O processo de interatividade na internet: o gênero do discurso e a relação entre o indivíduo e a aprendizagem
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A Internet se desenvolveu e se popularizou de tal forma que se tornou parte do cotidiano de grande parte da população mundial, interligando-os de tal modo, que é como se não houvesse barreiras geográficas, distâncias a serem vencidas. O fator tempo é quase como se não existisse, pois tudo acontece em tempo real, com isso a interação desenvolvida entre os internautas, contribuiu para a formação de um novo estilo de linguagem. Nesse sentido a Web é uma rede de informações que ultrapassa o fornecimento de conteúdos, fazendo parte do dia a dia de seus usuários, que, muitas vezes ou por falta de tempo, ou por ser economicamente mais viável ou até em muitas ocasiões ser a única opção, acabaram modificando através deste meio, formas tradicionais de relacionamento, reforçando ao mesmo tempo a constituição de relações simbólicas e culturais. Partindo desse pressuposto este artigo trabalhará com a concepção de Gênero do Discurso de Mikhail Bakhtin, explicando a peculiar forma de linguagem á este tipo de meio, abordando aspectos da relação entre a linguagem verbal e não verbal, sua interatividade entre indivíduo/suporte/linguagem e seus enunciados, sabendo que os mesmos estão inseridos neste universo como sendo produção de cultura.
Com o advento da Internet, as pessoas, principalmente jovens e adultos internautas, passaram a ler e escrever mais se utilizando da escrita eletrônica. Dessa forma, muitos internautas estão mais habilidosos no manuseio e na criação de formas específicas de lidar com a língua dentro da tecnologia da informação, em particular a Internet. Existem algumas formas de interação na Internet, porém, um dos principais serviços oferecidos são as salas de bate-papo.
Com sua popularização, o sistema de bate-papo tem contribuído para a realização de novas formas de interação e assumido uma linguagem própria, caracterizando-se principalmente por sua proximidade ao texto oral, abreviação e associação da escrita a demonstrações de emoção. Apontando, com esses elementos, a criação de novas estruturas perceptivas de seus usuários. A linguagem é à base das relações sociais, em razão disso, diversos grupos de uma comunidade lingüística organizam um código comunicativo próprio, formando ao lado da língua padrão um universo semiológico.
Quando se acessa a Internet, banco mundial de dados interligados em rede, que possui um grande volume de informações que circulam, a possibilidade de interatividade e a rapidez de troca dessas informações, que está disponível a qualquer pessoa, a princípio, pode causar um sentimento de deslumbramento por sua potencialidade ou por um pessimismo equivocado reduzindo-a a características efêmeras, como perda de noção de espaço e tempo, como cita Marcos Bagno em sua obra, A Língua de Eulália.
A Internet, como gênero do discurso estabelece uma forma peculiar de interação, pois possui sua própria linguagem e, na medida em que a linguagem está na base de toda interação, ela pode tanto propiciá-la quanto dificultá-la.
Não é a primeira vez que surge uma nova linguagem, cada grupo social possui sua própria forma de comunicação, os jornalistas até pouco tempo, antes das tecnologias que captam sons e imagens o mais próximo da perfeição, possuíam seus bloquinhos de anotações que poderia bem parecer a um desconhecedor dos códigos ali pré-estabelecidos como se estivesse hoje diante da tela de um computador, tentando entender as abreviações, os emoticons, ou seja, o novo que surge diante da necessidade do próprio usuário em interagir com esse "universo mágico".
Com o advento da Internet, as pessoas, principalmente jovens e adultos internautas, passaram a ler e escrever mais se utilizando da escrita eletrônica. Dessa forma, muitos internautas estão mais habilidosos no manuseio e na criação de formas específicas de lidar com a língua dentro da tecnologia da informação, em particular a Internet. Existem algumas formas de interação na Internet, porém, um dos principais serviços oferecidos são as salas de bate-papo.
Com sua popularização, o sistema de bate-papo tem contribuído para a realização de novas formas de interação e assumido uma linguagem própria, caracterizando-se principalmente por sua proximidade ao texto oral, abreviação e associação da escrita a demonstrações de emoção. Apontando, com esses elementos, a criação de novas estruturas perceptivas de seus usuários. A linguagem é à base das relações sociais, em razão disso, diversos grupos de uma comunidade lingüística organizam um código comunicativo próprio, formando ao lado da língua padrão um universo semiológico.
Quando se acessa a Internet, banco mundial de dados interligados em rede, que possui um grande volume de informações que circulam, a possibilidade de interatividade e a rapidez de troca dessas informações, que está disponível a qualquer pessoa, a princípio, pode causar um sentimento de deslumbramento por sua potencialidade ou por um pessimismo equivocado reduzindo-a a características efêmeras, como perda de noção de espaço e tempo, como cita Marcos Bagno em sua obra, A Língua de Eulália.
A Internet, como gênero do discurso estabelece uma forma peculiar de interação, pois possui sua própria linguagem e, na medida em que a linguagem está na base de toda interação, ela pode tanto propiciá-la quanto dificultá-la.
Não é a primeira vez que surge uma nova linguagem, cada grupo social possui sua própria forma de comunicação, os jornalistas até pouco tempo, antes das tecnologias que captam sons e imagens o mais próximo da perfeição, possuíam seus bloquinhos de anotações que poderia bem parecer a um desconhecedor dos códigos ali pré-estabelecidos como se estivesse hoje diante da tela de um computador, tentando entender as abreviações, os emoticons, ou seja, o novo que surge diante da necessidade do próprio usuário em interagir com esse "universo mágico".

