O deficiente visual e a escola
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- Introdução
- Formulação do problema
- Objetivos
- Definição de termos
- Metodologia
- A educação especial
- O porquê da educação especial
- Deficiência de audição
- Distúrbios da linguagem
- Deficiência visual
- Legislação da educação especial
- Introdução a educação especial no estado do paraná
- Visão histórica do atendimento do deficiente visual
- Deficiente visual
- Características gerais do deficiente visual
- A educação do deficiente visual
- Importância do diagnóstico e classificação do deficiente visual
- Sugestões práticas para pessoas dotadas de visão
- Para trabalhar com deficiente visual
- Visão subnormal, quando existe luz
- Alunos em idade escolar
A preocupação com o atendimento às pessoas que apresentam diferenças acentuadas, em relação a maioria das pessoas de uma sociedade, notadamente os deficientes visuais, tem se evidenciado através de ações, as mais diversas.
No presente trabalho procurou-se precisar o sentido da educação especial para os deficientes visuais. No Brasil, a lei nº 5.692/71 que preconiza, em seu artigo 19, parágrafo 2º: "os sistemas de ensino velarão para que as crianças, de idade inferior a 7anos, recebem conveniente educação em escolas maternais, jardim de infância instituições ensino equivalentes".
A partir deste impulso, o numero de alunos, cresceu em uma proporção, de quase 100%. Apesar da expansão ter sido benéfica para um certo número de crianças, não atendeu ao grande contingente que ainda hoje, não tem acesso a esse tipo de educação.
As condições sócio-econômicas são fatores que acentuam o fenômeno de privação cultural. Os conhecimentos, informações, contra informações, desinformações são desenvolvidas para criança, que os transformam e reestruturam através de sua potencialidade psíquica, física, afetiva num longo processo formativo resultante da interação entre ela, os indivíduos e o meio.
No ato da concepção, a criança recebe de seus progenitores uma carga hereditária de caracteres que formarão indivíduo único. Incluem-se neles características biológico-sociais, como ainda o esqueleto, musculatura, sistema nervoso, modo comportamental, perante si mesmo e a sociedade. Para que esses caracteres se desenvolvam é necessário estímulos internos bem como, os fatores externos incidindo sobre o indivíduo, situação geográfica, contexto sócio-cultural, tradições, escalas de valores, classe social, grupo família, alimentação, escolaridade, efetividade, etc.
No presente trabalho procurou-se precisar o sentido da educação especial para os deficientes visuais. No Brasil, a lei nº 5.692/71 que preconiza, em seu artigo 19, parágrafo 2º: "os sistemas de ensino velarão para que as crianças, de idade inferior a 7anos, recebem conveniente educação em escolas maternais, jardim de infância instituições ensino equivalentes".
A partir deste impulso, o numero de alunos, cresceu em uma proporção, de quase 100%. Apesar da expansão ter sido benéfica para um certo número de crianças, não atendeu ao grande contingente que ainda hoje, não tem acesso a esse tipo de educação.
As condições sócio-econômicas são fatores que acentuam o fenômeno de privação cultural. Os conhecimentos, informações, contra informações, desinformações são desenvolvidas para criança, que os transformam e reestruturam através de sua potencialidade psíquica, física, afetiva num longo processo formativo resultante da interação entre ela, os indivíduos e o meio.
No ato da concepção, a criança recebe de seus progenitores uma carga hereditária de caracteres que formarão indivíduo único. Incluem-se neles características biológico-sociais, como ainda o esqueleto, musculatura, sistema nervoso, modo comportamental, perante si mesmo e a sociedade. Para que esses caracteres se desenvolvam é necessário estímulos internos bem como, os fatores externos incidindo sobre o indivíduo, situação geográfica, contexto sócio-cultural, tradições, escalas de valores, classe social, grupo família, alimentação, escolaridade, efetividade, etc.

