Saúde mental no trabalho
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- Saúde mental no trabalho
- Conclusão
Segundo Djeours (1994, p. 46), certos enfoques teórico-clínicos no domínio da saúde mental tomam por empréstimo, não obstante, um modelo exatamente calcado sobre aquele da toxicologia industrial: teoria neuroendócrina do stress, teoria neurofisiológica de Pavlov, teoria neuropsicológica do Behaviorismo.
Outras abordagens, como a psiquiatria biológica, a psicopatologia fenomenológica e a psicanálise, ao contrário, não atribuem ao meio ambiente senão uma função de fator desencadeante ou de reveladores em face de síndromes ou doenças, cujas origens não são mais imputadas ao trabalho, mas a certas condições de possibilidades que estão relacionadas a fraquezas inerentes ao sujeito e preexistentes ao aparecimento da doença.
Se bem que mais sedutoras, estas últimas concepções não chegam a transpor esta barreira do solipsismo, nem mesmo a psicanálise que privilegia constantemente a relação intersubjetiva, pois, se sua investigação é centrada na relação Sujeito-Objeto, ela fica limitada por uma intersubjetividade estritamente dual, aquém do coletivo e do privado.
Outras abordagens, como a psiquiatria biológica, a psicopatologia fenomenológica e a psicanálise, ao contrário, não atribuem ao meio ambiente senão uma função de fator desencadeante ou de reveladores em face de síndromes ou doenças, cujas origens não são mais imputadas ao trabalho, mas a certas condições de possibilidades que estão relacionadas a fraquezas inerentes ao sujeito e preexistentes ao aparecimento da doença.
Se bem que mais sedutoras, estas últimas concepções não chegam a transpor esta barreira do solipsismo, nem mesmo a psicanálise que privilegia constantemente a relação intersubjetiva, pois, se sua investigação é centrada na relação Sujeito-Objeto, ela fica limitada por uma intersubjetividade estritamente dual, aquém do coletivo e do privado.

