Informática na UTI
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- Informática na atualidade
- Informática na saúde
- Informática na UTI
- Controle de informática na melhoria do paciente de UTI
- A tecnologia e o paciente de UTI
- Temores e mitos do uso de agulhas para atendimento de paciente na UTI
- Pesquisa de campo (profissional da área de saúde)
- Análise dos resultados
Com o avanço da informática nos dias de hoje é impossível imaginar-se a administração de um hospital, ou até mesmo uma UTI, sem utilizar os recursos da informática.
Cada vez mais, é impossível pensar-se na operação de um hospital, ou um Centro de Terapia Intensiva ou mesmo de uma clínica especializada, sem o uso disseminado da Informática como ferramenta de (Informação, inteligência, Integração e Controle).
O hospital é uma das organizações mais complexas que existem e o universo das informações que precisam ser gerenciadas é imenso, cobrindo desde informações sobre os pacientes até os aspectos administrativos propriamente ditos.
A informatização de um hospital não é uma tarefa fácil, principalmente quando o seu objetivo principal é integrar, através de computadores, todos os aspectos referentes às suas atividades-meio e às atividades-fim.
Um dos aspectos fundamentais para o sucesso dessa operação é o estabelecimento de uma estrutura gerencial e operacional adequada, o Centro de Informática Hospitalar (CIH), idealizado de modo a se adequar ao organograma já existente no hospital, mas ao mesmo tempo, buscando modernizá-lo com o objetivo de integrar a Informática da maneira mais completa e eficiente possível.
Segundo SABATTINI (2004), são muitas as vantagens e os benefícios, mas o dono ou o administrador do hospital (geralmente um médico) precisa conhecê-los bem e compará-los com os custos e os riscos envolvidos na informatização. O objetivo é buscar o conhecimento, e verificar através da observação, a real ajuda que a informática pode oferecer tanto para equipe médica, como para o paciente.
Justifica-se o uso da informática na UTI, devido o crescente desenvolvimento da tecnologia da computação, a progressiva redução de custos e a melhoria de desempenho, que tornou atrativa a idéia de utilizar a informática para resolver problemas na coleta e armazenamento de dados, bem como, para suporte às decisões clínicas de uma Unidade de Terapia Intensiva.
A pesquisa está estruturada da seguinte forma: no capítulo 1. Apresenta-se a informática na atualidade. No capítulo 2. Aborda-se a informática na saúde com ênfase na UTI. No capítulo 3. Relata como deve ser o controle da informática para a melhoria do paciente na UTI. No capítulo 4. Mostra a tecnologia e o paciente da UTI, seus temores e mitos das agulhas. E, no capítulo 5. Uma pesquisa de campo em uma UTI de um hospital universitário.
Cada vez mais, é impossível pensar-se na operação de um hospital, ou um Centro de Terapia Intensiva ou mesmo de uma clínica especializada, sem o uso disseminado da Informática como ferramenta de (Informação, inteligência, Integração e Controle).
O hospital é uma das organizações mais complexas que existem e o universo das informações que precisam ser gerenciadas é imenso, cobrindo desde informações sobre os pacientes até os aspectos administrativos propriamente ditos.
A informatização de um hospital não é uma tarefa fácil, principalmente quando o seu objetivo principal é integrar, através de computadores, todos os aspectos referentes às suas atividades-meio e às atividades-fim.
Um dos aspectos fundamentais para o sucesso dessa operação é o estabelecimento de uma estrutura gerencial e operacional adequada, o Centro de Informática Hospitalar (CIH), idealizado de modo a se adequar ao organograma já existente no hospital, mas ao mesmo tempo, buscando modernizá-lo com o objetivo de integrar a Informática da maneira mais completa e eficiente possível.
Segundo SABATTINI (2004), são muitas as vantagens e os benefícios, mas o dono ou o administrador do hospital (geralmente um médico) precisa conhecê-los bem e compará-los com os custos e os riscos envolvidos na informatização. O objetivo é buscar o conhecimento, e verificar através da observação, a real ajuda que a informática pode oferecer tanto para equipe médica, como para o paciente.
Justifica-se o uso da informática na UTI, devido o crescente desenvolvimento da tecnologia da computação, a progressiva redução de custos e a melhoria de desempenho, que tornou atrativa a idéia de utilizar a informática para resolver problemas na coleta e armazenamento de dados, bem como, para suporte às decisões clínicas de uma Unidade de Terapia Intensiva.
A pesquisa está estruturada da seguinte forma: no capítulo 1. Apresenta-se a informática na atualidade. No capítulo 2. Aborda-se a informática na saúde com ênfase na UTI. No capítulo 3. Relata como deve ser o controle da informática para a melhoria do paciente na UTI. No capítulo 4. Mostra a tecnologia e o paciente da UTI, seus temores e mitos das agulhas. E, no capítulo 5. Uma pesquisa de campo em uma UTI de um hospital universitário.

