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Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Data de Publicação
03/08/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
27 páginas
Nível
Especializado
Consultado
11 vez(es)
Validado por
Comitê Oboulo.com
1 Avaliaçao cliente
5
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Psicomotricidade na educação infantil

  1. Introdução
  2. Evolução histórica da psicomotricidade
    1. Conceito
    2. Campos de atuação: reeducação terapia educação
  3. Educação física ou educação motora
    1. Educação física numa perspectiva transformadora
    2. Pensando e conceituando educação motora
    3. Perspectiva de educação motora na escola antes de falar de educação motora
    4. O desenvolvimento da criança e a necessidade de atividade motora
  4. A motricidade e a pedagogia
    1. O comportamento das crianças de cinco a seis anos
    2. Motricidade infantil: A Intervenção pedagógica
    3. Objetivos gerais
    4. Objetivos específicos
    5. . Campos de intervenção
    6. O educador e o processo de ensino
    7. A criança e o processo de aprendizagem
    8. Intervenção educativa ? princípios metodológicos fundamentais
    9. Características a Intervenção pedagógicas
    10. Os direito dos deficientes
  5. Pesquisa de campo
    1. Análise dos resultados

Parece ser considerado como inegável a importância da Educação Físico-motora no desenvolvimento global da criança, não só no domínio motor, mas também ao nível dos domínios sócio-afetivo e cognitivo.
A adaptação do movimento voluntário a uma situação problemática depende das características fisiológicas e da evolução ontogenética dos processos do conhecimento, de interação e de adaptação ao meio. A atividade motora não poderá analisar-se de forma isolada, mas deverá ter sempre em atenção uma série de fatores que estão relacionadas diretamente com o desenvolvimento do próprio sujeito.
Ao educador caberá o papel de observar, atentamente, a forma como a criança se expressa a nível motor e se relaciona cada uma das ações com os fatores de ordem social, afetiva, biológica e motora que orientam e limitam as mesmas.
A Psicomotricidade vem interagindo com as demais ciências da saúde, educação e desportos, fazendo jus a exigência de um atendimento integral, com qualidade, ao indivíduo. O espaço e a liberdade reservados para esta prática permitem à criança, de seu mundo imaginário, estabelecer relações com objetos e outras crianças, o que gera um amadurecimento maior.

[...] Crianças que apresentam distúrbios psicomotores: Não têm um bom equilíbrio Não conseguem pular corda Não andam de bicicleta Não conseguem se vestir sozinhas e nem amarrar o tênis Tropeçam e caem com facilidade Não conseguem se orientar no espaço Estão relacionados com a parte motora global (esquema corporal) Crianças que apresentam distúrbios visomotores: Não escrevem na linha A letra é irregular, ora pequena, ora grande O traçado é muito forte Não conseguem recortar direito Suas pinturas são fortes e sem limites, misturam as cores Não seguram direito o lápis (algumas) Não colocam os números dentro dos quadradinhos Tem dificuldades em montar um jogo de encaixe Derramam a comida fora do prato e outras O educador e o processo de ensino O necessário aqui é enfatizar que o bom educador, ao ministrar aulas de Educação Física, não precisa somente conhecer o saber científico da sua área, mas também o processo de desenvolvimento em que se encontra seu aluno, principalmente na fase da educação infantil que possui muitas mudanças e que compreende a base deste desenvolvimento. [...]


[...] O trabalho objetiva melhorar todo o esquema corporal da criança, ajudando-a a desenvolver toda a sua aprendizagem, área afetiva, social, tornando-a emocionalmente estruturada, para que possa sentir-se segura e feliz Os direito dos Deficientes Na legislação brasileira encontramos na Constituição Federal de 1988 muitos dispositivos relacionados à temática, como os seguintes, pela ordem: Art. 7º, XXXI proíbe qualquer discriminação no tocante a salário e critério de admissão do trabalhador portador de deficiência; Art II atribui às pessoas jurídicas de direito público interno cuidar da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência; Art XIV determina a competência concorrente da União, estados e Municípios em matéria de proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência; Art VII assegura por lei a reserva de percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência; Art IV assegura assistência social aos necessitados, com habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária; Art V garante um salário mínimo ao portador de deficiência que mão pode prover sua manutenção; Art III impõe ao estado o dever de dar atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência; Art determina que por lei sejam adaptados logradouros, edifícios e transportes públicos às condições de utilização pelos deficientes; Art 227, 1º, II obriga a criação de programas de prevenção e atendimento especializado para os deficientes, facilitando o acesso aos bens e serviços coletivos, com a eliminação de preconceitos e obstáculos arquitetônicos. [...]


[...] Metodologias mais adequadas aos fins psicológicos decorrerão deste processo O comportamento das crianças de cinco a seis anos O ser humano evolui por cada etapa na vida , na medida em que cada uma, seja plenamente cumprida, a passagem para a seguinte será facilitada ao máximo desde que aja ambiente propenso para esse processo. Assim, também é o desenvolvimento motor, pois se uma criança culmina seu ciclo pré-escolar consciente e orgulhosa das conquistas que pode obter ao longo dos seus primeiros anos (onde podemos dar-lhes a oportunidade de conhecer seu próprio corpo, para manejá-lo melhor), poderá iniciar melhor seus próximos ciclos, com mais satisfação e mais confiança em si mesma e com suas potencialidades. [...]

...

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