Processo de globalização na economia
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- Definição e objetivo do CPFR
- A evolução do mercado varejista
- A cadeia de suprimento anterior ao CPFR
- As novas tendências
- O processo de implementação do CPFR
- Estudos de casos e resultados de implementações no Brasil e no mundo
O processo de globalização da economia confere às empresas a constante busca de inovações de seus processos produtivos e de novas formas de organização intra e inter-organizacional. Com a elevação do nível de exigência dos clientes, as pressões comerciais (com respostas rápidas e datas precisas de entregas), a redução das margens comerciais, a variedade de produtos e serviços, a constante diminuição dos ciclos de vida dos produtos impulsionada pela inovação tecnológica, entre outras variáveis, conduzem à necessidade de instrumentos de planejamento mais precisos e eficazes.
Nas ultimas décadas apareceram novas ações com a finalidade de se obter ganhos de competitividade através de otimização no gerenciamento do fluxo de informação ao longo das cadeias de suprimento, tendo como base a tecnologia de informação, e a introdução do conceito de parceria pelos diversos participantes das cadeias. Determinada de forma genérica como um PRR (Programa de Resposta Rápida), estas iniciativas englobam tanto por procedimentos operacionais, tais como CRP (Continuos Replenishement Program) e VMI (Vendor Management Inventory), quanto por programas institucionais, como, por exemplo, o ECR (Efficient Consumer Response) no setor de produtos de mercearia.
Tanto o CRP quanto o VMI visam, através da disponibilização de informações a respeito das vendas, estoque e a redução no tempo de ressuprimento, criando desta maneira uma resposta rápida aos movimentos de demanda do consumidor final, evitando desta maneira movimentos antecipados, dependendo dos erros de previsões. O ECR, por sua vez, é um programa mais abrangente que além de resposta rápida, também é voltado para o gerenciamento de categorias, o aumento da eficiência das promoções e o lançamento de novos produtos.
Outro parâmetro relacionada à cadeia de suprimento e a questão inter-organizacional que é por si só muito complexa. Porque, além do problema intra-organizacional, envolve também a seleção e a organização dos parceiros a jusante e a montante no fluxo logístico; afinal, o cliente de uma empresa vai ser o fornecedor de outra mais à frente. Por exemplo, uma empresa de peças injetadas pode ser fornecedora de uma indústria de autopeças (cliente), que pode sua vez vai ser fornecedora da montadora de automóveis. Uma indústria de chocolates vai ser fornecedora de um atacadista, que por sua vez será fornecedora de um varejista. No final destas cadeias está sempre o consumidor final. Aqui a palavra-chave é colaboração e compartilhamento de informações, que pode ser obtida de varias maneiras (sociedade, coerção, esquemas de incentivos). Enfatiza um novo paradigma, a eficiência coletiva. A eficiência coletiva pode ser obtida através de esquemas low tech (como o tradicional just in time) ou high tech (como ferramentas Web de e-procurement) ou iniciativas setorais, como o CPFR - Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment, na cadeia varejista norte-americana. Colaboração, em negócios, é o trabalho conjunto de múltiplas empresas de maneira a obter mútuos benefícios. Em termos de cadeia de suprimentos é compartilhar informações, conhecimento, riscos e lucros para reduzir custos, tempos de atendimento e estoques e obter maior produtibilidade, compartilhando tais benefícios também com os consumidores finais.
Historicamente, no CPFR, o relacionamento entre fornecedores e varejistas na cadeia de abastecimento tem sido caracterizado por um comportamento distante, individualista, ou até mesmo conflituoso, onde cada empresa centraliza a sua atenção nas próprias atividades, planejando e executando suas operações de forma isolada e não cooperativa.
Entretanto, o ritmo crescente de competição em todo o mundo, causado pelos processos de abertura comercial, desregulamentação, e aumento do comércio internacional, tem levado as empresas a reverem suas antigas práticas de relacionamento.
Nas ultimas décadas apareceram novas ações com a finalidade de se obter ganhos de competitividade através de otimização no gerenciamento do fluxo de informação ao longo das cadeias de suprimento, tendo como base a tecnologia de informação, e a introdução do conceito de parceria pelos diversos participantes das cadeias. Determinada de forma genérica como um PRR (Programa de Resposta Rápida), estas iniciativas englobam tanto por procedimentos operacionais, tais como CRP (Continuos Replenishement Program) e VMI (Vendor Management Inventory), quanto por programas institucionais, como, por exemplo, o ECR (Efficient Consumer Response) no setor de produtos de mercearia.
Tanto o CRP quanto o VMI visam, através da disponibilização de informações a respeito das vendas, estoque e a redução no tempo de ressuprimento, criando desta maneira uma resposta rápida aos movimentos de demanda do consumidor final, evitando desta maneira movimentos antecipados, dependendo dos erros de previsões. O ECR, por sua vez, é um programa mais abrangente que além de resposta rápida, também é voltado para o gerenciamento de categorias, o aumento da eficiência das promoções e o lançamento de novos produtos.
Outro parâmetro relacionada à cadeia de suprimento e a questão inter-organizacional que é por si só muito complexa. Porque, além do problema intra-organizacional, envolve também a seleção e a organização dos parceiros a jusante e a montante no fluxo logístico; afinal, o cliente de uma empresa vai ser o fornecedor de outra mais à frente. Por exemplo, uma empresa de peças injetadas pode ser fornecedora de uma indústria de autopeças (cliente), que pode sua vez vai ser fornecedora da montadora de automóveis. Uma indústria de chocolates vai ser fornecedora de um atacadista, que por sua vez será fornecedora de um varejista. No final destas cadeias está sempre o consumidor final. Aqui a palavra-chave é colaboração e compartilhamento de informações, que pode ser obtida de varias maneiras (sociedade, coerção, esquemas de incentivos). Enfatiza um novo paradigma, a eficiência coletiva. A eficiência coletiva pode ser obtida através de esquemas low tech (como o tradicional just in time) ou high tech (como ferramentas Web de e-procurement) ou iniciativas setorais, como o CPFR - Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment, na cadeia varejista norte-americana. Colaboração, em negócios, é o trabalho conjunto de múltiplas empresas de maneira a obter mútuos benefícios. Em termos de cadeia de suprimentos é compartilhar informações, conhecimento, riscos e lucros para reduzir custos, tempos de atendimento e estoques e obter maior produtibilidade, compartilhando tais benefícios também com os consumidores finais.
Historicamente, no CPFR, o relacionamento entre fornecedores e varejistas na cadeia de abastecimento tem sido caracterizado por um comportamento distante, individualista, ou até mesmo conflituoso, onde cada empresa centraliza a sua atenção nas próprias atividades, planejando e executando suas operações de forma isolada e não cooperativa.
Entretanto, o ritmo crescente de competição em todo o mundo, causado pelos processos de abertura comercial, desregulamentação, e aumento do comércio internacional, tem levado as empresas a reverem suas antigas práticas de relacionamento.

