Reforma agrária
ainda não avaliado
nível : expert
consultado 211 vezes
- Introdução
- Conceito
- Fundamentos e métodos da reforma agrária segundo o estatuto da terra
- Características
- O sistema econômico
- Democratizaçõa da terra e dos meios de produção
- A organização da produção
- Uma nova política agrícola
- A industrialização do interior do país
- Um novo modelo tecnológico
- O desenvolvimento social
- Obejtivos
- Beneficiários
- Conclusão
- Referências
A Questão Agrária ou mais especificamente a questão da Reforma Agrária nunca esteve tanto em debate e na geração de conflitos sociais como ocorre hoje no cenário nacional. E uma coisa é certa : este fato ocorre devido ao surgimento e ao ressurgimento dos movimentos sociais no campo brasileiro e, conseqüentemente, da organização da luta pela terra.
Os movimentos sociais guardam para si uma característica inerente à história da sociedade contemporânea: a busca pelo novo, pelo adverso e a luta pela transformação da realidade expropriadora e exploradora de grande parte das sociedades, já que a mundialização nos traz a internacionalização da exploração e opressão capitalista. Então, um movimento social pode ser definido como um conjunto de pessoas em luta por melhores condições de sobrevivência, pessoas estas que adquirem uma consciência relativamente coletiva no processo de construção da contestação e da luta, alavancada por um potencial de rebeldia desenvolvida no tempo da pressão, exploração e expropriação vivida por estes sujeitos.
Assim os conflitos sociais no campo, que não são uma característica exclusiva de nosso tempo, mas sim de toda a História do Brasil, surge, ou melhor, ressurge num contexto de crise urbana (desemprego, miséria e violência) e crise rural (concentração fundiária, miséria e desemprego) com o objetivo de democratizar e modificar a ordem estabelecida, formando diversos movimentos com peculiaridades próprias, unidas ou desunidos, em busca de mudanças na luta pela Reforma Agrária e pela Cidadania.
Os movimentos sociais guardam para si uma característica inerente à história da sociedade contemporânea: a busca pelo novo, pelo adverso e a luta pela transformação da realidade expropriadora e exploradora de grande parte das sociedades, já que a mundialização nos traz a internacionalização da exploração e opressão capitalista. Então, um movimento social pode ser definido como um conjunto de pessoas em luta por melhores condições de sobrevivência, pessoas estas que adquirem uma consciência relativamente coletiva no processo de construção da contestação e da luta, alavancada por um potencial de rebeldia desenvolvida no tempo da pressão, exploração e expropriação vivida por estes sujeitos.
Assim os conflitos sociais no campo, que não são uma característica exclusiva de nosso tempo, mas sim de toda a História do Brasil, surge, ou melhor, ressurge num contexto de crise urbana (desemprego, miséria e violência) e crise rural (concentração fundiária, miséria e desemprego) com o objetivo de democratizar e modificar a ordem estabelecida, formando diversos movimentos com peculiaridades próprias, unidas ou desunidos, em busca de mudanças na luta pela Reforma Agrária e pela Cidadania.

