Globalização
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- O surgimento
- As fases da globalização
- O neoliberalismo
- Blocos econômicos
- Conseqüências
- Emprego x desemprego
- O Brasil diante da globalização
O fenômeno mundial denominado "globalização ", tem sido um tema que está com alta freqüência na mídia. Futuro irreversível da economia mundial, que coloca as grandes potenciais como monopolizadoras da econômica, gerando uma concorrência desigual, criando uma certa homogeneização cultural entre os países, incentivados principalmente pela evolução da tecnologia É uma interligação que dividem opiniões propiciadas pelo sistema capitalista no qual vivemos. Enfatizamos neste trabalho os aspectos sócio-culturais e de relação comerciais e de trabalho, as vantagens e desvantagem neste processo histórica constituídos de dominados x dominantes.
A globalização não começou de repente, nem é tão recente. A sua origem remonta há um século, quando começava a primeira onda de investimentos no exterior. A Grã-Bretanha - seguida de longe pela França, Alemanha, Holanda e Estados Unidos - liderava o movimento, que semeava ferrovias, portos, usinas elétricas e iluminação pública na Argentina, União Sul-Africana, Índia, China, Austrália, Brasil, México e outros países.
A febre da expansão econômica durou décadas, sobreviver à Primeira Guerra Mundial (1914-18) mas foi freada subitamente pelo grande cataclisma de 1929. O desastre interrompeu a concorrência desenfreada entre os Estados Unidos, que já ocupavam a posição de primeira potência, a Alemanha e a decadente Grã-Bretanha. A colossal destruição da Europa e do Japão, na Segunda Guerra Mundial (1939-45), abriu uma fase inteiramente nova, assentada na hegemonia americana.
A diferença atual é que ao invés de exércitos e poder bélico, a dominação se faz por meio do poder econômico e da tecnologia de ponta dos países desenvolvidos, em especial os Estados Unidos, que apresentam uma economia mais avançada e com as menores taxas de desemprego.
A globalização não começou de repente, nem é tão recente. A sua origem remonta há um século, quando começava a primeira onda de investimentos no exterior. A Grã-Bretanha - seguida de longe pela França, Alemanha, Holanda e Estados Unidos - liderava o movimento, que semeava ferrovias, portos, usinas elétricas e iluminação pública na Argentina, União Sul-Africana, Índia, China, Austrália, Brasil, México e outros países.
A febre da expansão econômica durou décadas, sobreviver à Primeira Guerra Mundial (1914-18) mas foi freada subitamente pelo grande cataclisma de 1929. O desastre interrompeu a concorrência desenfreada entre os Estados Unidos, que já ocupavam a posição de primeira potência, a Alemanha e a decadente Grã-Bretanha. A colossal destruição da Europa e do Japão, na Segunda Guerra Mundial (1939-45), abriu uma fase inteiramente nova, assentada na hegemonia americana.
A diferença atual é que ao invés de exércitos e poder bélico, a dominação se faz por meio do poder econômico e da tecnologia de ponta dos países desenvolvidos, em especial os Estados Unidos, que apresentam uma economia mais avançada e com as menores taxas de desemprego.

