Hanseníase
ainda não avaliado
nível : avançado
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- Técnica de Ziehl-Neelsen
- Preparação para a coloração
- Comprometimento das mucosas
- Comprometimento ocular
- Comprometimento de órgãos internos
- Reação na forma tuberculoide
- Reação na forma lepromatosa
- Testes e provas
- Estados reacionais
A hanseníase é doença infecto-contagiosa causada pelo Mycobacterium leprae, bacilo que atinge a pele e nervos e causa sérias incapacidades físicas e sociais quanto mais tardio for o seu diagnostico e tratamento. O contagio dá-se através do contato entre indivíduos sadios e casos contagiantes da doença (multibacilares) sem tratamento. Estudos mostram que grande parte da população é resistente a doença, entretanto pode-se garantir que a doença encontra-se em expansão quando muitas pessoas são atingidas, em especial as crianças, e quando aparecem doentes com incapacidades físicas no momento do diagnostico.
O Brasil ocupa o 2º lugar do mundo em numero absoluto de casos de hanseníase, sendo o primeiro das Américas. A doença é endêmica em todo o território nacional, embora com distribuição irregular. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, são as que apresentam as maiores taxas de detecção e prevalência da doença.
As maiores dificuldades hoje encontradas são a alta detecção de casos e a prevalência em níveis elevados em muitos dos municípios brasileiros (problemas epidemiológicos) e reduzida em muitos outros, muitas vezes como conseqüência da falta de um trabalho sistematizado de divulgação de sinais e sintomas junto a população em geral, decorrente da falta de capacitação de pessoal da rede de serviços para diagnosticar e tratar todos os casos existentes e o preconceito social ainda presente (problemas operacionais).
A implantação de ações de controle da hanseníase em todas as Unidades de Saúde da rede básica hoje se apresenta como uma das soluções para o alcance da meta de eliminação. Esta implantação tem custo muito reduzido pois não necessita de alta complexidade e os medicamentos e imunológicos são fornecidos pelo governo, sendo de responsabilidade dos municípios, assessorados pelos estados, o planejamento, execução e avaliação das ações de controle, conduzindo a uma nova realidade na qual os municípios assumam efetivamente a gerencia do controle da hanseníase.
A Programação de Atividades de Controle da Hanseníase (Plano de Ação) deve fazer parte do Plano Municipal de Saúde, estar integrada com as demais ações e buscar as parcerias necessárias em outras instancias, contanto com a acessória técnica dos estados neste processo.
A hanseníase faz parte dos Programas Estratégicos que ainda tem aquisição e distribuição de medicamentos pelo Ministério da Saúde, com vistas a garantir o fornecimento de medicamentos nos níveis estaduais e municipais.
Neste contexto de implementação das ações de controle de forma integral, atenção especial precisa ser atribuída ao suprimento adequado de medicamentos, uma vez que o sucesso das atividades de controle, com vistas à eliminação da hanseníase como problema de saúde pública, somente será alcançado através da cura de todos os casos diagnosticados. Para tanto, é indispensável a reorganização dos procedimentos de programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação dos medicamentos específicos para hanseníase.
O Brasil ocupa o 2º lugar do mundo em numero absoluto de casos de hanseníase, sendo o primeiro das Américas. A doença é endêmica em todo o território nacional, embora com distribuição irregular. As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, são as que apresentam as maiores taxas de detecção e prevalência da doença.
As maiores dificuldades hoje encontradas são a alta detecção de casos e a prevalência em níveis elevados em muitos dos municípios brasileiros (problemas epidemiológicos) e reduzida em muitos outros, muitas vezes como conseqüência da falta de um trabalho sistematizado de divulgação de sinais e sintomas junto a população em geral, decorrente da falta de capacitação de pessoal da rede de serviços para diagnosticar e tratar todos os casos existentes e o preconceito social ainda presente (problemas operacionais).
A implantação de ações de controle da hanseníase em todas as Unidades de Saúde da rede básica hoje se apresenta como uma das soluções para o alcance da meta de eliminação. Esta implantação tem custo muito reduzido pois não necessita de alta complexidade e os medicamentos e imunológicos são fornecidos pelo governo, sendo de responsabilidade dos municípios, assessorados pelos estados, o planejamento, execução e avaliação das ações de controle, conduzindo a uma nova realidade na qual os municípios assumam efetivamente a gerencia do controle da hanseníase.
A Programação de Atividades de Controle da Hanseníase (Plano de Ação) deve fazer parte do Plano Municipal de Saúde, estar integrada com as demais ações e buscar as parcerias necessárias em outras instancias, contanto com a acessória técnica dos estados neste processo.
A hanseníase faz parte dos Programas Estratégicos que ainda tem aquisição e distribuição de medicamentos pelo Ministério da Saúde, com vistas a garantir o fornecimento de medicamentos nos níveis estaduais e municipais.
Neste contexto de implementação das ações de controle de forma integral, atenção especial precisa ser atribuída ao suprimento adequado de medicamentos, uma vez que o sucesso das atividades de controle, com vistas à eliminação da hanseníase como problema de saúde pública, somente será alcançado através da cura de todos os casos diagnosticados. Para tanto, é indispensável a reorganização dos procedimentos de programação, aquisição, armazenamento, distribuição e dispensação dos medicamentos específicos para hanseníase.

