Trabalho de introdução explicativa do modelo da janela de Jahori - conceito e iniciação teórica sobre o tema
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01. INTRODUÇÃO.
A Janela de Johari é um modelo conceitual para uma abordagem intima do relacionamento interpessoal. Com as vertentes dos quatro quadrantes de uma janela se pode observar como as pessoas se correlacionam coletivamente.
A dinâmica de um relacionamento pretenso, fazendo com que esses quadrantes se movam, (crescendo e reduzindo), especialmente, depois da vazão fomentada de estímulos (feedback) que recebemos ao nos relacionarmos coletivamente.
Esta janela deve ser compreendida da seguinte forma:
É um processo de ajuda para mudança de comportamento. É a comunicação a uma pessoa ou grupo, no sentido de fornecer-lhes informações sobre como a sua atuação e/ou comportamento está afetando as outras pessoas. 1
A Janela de Johari segundo Oliveira, Bachion e Carvalho (1996) parte do insumo introdutório a seguir: "O homem, desde o seu nascimento, utiliza o processo de comunicação para se fazer entendido quanto às suas necessidades. O processo se dá através da emissão de signos padronizados que são codificados pelo outro, permitindo compreensão mútua. A mente humana apresenta a capacidade de evoluir no emprego dos signos, os quais passam a ter certos conteúdos de informações, de idéias, pensamentos, intenções, desejos e conhecimentos".
A comunicação explicitada e necessária pela proatividade da Janela de Johari inicia-se do mote que ela se constitui em um processo pelo qual, as pessoas tentam expressar e exteriorizar seus "paradigmas": o que pensam e o que sentem para outros, como também receber reciprocamente.
A Janela de Johari pode ser esquematizada pela figura 01:
Figura 01. Simbolização da Figura de Johari.
A Janela de Johari vem sendo estudada e aplicada na relação interpessoal muito mais em grupos maiores do que em grupos de duas pessoas. Para este trabalho, propôs-se aplicá-la numa relação interpessoal em nível de duas pessoas e procurou-se analisar como esse processo se efetiva de fato. Para tanto categorizou-se a comunicação, a partir dos pressupostos teóricos estabelecidos para o emprego desse referencial. (Oliveira, Bachion e Carvalho, 1996: 02).
Em principios de conceito de Fritzen (1992) a comunicação abrange um contexto de feedback indagável ao que se evidencia como predomínio de dar e receber informações de uma nova área, desconhecida inicialmente, com seu potencial inexplorado, criatividade reprimida e psicodinâmica pessoal preponderante em voga.
Littlejohn (1978) aponta que todos os catedráticos que inferem injunção à adoção da Janela de Johari pertencem logicamente e primevamente a substancialidade da Escola Humanista da Psicologia Aplicada e Avançada.
Ao se apresentar nitidamente a Janela de Johari como um arquétipo da interação integral humana, se procura desenvolver formas de uma melhor comunicação, ou melhor, aprimorar o processo binominal da revelação versus interpretação.
02. Modelo Teórico da Janela de Johari.
Fritzen (1992) divide esta janela representativa dentro de áreas ou quadrantes através de colunas: verticais ou em posicionamento de barras horizontais.
Sendo que essas colunas podem ser explicadas do seguinte modo:
COLUNA VERTICAL:
a primeira coluna contém aquilo que sabemos ao nosso respeito.
a segunda coluna contém aquilo que não sabemos a nosso respeito.
COLUNA HORIZONTAL (BARRAS):
A primeira barra contém o que os outros conhecem ao nosso respeito.
A segunda barra contém aquilo que os outros desconhecem ao nosso respeito.
Ou melhor representado dentro da figura 02, que comumente representa cada dado desta pequena listagem:
Fonte: HERSEY, P.; BLANCHARD, K.H..Psicologia para administradores. São Paulo, EPU, 1986. p.296.
Figura 02. As colunas e barras da Janela de Johari - adição de visão.
As duas colunas representam o eu e as duas barras representam o coletivo como um meio de dar convencionalidade aos dois segmentos transcritos do individual-agrupado.
Essas colunas ou barras não são fixas, elas podem ser deslocadas e assim apresentar formas distintas entre os quadros apresentados e elementarizados desse quadrante (Dentro do quadrado apresentado), segundo certo grau de feedback que pode ocorrer durante o transcurso do processo comunicativo.
Essas figuras formadas simbolizam realçadamente nas premissas de Littlejohn (1978), o posicionamento linear ou não de uma pessoa em relação consorte com outra, e, este modelo perceptível, no qual ela se encontra introduzida e podendo estar diretamente interligada em um nível de consciência, de compreensão ou revelação de pretenso perfil.
Moscovici (1995) amplifica que desta forma todas as regiões configuradas no sublinhe do modelo da Janela de Johari, somente representam áreas fundamentais da personalidade humana e assim é o melhor meio de se ilustrar gradualmente as relações de caráter ultrapamente intrapessoais e assim maximizar os tópicos interpessoais da personalidade humana, aliada aos processos de intercambio em grupo.
Para se entender mais otimizadamente o funcionamento lógico-racional da janela poderíamos aprazer a visão exemplar de Carmo e Pereira (1998), que nos fazem interpretar que:
Numa relação recente, quando dois interlocutores (duas janelas), iniciam o seu primeiro contacto, a interacção apresenta áreas livres muito reduzidas, áreas cegas relativamente grandes, áreas secretas igualmente extensas e obviamente áreas inconscientes intactas. 2
Se formos mais além, iremos que notar que o primeiro quadro é apresentado com as seguintes nomenclaturas chave de: ABERTO, ARENA ou ÁREA LIVRE.
Neste âmbito segmental são encontradas e identificadas todas as experiências e os dados reconhecidos pela própria pessoa ou por outrens.
Alargamos em fronte a Fritzen (1992) que denominadamente esta parte "geográfica" da extensão do tópico tratado em início prediz que esta é: "uma área que se caracteriza pela troca livre e aberta de informações entre o eu e os outros".
Senge (1990) em seu estudo interpela que a partir de somente o estudo da primeira segmentação desta janela conceitual que: "O mais interessante porém, foi descobrir que, com treinamento adequado, eu poderia conhecer muito melhor meus modelos mentais e seu modo de ação."
O comportamento nesse cas "Toda conscientização traz em si as possibilidades de mudança, através da nova percepção da realidade externa ou interna. Se a percepção se modifica, vários outros planos do processo psicológico também se modificam levando o indivíduo não apenas a ver diferente, mas a sentir e pensar de forma diferente e, conseqüentemente, a agir de outra maneira.".(Moscovici, 1975: 63).
(2) Assertiva aplicada para fundamentos de elucidação maior ao exposto de uma relação direta entre o individual e coletiva.
A Janela de Johari é um modelo conceitual para uma abordagem intima do relacionamento interpessoal. Com as vertentes dos quatro quadrantes de uma janela se pode observar como as pessoas se correlacionam coletivamente.
A dinâmica de um relacionamento pretenso, fazendo com que esses quadrantes se movam, (crescendo e reduzindo), especialmente, depois da vazão fomentada de estímulos (feedback) que recebemos ao nos relacionarmos coletivamente.
Esta janela deve ser compreendida da seguinte forma:
É um processo de ajuda para mudança de comportamento. É a comunicação a uma pessoa ou grupo, no sentido de fornecer-lhes informações sobre como a sua atuação e/ou comportamento está afetando as outras pessoas. 1
A Janela de Johari segundo Oliveira, Bachion e Carvalho (1996) parte do insumo introdutório a seguir: "O homem, desde o seu nascimento, utiliza o processo de comunicação para se fazer entendido quanto às suas necessidades. O processo se dá através da emissão de signos padronizados que são codificados pelo outro, permitindo compreensão mútua. A mente humana apresenta a capacidade de evoluir no emprego dos signos, os quais passam a ter certos conteúdos de informações, de idéias, pensamentos, intenções, desejos e conhecimentos".
A comunicação explicitada e necessária pela proatividade da Janela de Johari inicia-se do mote que ela se constitui em um processo pelo qual, as pessoas tentam expressar e exteriorizar seus "paradigmas": o que pensam e o que sentem para outros, como também receber reciprocamente.
A Janela de Johari pode ser esquematizada pela figura 01:
Figura 01. Simbolização da Figura de Johari.
A Janela de Johari vem sendo estudada e aplicada na relação interpessoal muito mais em grupos maiores do que em grupos de duas pessoas. Para este trabalho, propôs-se aplicá-la numa relação interpessoal em nível de duas pessoas e procurou-se analisar como esse processo se efetiva de fato. Para tanto categorizou-se a comunicação, a partir dos pressupostos teóricos estabelecidos para o emprego desse referencial. (Oliveira, Bachion e Carvalho, 1996: 02).
Em principios de conceito de Fritzen (1992) a comunicação abrange um contexto de feedback indagável ao que se evidencia como predomínio de dar e receber informações de uma nova área, desconhecida inicialmente, com seu potencial inexplorado, criatividade reprimida e psicodinâmica pessoal preponderante em voga.
Littlejohn (1978) aponta que todos os catedráticos que inferem injunção à adoção da Janela de Johari pertencem logicamente e primevamente a substancialidade da Escola Humanista da Psicologia Aplicada e Avançada.
Ao se apresentar nitidamente a Janela de Johari como um arquétipo da interação integral humana, se procura desenvolver formas de uma melhor comunicação, ou melhor, aprimorar o processo binominal da revelação versus interpretação.
02. Modelo Teórico da Janela de Johari.
Fritzen (1992) divide esta janela representativa dentro de áreas ou quadrantes através de colunas: verticais ou em posicionamento de barras horizontais.
Sendo que essas colunas podem ser explicadas do seguinte modo:
COLUNA VERTICAL:
a primeira coluna contém aquilo que sabemos ao nosso respeito.
a segunda coluna contém aquilo que não sabemos a nosso respeito.
COLUNA HORIZONTAL (BARRAS):
A primeira barra contém o que os outros conhecem ao nosso respeito.
A segunda barra contém aquilo que os outros desconhecem ao nosso respeito.
Ou melhor representado dentro da figura 02, que comumente representa cada dado desta pequena listagem:
Fonte: HERSEY, P.; BLANCHARD, K.H..Psicologia para administradores. São Paulo, EPU, 1986. p.296.
Figura 02. As colunas e barras da Janela de Johari - adição de visão.
As duas colunas representam o eu e as duas barras representam o coletivo como um meio de dar convencionalidade aos dois segmentos transcritos do individual-agrupado.
Essas colunas ou barras não são fixas, elas podem ser deslocadas e assim apresentar formas distintas entre os quadros apresentados e elementarizados desse quadrante (Dentro do quadrado apresentado), segundo certo grau de feedback que pode ocorrer durante o transcurso do processo comunicativo.
Essas figuras formadas simbolizam realçadamente nas premissas de Littlejohn (1978), o posicionamento linear ou não de uma pessoa em relação consorte com outra, e, este modelo perceptível, no qual ela se encontra introduzida e podendo estar diretamente interligada em um nível de consciência, de compreensão ou revelação de pretenso perfil.
Moscovici (1995) amplifica que desta forma todas as regiões configuradas no sublinhe do modelo da Janela de Johari, somente representam áreas fundamentais da personalidade humana e assim é o melhor meio de se ilustrar gradualmente as relações de caráter ultrapamente intrapessoais e assim maximizar os tópicos interpessoais da personalidade humana, aliada aos processos de intercambio em grupo.
Para se entender mais otimizadamente o funcionamento lógico-racional da janela poderíamos aprazer a visão exemplar de Carmo e Pereira (1998), que nos fazem interpretar que:
Numa relação recente, quando dois interlocutores (duas janelas), iniciam o seu primeiro contacto, a interacção apresenta áreas livres muito reduzidas, áreas cegas relativamente grandes, áreas secretas igualmente extensas e obviamente áreas inconscientes intactas. 2
Se formos mais além, iremos que notar que o primeiro quadro é apresentado com as seguintes nomenclaturas chave de: ABERTO, ARENA ou ÁREA LIVRE.
Neste âmbito segmental são encontradas e identificadas todas as experiências e os dados reconhecidos pela própria pessoa ou por outrens.
Alargamos em fronte a Fritzen (1992) que denominadamente esta parte "geográfica" da extensão do tópico tratado em início prediz que esta é: "uma área que se caracteriza pela troca livre e aberta de informações entre o eu e os outros".
Senge (1990) em seu estudo interpela que a partir de somente o estudo da primeira segmentação desta janela conceitual que: "O mais interessante porém, foi descobrir que, com treinamento adequado, eu poderia conhecer muito melhor meus modelos mentais e seu modo de ação."
O comportamento nesse cas "Toda conscientização traz em si as possibilidades de mudança, através da nova percepção da realidade externa ou interna. Se a percepção se modifica, vários outros planos do processo psicológico também se modificam levando o indivíduo não apenas a ver diferente, mas a sentir e pensar de forma diferente e, conseqüentemente, a agir de outra maneira.".(Moscovici, 1975: 63).
(2) Assertiva aplicada para fundamentos de elucidação maior ao exposto de uma relação direta entre o individual e coletiva.

