O deficiente visual e a escola
 
 
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Trabalhos em português
 
trabalho publicado dia 20/02/2008
 
ainda não avaliado
nível : expert
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section Sumário do trabalho
 
 
  1. Introdução
    1. Formulação do problema
    2. Objetivos
    3. Definição de termos
    4. Metodologia
  2. A educação especial
    1. O porquê da educação especial
    2. Deficiência de audição
    3. Distúrbios da linguagem
    4. Deficiência visual
  3. Legislação da educação especial
    1. Introdução a educação especial no estado do paraná
  4. Visão histórica do atendimento do deficiente visual
  5. Deficiente visual
    1. Características gerais do deficiente visual
    2. A educação do deficiente visual
    3. Importância do diagnóstico e classificação do deficiente visual
  6. Sugestões práticas para pessoas dotadas de visão
  7. Para trabalhar com deficiente visual
    1. Visão subnormal, quando existe luz
    2. Alunos em idade escolar
 
 
section Resumo
 
 
A preocupação com o atendimento às pessoas que apresentam diferenças acentuadas, em relação a maioria das pessoas de uma sociedade, notadamente os deficientes visuais, tem se evidenciado através de ações, as mais diversas.

No presente trabalho procurou-se precisar o sentido da educação especial para os deficientes visuais. No Brasil, a lei nº 5.692/71 que preconiza, em seu artigo 19, parágrafo 2º: "os sistemas de ensino velarão para que as crianças, de idade inferior a 7anos, recebem conveniente educação em escolas maternais, jardim de infância instituições ensino equivalentes".

A partir deste impulso, o numero de alunos, cresceu em uma proporção, de quase 100%. Apesar da expansão ter sido benéfica para um certo número de crianças, não atendeu ao grande contingente que ainda hoje, não tem acesso a esse tipo de educação.

As condições sócio-econômicas são fatores que acentuam o fenômeno de privação cultural. Os conhecimentos, informações, contra informações, desinformações são desenvolvidas para criança, que os transformam e reestruturam através de sua potencialidade psíquica, física, afetiva num longo processo formativo resultante da interação entre ela, os indivíduos e o meio.

No ato da concepção, a criança recebe de seus progenitores uma carga hereditária de caracteres que formarão indivíduo único. Incluem-se neles características biológico-sociais, como ainda o esqueleto, musculatura, sistema nervoso, modo comportamental, perante si mesmo e a sociedade. Para que esses caracteres se desenvolvam é necessário estímulos internos bem como, os fatores externos incidindo sobre o indivíduo, situação geográfica, contexto sócio-cultural, tradições, escalas de valores, classe social, grupo família, alimentação, escolaridade, efetividade, etc.
 
 
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