Milagre Econômico
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O PAEG preparou o terreno para a retomada do crescimento econômico. Entre 1964 e 1967, porém, as taxas de crescimento econômico foram baixas, fruto inclusive do próprio componente conjuntural do plano que estabeleceu políticas de contenção de demanda. Neste quadro, a equipe econômica que assumiu o comando em fins de 1967, em vez de prosseguir no combate inflacionário, passou a ver o crescimento econômico como necessidade mais premente, inclusive para legitimar o regime. Deu-se então o período do chamado "milagre" que estendeu-se de 1969 a 1973, combinando o extraordinário crescimento econômico com taxas relativamente baixas de inflação.
Iremos estudar o período chamado "Milagre Econômico", juntamente com a ascensão de Emílio Garrastazu Médici, já que a ocorrência do "milagre" deu-se durante o governo de Médici. Acreditamos que dessa forma podemos compreender melhor qual era a situação política durante o "Milagre Econômico".
Ascensão ao Poder de Médici:
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bajé (RS) no dia 4 de dezembro de 1905, filho de Emílio Médici e de Júlia Garrastazu Médici. Seu pai era comerciante e fazendeiro de origem italiana e sua mãe descendia de ricos estancieiros de origem basca espanhola.
Emílio Médici, ingressou em 1918 no Colégio Militar de Porto Alegre. Em 1924 matriculou-se na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, sendo declarado aspirante-a-oficial da arma de cavalaria em janeiro de 1927. Em julho de 1929 foi designado a primeiro-tenente, através do . 12º Regimento de Cavalaria
No dia 6 de outubro foi comissionado por Getúlio Vargas, chefe supremo dos revolucionários, no posto de capitão, tendo conduzido as tropas de seu regimento até o ponto de junção das forças rebeldes. Dois meses após a vitória do movimento, que em 24 de outubro de 1930 depôs Washington Luís e em 3 de novembro colocou Vargas no poder, retornou à patente de primeiro-tenente. Em 1932 voltou a comandar efetivos do 12º RC, dessa vez para combater a Revolução Constitucionalista, deflagrada em julho daquele ano em São Paulo em oposição ao governo central e sufocada em outubro pelas forças legalistas.
Promovido afinal a capitão em outubro de 1934, em 1937 foi designado ajudante-secretário na Escola de Estado-Maior, no Rio.
Concluindo o curso de estado-maior em março de 1944, em maio seguinte foi designado para o estado-maior da 3ª Divisão de Cavalaria, em Bajé. Em junho de 1948 foi promovido a tenente-coronel e em janeiro de 1950 transferido para o quartel-general da 3ª Região Militar (3ª RM), sediada em Porto Alegre, tornando-se chefe da 2ª seção (informações) do estado-maior regional. Em julho de 1953 atingiu o posto de coronel e no mês de setembro foi nomeado comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) de Porto Alegre.
Iremos estudar o período chamado "Milagre Econômico", juntamente com a ascensão de Emílio Garrastazu Médici, já que a ocorrência do "milagre" deu-se durante o governo de Médici. Acreditamos que dessa forma podemos compreender melhor qual era a situação política durante o "Milagre Econômico".
Ascensão ao Poder de Médici:
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bajé (RS) no dia 4 de dezembro de 1905, filho de Emílio Médici e de Júlia Garrastazu Médici. Seu pai era comerciante e fazendeiro de origem italiana e sua mãe descendia de ricos estancieiros de origem basca espanhola.
Emílio Médici, ingressou em 1918 no Colégio Militar de Porto Alegre. Em 1924 matriculou-se na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, sendo declarado aspirante-a-oficial da arma de cavalaria em janeiro de 1927. Em julho de 1929 foi designado a primeiro-tenente, através do . 12º Regimento de Cavalaria
No dia 6 de outubro foi comissionado por Getúlio Vargas, chefe supremo dos revolucionários, no posto de capitão, tendo conduzido as tropas de seu regimento até o ponto de junção das forças rebeldes. Dois meses após a vitória do movimento, que em 24 de outubro de 1930 depôs Washington Luís e em 3 de novembro colocou Vargas no poder, retornou à patente de primeiro-tenente. Em 1932 voltou a comandar efetivos do 12º RC, dessa vez para combater a Revolução Constitucionalista, deflagrada em julho daquele ano em São Paulo em oposição ao governo central e sufocada em outubro pelas forças legalistas.
Promovido afinal a capitão em outubro de 1934, em 1937 foi designado ajudante-secretário na Escola de Estado-Maior, no Rio.
Concluindo o curso de estado-maior em março de 1944, em maio seguinte foi designado para o estado-maior da 3ª Divisão de Cavalaria, em Bajé. Em junho de 1948 foi promovido a tenente-coronel e em janeiro de 1950 transferido para o quartel-general da 3ª Região Militar (3ª RM), sediada em Porto Alegre, tornando-se chefe da 2ª seção (informações) do estado-maior regional. Em julho de 1953 atingiu o posto de coronel e no mês de setembro foi nomeado comandante do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) de Porto Alegre.

