Trabalho baseado no livro "O mundo como vontade e representação" do autor Artur Schopeenhauer
 
 
extension 14 páginas word
Trabalhos em português
 
trabalho publicado dia 07/12/2008
 
ainda não avaliado
nível : expert
consultado 11 vezes
 
 
section Resumo
 
 
Este trabalho baseia-se em dados extraídos do livro de Artur Schopenhauer, "O mundo como vontade e representação", 3ª parte (1819).
Schopenhauer caracterizou sua obra por seu acentuado pessimismo e sua doutrina metafísica da vontade, sendo a sua obra reconhecida apenas quando em idade avançada.
A preocupação com a arte é marca registrada em sua filosofia.
"Este trabalho é dedicado para todos aqueles que contemplam a luz fora da caverna, de uma forma hermenêutica
Para Schopenhauer, o conhecimento se revela de modo intuitivo a partir das idéias, e a razão que é objetivada pela vontade as conceitua para tornar possível ao sujeito; a partir dos conceitos conhecerem o fenômeno (objeto) como representação, máscara da vontade-em-si, objetivação desta vontade metafísica primordial escondida atrás de representações, sem objetivo e irracional, causa dos sofrimentos do homem e alheio à razão.
O corpo humano é apenas objetivação da vontade, como aparece exteriormente na forma de representação, e as tendências como no comportamento instintivo irracional de um animal manifestam a representação da vontade.
O ponto de partida do pensamento de Schopenhauer encontra-se na filosofia Kantiana. Sobre a coisa-em-si, os fenômenos e todas as distinções feitas por Kant nas categorias do entendimento, Schopenhauer concluiu que o mundo é apenas representação entendida pelo homem, primeiro como síntese entre o objetivo e o subjetivo, entre a realidade exterior e a consciência humana.2
Em sua obra, Schopenhauer explicita que a existência deste mundo depende apenas exclusivamente da consciência em que aparece.
O mundo como representação, constituindo objetivação da vontade têm duas metades essenciais, necessárias e inseparáveis. Uma é o objeto, e suas formas são o espaço e o tempo, explicando a pluralidade.
A outra metade é o sujeito, não se encontrando no tempo e no espaço, porque o tempo e o espaço existem inteira e indivisa dentro de todo ser que percebe: daí resulta que só o sujeito junto ao objeto completa o mundo como representação (refere-se ao homem), assim como todos os homens. Mas se este ser (homem) desaparece, o mundo como representação não existe mais, existindo apenas o mundo como vontade, sem representações.
Se o sujeito enquanto consciência desaparece, o mundo, manifestação da vontade enquanto representação desaparece, pois a representação pressupõe uma consciência objetivada pela vontade essencial. Daí resulta que a percepção do fenômeno da representação é uma impressão humana, é o sujeito que assim percebe o mundo, a representação como forma alegórica da vontade em si mesma.
 
 
section Últimas novidades na categoria cultura geral/filosofia
 
 
 
section Trabalhos do mesmo autor
 
send