Uma reflexão sobre a depressão e as suas principais causas na abordagem cognitiva comportamental
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O presente artigo aborda o desenvolvimento de uma pesquisa sobre a depressão e as suas principais causas. Tem como objetivo, obter informações através dos conceitos teóricos baseados na terapia cognitiva comportamental, a fim de promover uma reflexão, buscando esclarecimentos nos fenômenos da depressão. A depressão é considerada um das dez principais causas de incapacitação no mundo limitando o funcionamento físico, pessoal e social. As principais causas atribuídas são de natureza psicossocial, principalmente de eventos na vida da pessoa. Nesse sentido justifica-se o interesse em realizar esta pesquisa. A metodologia utilizada é baseada em uma pesquisa bibliográfica com fundamentação teórica na psicologia comportamental cognitiva. Trazendo os seguintes autores: Rangé, Licinio, Barlow, Beck, Bueno João1.
A depressão é uma síndrome que traz grande sofrimento na esfera pessoal e familiar, com prejuízo ao desempenho social e ocupacional a quem é acometido por ela. Segundo a organização mundial da saúde, a doença atinge cerca de 121 milhões de pessoas no planeta. Desse total apenas 25% recebem tratamento adequado. A dificuldade é justamente diagnosticar o problema que é subjetivo. Muitas abordagens foram aplicadas no tratamento da depressão.
A terapia cognitiva comportamental compreende este transtorno como sendo um padrão negativo, é causado por uma falha no pensamento cognitivo das informações, chamado de distorção cognitiva que são formados com base nas experiências que o indivíduo tem de seu ambiente construindo suposições gerais incorretas em relação a si e ao mundo gerando desta forma pensamentos disfuncionais que conduzem sentimentos e ações desaptativas, ao meio interno e externo. No intuito de promover uma reflexão acerca desta "doença", que atinge milhares de pessoas a cada ano em todo o mundo.
A terapia comportamental cognitiva foi desenvolvida por Beck no inicio da década de 60. Beck desenvolveu estudos sobre a depressão, nos quais teve sua atenção mais pelas características negativas do pensamento depressivo. Aos poucos, foi estruturando um modelo cognitivo da depressão. Conclui-se que, independentemente das suas causas, a depressão poderia ser definida como sendo uma distorção do pensamento consciente, em que os sintomas do paciente ocorreriam devido ao processo cognitivo geralmente pessimista.
Este momento final da pesquisa, longe de representar uma conclusão fechada e definitiva sobre a depressão, significa mais um caminho trilhado, uma construção e um compartilhar de reflexões que possibilitam novas leituras e outras compreensões sobre a depressão em que o psicólogo considera um campo de aprendizagem e busca embasamentos em uma contínua formação, através dos conhecimentos adquiridos.
A depressão é uma síndrome que traz grande sofrimento na esfera pessoal e familiar, com prejuízo ao desempenho social e ocupacional a quem é acometido por ela. Segundo a organização mundial da saúde, a doença atinge cerca de 121 milhões de pessoas no planeta. Desse total apenas 25% recebem tratamento adequado. A dificuldade é justamente diagnosticar o problema que é subjetivo. Muitas abordagens foram aplicadas no tratamento da depressão.
A terapia cognitiva comportamental compreende este transtorno como sendo um padrão negativo, é causado por uma falha no pensamento cognitivo das informações, chamado de distorção cognitiva que são formados com base nas experiências que o indivíduo tem de seu ambiente construindo suposições gerais incorretas em relação a si e ao mundo gerando desta forma pensamentos disfuncionais que conduzem sentimentos e ações desaptativas, ao meio interno e externo. No intuito de promover uma reflexão acerca desta "doença", que atinge milhares de pessoas a cada ano em todo o mundo.
A terapia comportamental cognitiva foi desenvolvida por Beck no inicio da década de 60. Beck desenvolveu estudos sobre a depressão, nos quais teve sua atenção mais pelas características negativas do pensamento depressivo. Aos poucos, foi estruturando um modelo cognitivo da depressão. Conclui-se que, independentemente das suas causas, a depressão poderia ser definida como sendo uma distorção do pensamento consciente, em que os sintomas do paciente ocorreriam devido ao processo cognitivo geralmente pessimista.
Este momento final da pesquisa, longe de representar uma conclusão fechada e definitiva sobre a depressão, significa mais um caminho trilhado, uma construção e um compartilhar de reflexões que possibilitam novas leituras e outras compreensões sobre a depressão em que o psicólogo considera um campo de aprendizagem e busca embasamentos em uma contínua formação, através dos conhecimentos adquiridos.

