O franchising e a economia
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Trabalhos em português
administração administração
 
estudo dirigido
trabalho publicado dia 09/11/2008
 
ainda não avaliado
nível : todo público
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section Resumo
 
 
Diferentemente de algumas opiniões, não considero o franchising como um setor de atividade econômica. Entendo que existam vários negócios, em diferentes setores da economia, que utilizam da poderosa ferramenta de crescimento e expansão que é o franchising. Portanto, estes negócios em seus respectivos setores de atividade só dependentes da dinâmica da economia. A conjuntura econômica determina a performance dos setores e de suas empresas.
Não se pode falar de maneira genérica do desempenho do franchising. A análise das empresas que praticam o franchising tem de ser considerada a luz do cenário macro econômico. Assim o crescimento da economia favorece as empresas franchising e retração afeta diretamente estas organizações.
Por muito tempo, houve uma tendência errônea de se considerar franchising imune à realidade econômica. Chegou-se a pensar em franchising como uma ilha ou mesmo um oásis em meio as demais atividades. Tendo sido aceita a inserção do franchising na economia, observamos que o sistema desempenha papéis de pioneirismo em algumas oportunidades ou em outra caminha e reboque de tendências consagradas.
Muito antes de falar em globalização, algumas empresas através do franchising, puderam expandir seus mercados de atuação. O fenômeno de master – franquias consagrou o modelo de marcas globais, eliminando fronteiras culturais e políticas.
Históricos são exemplos da Coca- Cola e Pepsi Cola em seus processos de expansão mundial; memorável foi entrada da Pepsi na China. Mc Donalds, KFC, e Baskin Robbins são outros exemplos de âmbito de alimentação.
Se na globalização o franchising foi pioneiro, já em outro processo e principalmente no Brasil, o franchising ainda é retardatário. Trata-se dos movimentos de fusão e incorporação que a economia vem observando. Setores financeiros, de bebidas, de alimentação entre outros nos últimos anos tiveram seus negócios consolidados quer por incorporação ou por fusões.
A lógica destes processos baseou-se na maximização de recursos, na busca por economias de escala e em redução de custos. Inevitavelmente, esta mesma lógica será aplicada às empresas franqueadoras e especial aqui no Brasil. Teremos grandes empresas franqueadoras administrando diferentes marcas e conceitos.
Atividades de bastidores como contabilidade, financeiro, planejamento, treinamento, consultoria de gestão, etc., serão executadas pela mesma equipe. A visão externa, a percepção do cliente, enfim as marcas deverão ser mantidas.
Para onde o franchising caminha, não se trata de exercício de futurologia, mas sim de reconhecimento que o mesmo faz parte da economia.

O FRANCHISING NA ECONOMIA
Como sistema de negócios, o franchising trouxe ao Brasil oportunidades para todos os portes de investidores. Boa parte das empresas permitem que seus franqueados tenham outras atividades e até administrem franquias de marcas diferentes.

Economicamente falando, o sistema fatura alto. O mercado total de franchising fatura mais de US$ 75 bilhões. Em número de unidades, são mais de 82 mil espalhadas pelo Brasil e quase 1 milhão de empregos diretos oferecidos.
 
 
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