Sinais vitais (SSVV): temperatura & pulso
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São aqueles que evidenciam as alterações da função corporal e geralmente se retratam na temperatura corporal, seja no pulso, no nível respiratório e na pressão sanguínea.
Quando evidenciam valor fora do normal, significa que o paciente precisa ser observado para que seja demonstrada a relação entre causa e efeito.
O equilíbrio entre a produção e a perda de calor deve-se ao controle do hipotálamo quando há necessidade de perda de calor, impulsos nervosos provocam vaso dilatação periférica com o aumento do fluxo sanguíneo na superfície corporal e estimulação das glândulas sudoríparas, promovendo a saída do calor. Quando há necessidade de retenção de calor, ocorre a vaso constrição periférica, diminuindo o fluxo de sangue circulante local e então teremos menor quantidade de calor perdida na superfície corpórea.
É realizada utilizando-se um instrumento denominado termômetro, constituído de bulbo e pedúnculo. No bulbo existe uma substância química termossensível denominada mercúrio, que se dilata sob ação do calor. Conforme essa temperatura aumenta, o mercúrio sofre maior ou menor dilatação e sobe pelo interior do pedúnculo que possui uma graduação em valores Centígrados (C) ou Fahrenheit(F).
O Termômetro deve ser colocado em local onde existam rede vascular intensa ou grandes vasos sanguíneos, e mantido por tempo suficiente para correta leitura da temperatura.
Nesse seminário abordamos dois procedimentos básicos para aferição de sinais vitais, com isso esclarecemos duvidas quanto a esse assunto.
Lembrando que tal procedimento não se limita apenas a equipe técnica de enfermagem mas é de responsabilidade de toda a equipe multidisciplinar de saúde, seja em realizar as técnicas ou ter uma noção quanto a técnica correta e os valores normais e anormais após a aferição.

