Motivação
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- Origens históricas do conceito de motivação
- Motivação na ótica administrativa
- A compreensão da motivação é primordial na busca de resultados
- A experiência de howthorme
As necessidades produzem motivos que impelem o indivíduo à ação. Embora alguns motivos sejam inatos e outros adquiridos, a maneira pela qual respondemos a todos eles é modificada pela aprendizagem e influenciada pela cultura na qual vivemos. O termo motivação é genérico e designa as necessidades, metas ou desejos que provocam ação de um organismo. O processo de motivação consiste no estágio motivacional, no qual o indivíduo é ativado a fim de satisfazer uma necessidade; o estágio comportamental, no qual a resposta é dada; e o estágio de redução da necessidade, no qual a resposta satisfaz.
Assim a motivação vai desde os estados de ativação difusos, carentes de direção, até expressões específicas de energia, dirigida a objetivos. Embora com freqüência usam-se os termos "necessidade" ou "função" para designar toda a sucessão de forças motivadoras que afetam a conduta, certo número de teóricos prefere reservar o termo motivo para aqueles casos nos qual a atividade não somente se provoca, mas também é dirigida para um objetivo.
Há necessidades inatas ou primárias e secundárias ou adquiridas. Entre as necessidades inatas ou primárias aparece uma variedade de necessidades biológicas (comida, água, calor, oxigênio, evitar a dor, etc.) que o organismo tem que satisfazer para que sobreviva.
A maioria das respostas dos seres humanos não é provocada por necessidades, ou carências básicas, mas por necessidades adquiridas, mais apropriadamente designadas por "motivos". Os motivos são desejos adquiridos de alguns objetivos. Estes desejos, ou motivos, estimulam a aprendizagem de determinadas condutas.
Assim a motivação vai desde os estados de ativação difusos, carentes de direção, até expressões específicas de energia, dirigida a objetivos. Embora com freqüência usam-se os termos "necessidade" ou "função" para designar toda a sucessão de forças motivadoras que afetam a conduta, certo número de teóricos prefere reservar o termo motivo para aqueles casos nos qual a atividade não somente se provoca, mas também é dirigida para um objetivo.
Há necessidades inatas ou primárias e secundárias ou adquiridas. Entre as necessidades inatas ou primárias aparece uma variedade de necessidades biológicas (comida, água, calor, oxigênio, evitar a dor, etc.) que o organismo tem que satisfazer para que sobreviva.
A maioria das respostas dos seres humanos não é provocada por necessidades, ou carências básicas, mas por necessidades adquiridas, mais apropriadamente designadas por "motivos". Os motivos são desejos adquiridos de alguns objetivos. Estes desejos, ou motivos, estimulam a aprendizagem de determinadas condutas.

