Hipertensão: um sinal, um fator de risco e uma doença.
enfermagem
estudo
trabalho publicado dia 13/10/2006
ainda não avaliado
nível : avançado
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Oficialmente, a hipertensão é definida como uma pressão arterial sistólica superior a 140mmHg e uma pressão diastólica maior que 90mmHg durante um período sustentado.
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial.
A hipertensão é por vezes chamada de o assassino silencioso, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida.
A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. Como um fator de risco, a hipertensão contribui pra a velocidade co que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes vasculares. Quando considerada com uma doença, a hipertensão é um importante contribuinte para a morte por doença cardíaca, renal e vascular periférica.
A elevação prolongada da pressão arterial lesiona, eventualmente, os vasos sanguíneos por todo o corpo, principalmente nos órgãos-alvo, como coração, rins, cérebro e olhos. Dessa maneira, as conseqüências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento visual. Além disso, o ventrículo esquerdo do coração torna-se aumentado, à medida que ele trabalha pra bombear o sangue contra a pressão elevada.
Os fatores de risco para hipertensão são: idade avançada, histórico familiar, peso corporal excessivo, estilo de vida sedentário, ingesta aumentada de sódio.
Embora a etiologia exata para a maioria dos casos de hipertensão não possam ser identificada, compreende-se que a hipertensão é uma condição multifatorial. Como a hipertensão é um sinal, é mais provável que ela possua muitas causas, exatamente como a febre apresenta muitas causas. Para que a hipertensão ocorra, deve haver uma alteração em um dos fatores na equação de pressão arterial: resistência periférica ou débito cardíaco. Para que a hipertensão aconteça, deve haver um problema com os sistemas de controle que monitorizam ou regulam a pressão, além de uma ou mais alterações nos fatores na equação da pressão arterial. Mutações em genes isolados foram identificadas para alguns tipos muito raros de hipertensão, porém acredita-se que a maioria dos tipos de pressão arterial elevada seja poligênica.
Diversas hipóteses sobre as bases fisiopatológicas da pressão arterial elevada estão associadas ao conceito de hipertensão como uma condição multifatorial. Diante da superposição entre essas hipóteses, é provável que os aspectos de todas elas se mostrem, eventualmente, corretos
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial.
A hipertensão é por vezes chamada de o assassino silencioso, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida.
A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. Como um fator de risco, a hipertensão contribui pra a velocidade co que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes vasculares. Quando considerada com uma doença, a hipertensão é um importante contribuinte para a morte por doença cardíaca, renal e vascular periférica.
A elevação prolongada da pressão arterial lesiona, eventualmente, os vasos sanguíneos por todo o corpo, principalmente nos órgãos-alvo, como coração, rins, cérebro e olhos. Dessa maneira, as conseqüências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento visual. Além disso, o ventrículo esquerdo do coração torna-se aumentado, à medida que ele trabalha pra bombear o sangue contra a pressão elevada.
Os fatores de risco para hipertensão são: idade avançada, histórico familiar, peso corporal excessivo, estilo de vida sedentário, ingesta aumentada de sódio.
Embora a etiologia exata para a maioria dos casos de hipertensão não possam ser identificada, compreende-se que a hipertensão é uma condição multifatorial. Como a hipertensão é um sinal, é mais provável que ela possua muitas causas, exatamente como a febre apresenta muitas causas. Para que a hipertensão ocorra, deve haver uma alteração em um dos fatores na equação de pressão arterial: resistência periférica ou débito cardíaco. Para que a hipertensão aconteça, deve haver um problema com os sistemas de controle que monitorizam ou regulam a pressão, além de uma ou mais alterações nos fatores na equação da pressão arterial. Mutações em genes isolados foram identificadas para alguns tipos muito raros de hipertensão, porém acredita-se que a maioria dos tipos de pressão arterial elevada seja poligênica.
Diversas hipóteses sobre as bases fisiopatológicas da pressão arterial elevada estão associadas ao conceito de hipertensão como uma condição multifatorial. Diante da superposição entre essas hipóteses, é provável que os aspectos de todas elas se mostrem, eventualmente, corretos

