O estudo da personalidade e das emoções e suas implicações para os administradores
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- Introdução
- A importância do estudo da personalidade
- Conclusão
- Bibliografia
Para CHIAVENATO (1998), as empresas de sucesso deste terceiro milênio deverão repensar as maneiras tradicionais de considerar a cultura organizacional e o comportamento humano nas organizações.
A moderna noção de complexidade constata que os processos culturais e os processos das personalidades são idênticos. Não existe personalidade fora da cultura, e não existe cultura que não seja o ordenamento de regras comportamentais. Personalidade e cultura são compostas de regras e valores assumidos pelas pessoas, em suas relações interpessoais, nas estruturas de poder socialmente definidas ao longo do tempo nas organizações.
Esse mesmo autor citado acima enfatiza que esses conceitos são pouco compreendidos ou indevidamente utilizados porque foram mal estudados. Os tradicionais setores de recursos humanos não perceberam ainda as conseqüências nefastas da aplicação de conceitos que têm como base a falsa distinção entre o comportamento humano, e a cultura organizacional. Como exemplo, temos a definição do perfil psicológico ou da personalidade nos critérios de seleção, sem se considerar que os comportamentos futuros das pessoas que estão sendo selecionadas serão influenciados pela dinâmica das relações de poder sancionadas pela tradição da cultura da organização.
A moderna noção de complexidade constata que os processos culturais e os processos das personalidades são idênticos. Não existe personalidade fora da cultura, e não existe cultura que não seja o ordenamento de regras comportamentais. Personalidade e cultura são compostas de regras e valores assumidos pelas pessoas, em suas relações interpessoais, nas estruturas de poder socialmente definidas ao longo do tempo nas organizações.
Esse mesmo autor citado acima enfatiza que esses conceitos são pouco compreendidos ou indevidamente utilizados porque foram mal estudados. Os tradicionais setores de recursos humanos não perceberam ainda as conseqüências nefastas da aplicação de conceitos que têm como base a falsa distinção entre o comportamento humano, e a cultura organizacional. Como exemplo, temos a definição do perfil psicológico ou da personalidade nos critérios de seleção, sem se considerar que os comportamentos futuros das pessoas que estão sendo selecionadas serão influenciados pela dinâmica das relações de poder sancionadas pela tradição da cultura da organização.

