Finanças comportamentais : uma revisão de literatura dos estudos realizados no Brasil e no exterior
finanças
estudo
trabalho publicado dia 09/11/2008
ainda não avaliado
nível : expert
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Os principais objetivos deste artigo giram na discussão do tema Finanças Comportamentais, sendo tomado paralelamente à hipótese de mercados eficientes (HME). A previsibilidade dos retornos financeiros é um outro ponto a ser discutido, pois a HME fracassa quando da previsão destes retornos. As Finanças Comportamentais deixam o pressuposto de racionalidade ilimitada de lado, trabalhando com áreas afins, tais como Psicologia e Sociologia. Diversos componentes do arcabouço teórico são abordados para dar ênfase a um tema que está em voga desde o início da década e tendo maior importância no Brasil. As anomalias nos mercados são tratadas pela teoria convencional de finanças de forma diferente do tratamento dado pelas Finanças Comportamentais, que se baseia na limitação da racionalidade dos entes e não só nas informações que são disponibilizadas nos mercados.
A pesquisa acadêmica em Finanças Comportamentais cresceu nos últimos anos graças ao ressurgimento do mercado de capitais no Brasil. Pelo fato de ainda ser escassa esta literatura em âmbito nacional, será apresentada uma revisão teórica dos principais pontos já tratados sobre Finanças Comportamentais no Brasil e, em paralelo se comparará, quando possível, com estudos realizados no exterior.
Inicialmente, os principais conceitos de Finanças Comportamentais serão apresentados e discutidos, evidenciando-se a situação atual comparativamente com a situação histórica estrangeira.
O segundo passo é desenvolver uma revisão da literatura existente para se obter um panorama das Finanças Comportamentais no Brasil. Utilizam-se as teorias a ela relacionadas e explicam-se os conceitos básicos que podem influenciar os investidores a deixarem a racionalidade de lado no momento de realilzar investimentos.
Inicialmente, a hipótese de mercados eficientes (HME) tentou explicar as decisões e os comportamentos financeiros dos entes. No decorrer do artigo, essa hipótese mostrou-se com algumas deficiências, pois não há a situação de mercados completamente eficientes, por exemplo, quando relacionado à assimetria informacional.
Se considerada como totalmente válida a HME, apenas as novas informações influenciariam nos preços dos ativos, estes numa trajetória randômica com volumes de transação modestos. Junte-se a isso o fato de que os fundos de ações são ativamente administrados e há discrepâncias existentes entre os valores de mercado e os valores relacionados a fundamentos nos preços das ações.
A pesquisa acadêmica em Finanças Comportamentais cresceu nos últimos anos graças ao ressurgimento do mercado de capitais no Brasil. Pelo fato de ainda ser escassa esta literatura em âmbito nacional, será apresentada uma revisão teórica dos principais pontos já tratados sobre Finanças Comportamentais no Brasil e, em paralelo se comparará, quando possível, com estudos realizados no exterior.
Inicialmente, os principais conceitos de Finanças Comportamentais serão apresentados e discutidos, evidenciando-se a situação atual comparativamente com a situação histórica estrangeira.
O segundo passo é desenvolver uma revisão da literatura existente para se obter um panorama das Finanças Comportamentais no Brasil. Utilizam-se as teorias a ela relacionadas e explicam-se os conceitos básicos que podem influenciar os investidores a deixarem a racionalidade de lado no momento de realilzar investimentos.
Inicialmente, a hipótese de mercados eficientes (HME) tentou explicar as decisões e os comportamentos financeiros dos entes. No decorrer do artigo, essa hipótese mostrou-se com algumas deficiências, pois não há a situação de mercados completamente eficientes, por exemplo, quando relacionado à assimetria informacional.
Se considerada como totalmente válida a HME, apenas as novas informações influenciariam nos preços dos ativos, estes numa trajetória randômica com volumes de transação modestos. Junte-se a isso o fato de que os fundos de ações são ativamente administrados e há discrepâncias existentes entre os valores de mercado e os valores relacionados a fundamentos nos preços das ações.

