O uso de prostaciclinas
enfermagem
estudo
trabalho publicado dia 11/12/2006
ainda não avaliado
nível : todo público
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A hipertensão pulmonar é um transtorno caracterizado por um aumento progressivo das resistências vasculares pulmonares que leva à insuficiência do ventrículo direito e à morte. É uma patologia freqüente, e pode ser causada por diferentes enfermidades (hipertensão pulmonar secundária). Em alguns casos não se identifica uma causa de hipertensão pulmonar (hipertensão pulmonar primária). Até há pouco tempo não existia uma terapêutica efetiva para esta patologia e os pacientes evoluíam para a falha ventricular direita em um prazo de 2 a 3 anos.
Esta perspectiva mudou com a aparição das prostaciclinas, substâncias produzidas pelo endotélio vascular com propriedades vasodilatadoras, antiagregantes e citoprotetoras. Estas substâncias são os vasodilatadores pulmonares mais potentes conhecidos até o momento. A produção endógena de prostaciclinas está reduzida nos pacientes com hipertensão primária e segundo estudos recentes, quando se administra prostaciclinas, via endovenosa, a estes pacientes, os marcadores plasmáticos de injúria endotelial e agregação plaquetária são diminuídos.
Inicialmente foram utilizadas as prostaciclinas com fins diagnósticos, para identificar os pacientes com hipertensão pulmonar que respondem aos vasodilatadores. Aproximadamente um terço destes pacientes apresenta uma resposta positiva com esta prova e respondem relativamente bem aos bloqueadores de canais de cálcio.
Posteriormente, descobriu-se que a maioria dos pacientes que não respondem à administração aguda de prostaciclinas, respondem à administração endovenosa na forma contínua. As prostaciclinas foram consideradas então uma opção terapêutica como ponte ao transplante pulmonar, por exemplo. Não foi definido qual é o mecanismo pelo qual as prostaciclinas, em infusão contínua endovenosa, podem diminuir as resistências pulmonares. Parece provável que, além da ação vasodilatadora, estejam envolvidos outros mecanismos, como o remodelamento da vasculatura pulmonar. Sendo que as prostaciclinas têm um efeito remodelante, então ao utilizá-las seria possível reverter ou deter o processo patológico que leva à oclusão da vasculatura pulmonar.
Esta perspectiva mudou com a aparição das prostaciclinas, substâncias produzidas pelo endotélio vascular com propriedades vasodilatadoras, antiagregantes e citoprotetoras. Estas substâncias são os vasodilatadores pulmonares mais potentes conhecidos até o momento. A produção endógena de prostaciclinas está reduzida nos pacientes com hipertensão primária e segundo estudos recentes, quando se administra prostaciclinas, via endovenosa, a estes pacientes, os marcadores plasmáticos de injúria endotelial e agregação plaquetária são diminuídos.
Inicialmente foram utilizadas as prostaciclinas com fins diagnósticos, para identificar os pacientes com hipertensão pulmonar que respondem aos vasodilatadores. Aproximadamente um terço destes pacientes apresenta uma resposta positiva com esta prova e respondem relativamente bem aos bloqueadores de canais de cálcio.
Posteriormente, descobriu-se que a maioria dos pacientes que não respondem à administração aguda de prostaciclinas, respondem à administração endovenosa na forma contínua. As prostaciclinas foram consideradas então uma opção terapêutica como ponte ao transplante pulmonar, por exemplo. Não foi definido qual é o mecanismo pelo qual as prostaciclinas, em infusão contínua endovenosa, podem diminuir as resistências pulmonares. Parece provável que, além da ação vasodilatadora, estejam envolvidos outros mecanismos, como o remodelamento da vasculatura pulmonar. Sendo que as prostaciclinas têm um efeito remodelante, então ao utilizá-las seria possível reverter ou deter o processo patológico que leva à oclusão da vasculatura pulmonar.

