentes do trato inferior. A bronquiolite diagnostica-se pela tosse, sibilos respiratórios, início de dispneia, aumento da velocidade de respiração até 40 respirações por minuto e descoloração azulada da pele à volta da boca. Os sintomas de pneumonia comuns são a dificuldade respiratória e crepitações na auscultação.
Procedemos aqui a uma revisão literária acerca da etiologia, sintomas, diagnóstico e tratamento do VSR.

