Predominância circulatória coronaria
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I. ANATOMIA ARTERIAL CORONARIA
As artérias coronárias:
se originam da raiz da aorta, por trás das cúspides esquerda e direita da valva aórtica.
fornecem o suprimento sanguíneo ao miocárdio, através dos principais vasos de condutância,
penetram o miocárdio por meio de artérias de resistência, que ramificam-se em um plexo de capilares, que são essencialmente contíguos com todos os miócitos
A distância intercapilar em repouso é de 17 micronos
PARA DEFINIR A DOMINÂNCIA DE CIRCULAÇÃO NO CORAÇÃO
1. clinicamente: a fonte da ADP
2. anatomistas a definem com base em onde nasce a artéria sinoatrial
I. CORONARIA ESQUERDA:
o nasce do seio coronário esquerdo;
o 2 cm de comprimento (variando de 1 a 4 cm)
o trajeto entre a artéria pulmonar e a auriculeta esquerda,
o se bifurca em dois ramos principais:
artéria coronária descendente anterior esquerda (DAE)
artéria coronária circunflexa esquerda (CxE)
ABERRAÇOES:
Em muitas circunstâncias o vaso trifurca-se; isto ocorre quando o vaso do ramo mediano se origina entre as artérias descendente anterior e circunflexa.
Ocasionalmente, o TCE está ausente, e a DAE e a CxE provém de óstios em comum ou em separado.
Menos frequente, um único vaso coronário nasce de um orifício comum e fornece todo o fluxo sanguíneo cardíaco
Tronco da artéria coronária esquerda (A), artéria coronária descendente anterior esquerda (B), artéria circunflexa esquerda (C) e vasos obtusos marginais (D).
DAE irriga: as porções anterior e lateral esquerda do ventrículo esquerdo.
A DAE dá origem a inúmeros ramos perfurantes para o septo interventricular anterior. Na maioria dos casos, a DAE enrola-se ao redor do ápice cardíaco e faz uma anastomose com a artéria descendente posterior (ADP), um ramo da artéria coronária direita (ACD). Conforme a DAE acompanha o sulco interventricular, ela pode dar origem a um ou mais ramos que fazem um trajeto diagonalmente sobre a parede livre anterior do ventrículo esquerdo.
nascem a partir da DAE:
1. o primeiro ramo diagonal
2. a primeira perfurante septal
Os maiores vasos, tanto as septais quanto as diagonais tornam-se menores conforme os vasos progridem distalmente.
CORONARIA CIRCUNFLEXA
A CxE origina-se do TCE e segue um trajeto posterior sob a auriculeta esquerda e ao longo do sulco atrioventricular (AV) esquerdo.
Na maioria dos casos, a circunflexa termina como um ramo obtuso marginal.
No entanto, ela pode ser a fonte primária do fluxo sanguíneo para a ADP (artéria descendente posterior). Um a quatro ramos marginais obtusos de tamanhos variáveis emergem da artéria circunflexa principal e fazem um trajeto ao longo dos aspectos lateral e póstero-lateral do ventrículo esquerdo. Os ramos que nascem mais distalmente, não raro, são denominados ramos póstero-laterais da artéria circunflexa. Estes ramos fazem um trajeto paralelo ao da ADP, mas não fornecem nenhum ramo perfurante para dentro do septo interventricular.
Circulação com dominância esquerda: 10% dos pacientes: artéria circunflexa supre as artérias descendente posterior e do nódulo AV,
II. CORONARIA DIREITA
ORIGEM: óstio no seio coronário direito
Bifurca-se:
1. artérias descendente posterior
2. póstero-lateral direita
Areas de irrigação:
1. a maior parte do ventrículo direito
2. a parte posterior do ventrículo esquerdo
3. múltiplos ramos ventriculares direitos (marginais agudos)
4. ramos para o nódulo AV
Provém da ACD proximal:
1. artéria do nódulo sinoatrial
2. artéria do nódulo AV (90%)
3. outros pequenos ramos atriais
4. artéria marginal aguda
5. ramos ventriculares anteriores
Em aproximadamente 90% dos pacientes, a ACD passa através do sulco AV para o sulco interventricular posterior e torna-se a ADP. Este padrão de circulação é denominado sistema com dominância direita. .
Ocasionalmente, a ADP surge tanto a partir da ACD quanto da ACxE e a circulação é considerada como codominante
Artéria coronária direita (A) e artéria descendente posterior (B)
As anomalias congénitas podem ser ou não significativas:
As anomalias hemodinamicamente significativas podem resultar em perfusão coronariana anormal - incluem:
1. fístulas coronarianas
2. origem da artérias coronárias a partir da artéria pulmonar.
3. origem da artéria circunflexa a partir da ACD ou do seio coronário direito (a variação congénita mais comumente encontrada durante a angiografia)
4. origem anómala da artéria descendente anterior a partir do seio de Valsalva direito ou a partir da ACD (está associada à tetralogia de Fallot)
As artérias coronárias:
se originam da raiz da aorta, por trás das cúspides esquerda e direita da valva aórtica.
fornecem o suprimento sanguíneo ao miocárdio, através dos principais vasos de condutância,
penetram o miocárdio por meio de artérias de resistência, que ramificam-se em um plexo de capilares, que são essencialmente contíguos com todos os miócitos
A distância intercapilar em repouso é de 17 micronos
PARA DEFINIR A DOMINÂNCIA DE CIRCULAÇÃO NO CORAÇÃO
1. clinicamente: a fonte da ADP
2. anatomistas a definem com base em onde nasce a artéria sinoatrial
I. CORONARIA ESQUERDA:
o nasce do seio coronário esquerdo;
o 2 cm de comprimento (variando de 1 a 4 cm)
o trajeto entre a artéria pulmonar e a auriculeta esquerda,
o se bifurca em dois ramos principais:
artéria coronária descendente anterior esquerda (DAE)
artéria coronária circunflexa esquerda (CxE)
ABERRAÇOES:
Em muitas circunstâncias o vaso trifurca-se; isto ocorre quando o vaso do ramo mediano se origina entre as artérias descendente anterior e circunflexa.
Ocasionalmente, o TCE está ausente, e a DAE e a CxE provém de óstios em comum ou em separado.
Menos frequente, um único vaso coronário nasce de um orifício comum e fornece todo o fluxo sanguíneo cardíaco
Tronco da artéria coronária esquerda (A), artéria coronária descendente anterior esquerda (B), artéria circunflexa esquerda (C) e vasos obtusos marginais (D).
DAE irriga: as porções anterior e lateral esquerda do ventrículo esquerdo.
A DAE dá origem a inúmeros ramos perfurantes para o septo interventricular anterior. Na maioria dos casos, a DAE enrola-se ao redor do ápice cardíaco e faz uma anastomose com a artéria descendente posterior (ADP), um ramo da artéria coronária direita (ACD). Conforme a DAE acompanha o sulco interventricular, ela pode dar origem a um ou mais ramos que fazem um trajeto diagonalmente sobre a parede livre anterior do ventrículo esquerdo.
nascem a partir da DAE:
1. o primeiro ramo diagonal
2. a primeira perfurante septal
Os maiores vasos, tanto as septais quanto as diagonais tornam-se menores conforme os vasos progridem distalmente.
CORONARIA CIRCUNFLEXA
A CxE origina-se do TCE e segue um trajeto posterior sob a auriculeta esquerda e ao longo do sulco atrioventricular (AV) esquerdo.
Na maioria dos casos, a circunflexa termina como um ramo obtuso marginal.
No entanto, ela pode ser a fonte primária do fluxo sanguíneo para a ADP (artéria descendente posterior). Um a quatro ramos marginais obtusos de tamanhos variáveis emergem da artéria circunflexa principal e fazem um trajeto ao longo dos aspectos lateral e póstero-lateral do ventrículo esquerdo. Os ramos que nascem mais distalmente, não raro, são denominados ramos póstero-laterais da artéria circunflexa. Estes ramos fazem um trajeto paralelo ao da ADP, mas não fornecem nenhum ramo perfurante para dentro do septo interventricular.
Circulação com dominância esquerda: 10% dos pacientes: artéria circunflexa supre as artérias descendente posterior e do nódulo AV,
II. CORONARIA DIREITA
ORIGEM: óstio no seio coronário direito
Bifurca-se:
1. artérias descendente posterior
2. póstero-lateral direita
Areas de irrigação:
1. a maior parte do ventrículo direito
2. a parte posterior do ventrículo esquerdo
3. múltiplos ramos ventriculares direitos (marginais agudos)
4. ramos para o nódulo AV
Provém da ACD proximal:
1. artéria do nódulo sinoatrial
2. artéria do nódulo AV (90%)
3. outros pequenos ramos atriais
4. artéria marginal aguda
5. ramos ventriculares anteriores
Em aproximadamente 90% dos pacientes, a ACD passa através do sulco AV para o sulco interventricular posterior e torna-se a ADP. Este padrão de circulação é denominado sistema com dominância direita. .
Ocasionalmente, a ADP surge tanto a partir da ACD quanto da ACxE e a circulação é considerada como codominante
Artéria coronária direita (A) e artéria descendente posterior (B)
As anomalias congénitas podem ser ou não significativas:
As anomalias hemodinamicamente significativas podem resultar em perfusão coronariana anormal - incluem:
1. fístulas coronarianas
2. origem da artérias coronárias a partir da artéria pulmonar.
3. origem da artéria circunflexa a partir da ACD ou do seio coronário direito (a variação congénita mais comumente encontrada durante a angiografia)
4. origem anómala da artéria descendente anterior a partir do seio de Valsalva direito ou a partir da ACD (está associada à tetralogia de Fallot)

