Segredos da motivação
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- Motivação no trabalho
- A globalização nas organizações
- Proposições sobre as principais teorias da motivação
- Motivação e liderança
- Sugestões motivacionais
- A motivação na empresa como uma questão pessoal e institucional
Motivação envolve sentimentos de realização e de reconhecimento profissional, manifestado por meio de exercícios das tarefas e atividades que oferecem suficiente desafio e significado para o trabalho (Lopes, 1980, p.23 ; Ribeiro, 1994, p.32).
É o objetivo que se imagina possuído pelos outros e que em geral contamos encontrar em alguma meta imediata e notória, como ambição de dinheiro, desejo de segurança ou esforço para ter prestígio. No entanto, as metas pelas quais as pessoas parecem lutar, ao serem analisadas, freqüentemente são apenas meios de alcançar uma outra meta mais fundamental. Sendo assim, a riqueza, a segurança, a posição elevada e todas as demais metas, que supomos ser a "causa" do comportamento humano, não passam de instrumentos de que se serve o indivíduo para atingir seu verdadeiro objetivo, que é ter personalidade própria (Boss, 1997, p.30).
Segundo Aquino (1970) se há uma característica humana generalizada, deve ser o hábito de todos procurarem, de maneira desajeitada e imperfeita, seguir o conselho que Polonius deu ao filho: "Acima de tudo sejas honesto contigo mesmo".
Durante muito tempo, pensou-se que os objetivos motivacionais fossem genéricos, como mostram seus principais estudiosos, Maslow, McGregor e até mesmo Herzberg. Ora acreditava-se que as pessoas buscavam seqüencialmente determinados objetivos - isto é, tão logo tivessem atingido alguns deles, partiriam necessariamente à busca de outros, também já previsíveis - ora descobria-se que há objetivos que não são propriamente perseguidos, mas são condições que asseguram a insatisfação das pessoas num grau de desconforto mínimo, e que outros são realmente perseguidos e, quando encontrados, de fato trazem muita satisfação ao indivíduo. Herzberg denominou-os, respectivamente, fatores higiênicos e motivacionais (Bergamini, 1997, p. 45).
Não se pretende discutir nenhuma dessas teorias em particular, mas tentar um novo enfoque, mais em termos de como se passa a psicodinâmica interna motivacional, do que em termos de levantar os tipos de objetivos perseguidos pelas pessoas (Chiavenato, 1991, p. 33).
Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas , o seu comportamento tanto no trabalho - quanto em qualquer lugar - muitas vezes é influenciado por fatores considerados motivacionais. Portanto esta monografia tende a mostrar os estímulos à motivação para influenciar no comportamento do funcionário dentro da organização e as causas que levam o funcionário feliz, satisfeito e integrado no ambiente a se tornar improdutivo.
É o objetivo que se imagina possuído pelos outros e que em geral contamos encontrar em alguma meta imediata e notória, como ambição de dinheiro, desejo de segurança ou esforço para ter prestígio. No entanto, as metas pelas quais as pessoas parecem lutar, ao serem analisadas, freqüentemente são apenas meios de alcançar uma outra meta mais fundamental. Sendo assim, a riqueza, a segurança, a posição elevada e todas as demais metas, que supomos ser a "causa" do comportamento humano, não passam de instrumentos de que se serve o indivíduo para atingir seu verdadeiro objetivo, que é ter personalidade própria (Boss, 1997, p.30).
Segundo Aquino (1970) se há uma característica humana generalizada, deve ser o hábito de todos procurarem, de maneira desajeitada e imperfeita, seguir o conselho que Polonius deu ao filho: "Acima de tudo sejas honesto contigo mesmo".
Durante muito tempo, pensou-se que os objetivos motivacionais fossem genéricos, como mostram seus principais estudiosos, Maslow, McGregor e até mesmo Herzberg. Ora acreditava-se que as pessoas buscavam seqüencialmente determinados objetivos - isto é, tão logo tivessem atingido alguns deles, partiriam necessariamente à busca de outros, também já previsíveis - ora descobria-se que há objetivos que não são propriamente perseguidos, mas são condições que asseguram a insatisfação das pessoas num grau de desconforto mínimo, e que outros são realmente perseguidos e, quando encontrados, de fato trazem muita satisfação ao indivíduo. Herzberg denominou-os, respectivamente, fatores higiênicos e motivacionais (Bergamini, 1997, p. 45).
Não se pretende discutir nenhuma dessas teorias em particular, mas tentar um novo enfoque, mais em termos de como se passa a psicodinâmica interna motivacional, do que em termos de levantar os tipos de objetivos perseguidos pelas pessoas (Chiavenato, 1991, p. 33).
Considerando que o ser humano é formado por características de personalidade únicas e complexas , o seu comportamento tanto no trabalho - quanto em qualquer lugar - muitas vezes é influenciado por fatores considerados motivacionais. Portanto esta monografia tende a mostrar os estímulos à motivação para influenciar no comportamento do funcionário dentro da organização e as causas que levam o funcionário feliz, satisfeito e integrado no ambiente a se tornar improdutivo.

