O estado, a soberania e a globalização
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Atualmente convive-se com o contexto de globalização, onde conhecimento, modernidade e reconstrução são temas estreitamente correlacionado na história da humanidade. Dentro desta perspectiva este trabalho visualiza o Estado, a soberania e a globalização, onde a modernidade, vista como passagem revolucionária de uma forma de sociedade para outra, é percebida por Marx a partir da ambivalência da burguesia representando um avanço sobre as formas anteriores ao mesmo tempo que uma mais extremada alienação.
A globalização é o modo dos movimentos do processo histórico onde a mobilização e a transformação das relações vitais apontam a máxima aceleração histórica e se antecipam os movimentos sociais como agentes da libertação em face dos dinamismos arbitrariamente impostos.
O desenvolvimento das forças produtivas com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e comunicação enormemente facilitado configura a moderna realidade político-social de que se desprendem, como abstrações, a vida religiosa, a Filosofia, o Estado burguês.
O princípio da modernidade/globalização, para Marx, "tem sua fundamentação mais na práxis do sujeito como produtor de bens do que na atividade de reflexão de um sujeito do conhecimento" (Habermas, 1990).
O fenômeno da globalização trouxe profundas modificações nas estruturas sociais, em decorrência do afetamento das políticas econômicas dos Estados.
A globalização visa a mundialização do capital, onde os Estados mais ricos e detentores deste mesmo capital subjugam os Estados mais pobres, impondo políticas econômicas recessivas, que provocam o desemprego, a concentração do capital, a falência generalizada das empresas de pequeno e médio porte, privilegiando as multinacionais e os banqueiros.
Os governos dos Estados mais pobres, na busca incessante de recursos externos, não medem esforços para conseguirem aprovação de seus créditos, ainda que, tenham que renunciar ao poder soberano do Estado, massacrando seu povo...
A globalização é o modo dos movimentos do processo histórico onde a mobilização e a transformação das relações vitais apontam a máxima aceleração histórica e se antecipam os movimentos sociais como agentes da libertação em face dos dinamismos arbitrariamente impostos.
O desenvolvimento das forças produtivas com o rápido aperfeiçoamento dos instrumentos de produção e comunicação enormemente facilitado configura a moderna realidade político-social de que se desprendem, como abstrações, a vida religiosa, a Filosofia, o Estado burguês.
O princípio da modernidade/globalização, para Marx, "tem sua fundamentação mais na práxis do sujeito como produtor de bens do que na atividade de reflexão de um sujeito do conhecimento" (Habermas, 1990).
O fenômeno da globalização trouxe profundas modificações nas estruturas sociais, em decorrência do afetamento das políticas econômicas dos Estados.
A globalização visa a mundialização do capital, onde os Estados mais ricos e detentores deste mesmo capital subjugam os Estados mais pobres, impondo políticas econômicas recessivas, que provocam o desemprego, a concentração do capital, a falência generalizada das empresas de pequeno e médio porte, privilegiando as multinacionais e os banqueiros.
Os governos dos Estados mais pobres, na busca incessante de recursos externos, não medem esforços para conseguirem aprovação de seus créditos, ainda que, tenham que renunciar ao poder soberano do Estado, massacrando seu povo...

