O papel da leitura para a inclusão dos jovens na sociedade
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- Introdução
- Como despertar no jovem o interesse pela leitura?
- A importância da escola na formação de Leitores
- Origem e importância da leitura
- Qual a importância da utilização de livros em sala de aula para os jovens
- Escola e Leitura
- A Leitura Na Escola: Compromisso de todas as áreas?
- Tentativas para solucionar as dificuldades
- Leitura como fonte de informação e prazer
- A Importância da literatura
- A Literatura e o jovem
- Metodologia e pesquisa de campo
- Descrição da coleta de dados
- Analise da coleta de dados
- Análise da Pesquisa feita com alunos
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Na realidade de um país como o Brasil, de dimensões continentais, cujas origens deitam raízes em uma sociedade escravocrata e excludente, a questão da formação de leitores e escritores constitui-se uma questão, sobretudo, política.
Ao analisarmos o mercado editorial de nosso país, nos deparamos com a triste realidade de uma ultrajante desigualdade do acesso ao livro: mais de setenta por cento dos livros publicados ao ano são didáticos, dispomos de 2.008 livrarias, cerca de uma para cada 84,4 mil habitantes, número que tende a diminuir em função da crise editorial, distribuídas desigualmente pelo território nacional.
Segundo Dauster (1999: 180), a quantidade de bibliotecas públicas é de aproximadamente 3.000 para 22 milhões de brasileiros alfabetizados quando, segundo orientações da UNESCO, a relação tolerável seria de uma biblioteca para cada 12.000 habitantes. Para se alcançar o ideal, seria necessária a criação de aproximadamente 2.000 unidades, o que significa dizer que dispomos hoje de pouco mais da metade do índice recomendável.
A conclusão que podemos chegar a partir destes dados é que hoje, no Brasil, o acesso a livros ainda é extremamente desigual, constituindo-se privilégio de poucos e, o desenvolvimento das competências da leitura e da escrita, um sinal de distinção e poder.
Ao analisarmos o mercado editorial de nosso país, nos deparamos com a triste realidade de uma ultrajante desigualdade do acesso ao livro: mais de setenta por cento dos livros publicados ao ano são didáticos, dispomos de 2.008 livrarias, cerca de uma para cada 84,4 mil habitantes, número que tende a diminuir em função da crise editorial, distribuídas desigualmente pelo território nacional.
Segundo Dauster (1999: 180), a quantidade de bibliotecas públicas é de aproximadamente 3.000 para 22 milhões de brasileiros alfabetizados quando, segundo orientações da UNESCO, a relação tolerável seria de uma biblioteca para cada 12.000 habitantes. Para se alcançar o ideal, seria necessária a criação de aproximadamente 2.000 unidades, o que significa dizer que dispomos hoje de pouco mais da metade do índice recomendável.
A conclusão que podemos chegar a partir destes dados é que hoje, no Brasil, o acesso a livros ainda é extremamente desigual, constituindo-se privilégio de poucos e, o desenvolvimento das competências da leitura e da escrita, um sinal de distinção e poder.

