Farmacocinética em pacientes idosos e crianças
medicina
estudo
trabalho publicado dia 21/09/2006
ainda não avaliado
nível : expert
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Já se tornou axiomática a referência da explosão demográfica dos idosos todas as vezes em que se analisa algum tema de geriatria ou de gerontologia.
Estes resultados são alcançados nos países em que se destacam os progressões médicos de diagnóstico e terapêutica , acessíveis ao cidadão comum, ao lado de saneamento básico, proteção da saúde e bom nível sócio-econômico.
A farmacoterapia dos idosos, constitui apenas um dos aspectos do tratamento global dos pacientes desta faixa etária. Na realidade, o tratamento racional do idoso é complexo e abrange a integração terapêutica de clínicos gerais, de geriatras, de psicogeriatras, de enfermagem de saúde pública de assistentes sociais. Trata-se de um objetivo difícil de ser atingido, mas talvez no futuro se possa substituir a atual atitude de desprezo benigno do idoso por outra mais adequada. Neste sentido, já foram alcançadas várias conquistas.
O problema, além da superação dos tabus sociogênicos, também acarreta grande ônus econômico. Não foi sem razão que Thomas considerou a manutenção da saúde dos idosos como o maior desafio da medicina atual. Não interessará à sociedade, nem aos próprios velhos, prolongar a vida sem um concomitante nível de saúde compatível com a independência física, mental e social daqueles que tem o privilégio de atingir uma idade avançada.
A farmacogeriatria já começou a adquirir fundamentos científicos, com o advento de inúmeros trabalhos que vem orientando como se deve medicar os pacientes idosos.
Na interação medicamento versus organismo envelhecido, chamam logo a nossa atenção as inúmeras variáveis biológicas alteradas pelo envelhecimento. Tais alterações, que redizem a capacidade e reserva funcionais praticamente de todos os sistemas, influem, às vezes de maneira profunda, na farmacocinética e farmacodinâmica dos fármacos. Passaremos a analisar alguns parâmetros farmacológicos e a extensão da sua variabilidade no organismo do paciente idoso.
As mudanças biológicas associadas ao envelhecimento são influenciadas pela hereditariedade e fatores ambientais. Uma distinção deve ser feita entre o envelhecer fisiológico _ o desgaste normal que ocorre com a passagem do tempo_ e o fenômeno patológico que ocorre em pessoas idosas que são os resultados das doenças ou fatores adversos ao estilo de vida de um indivíduo. As funções em desuso e a decadência física são outros fatores que devem logicamente ser 1diferenciados além do processo de envelhecimento fisiológico. Os termos "idoso" e "cidadão mais velho" são melhores definidos em termos de "status" funcional do que pela idade cronológica, embora em razão das conveniências administrativas são frequentemente usadas: idade 65,idade 75, etc.
Estes resultados são alcançados nos países em que se destacam os progressões médicos de diagnóstico e terapêutica , acessíveis ao cidadão comum, ao lado de saneamento básico, proteção da saúde e bom nível sócio-econômico.
A farmacoterapia dos idosos, constitui apenas um dos aspectos do tratamento global dos pacientes desta faixa etária. Na realidade, o tratamento racional do idoso é complexo e abrange a integração terapêutica de clínicos gerais, de geriatras, de psicogeriatras, de enfermagem de saúde pública de assistentes sociais. Trata-se de um objetivo difícil de ser atingido, mas talvez no futuro se possa substituir a atual atitude de desprezo benigno do idoso por outra mais adequada. Neste sentido, já foram alcançadas várias conquistas.
O problema, além da superação dos tabus sociogênicos, também acarreta grande ônus econômico. Não foi sem razão que Thomas considerou a manutenção da saúde dos idosos como o maior desafio da medicina atual. Não interessará à sociedade, nem aos próprios velhos, prolongar a vida sem um concomitante nível de saúde compatível com a independência física, mental e social daqueles que tem o privilégio de atingir uma idade avançada.
A farmacogeriatria já começou a adquirir fundamentos científicos, com o advento de inúmeros trabalhos que vem orientando como se deve medicar os pacientes idosos.
Na interação medicamento versus organismo envelhecido, chamam logo a nossa atenção as inúmeras variáveis biológicas alteradas pelo envelhecimento. Tais alterações, que redizem a capacidade e reserva funcionais praticamente de todos os sistemas, influem, às vezes de maneira profunda, na farmacocinética e farmacodinâmica dos fármacos. Passaremos a analisar alguns parâmetros farmacológicos e a extensão da sua variabilidade no organismo do paciente idoso.
As mudanças biológicas associadas ao envelhecimento são influenciadas pela hereditariedade e fatores ambientais. Uma distinção deve ser feita entre o envelhecer fisiológico _ o desgaste normal que ocorre com a passagem do tempo_ e o fenômeno patológico que ocorre em pessoas idosas que são os resultados das doenças ou fatores adversos ao estilo de vida de um indivíduo. As funções em desuso e a decadência física são outros fatores que devem logicamente ser 1diferenciados além do processo de envelhecimento fisiológico. Os termos "idoso" e "cidadão mais velho" são melhores definidos em termos de "status" funcional do que pela idade cronológica, embora em razão das conveniências administrativas são frequentemente usadas: idade 65,idade 75, etc.
Sumário do trabalho
- Medicina geriátrica e o paciente idoso (farmacogeriatria)
- Procedimentos visando a farmacocinética em idosos
- Farmacodinâmica
- História médica
- História medicamentos
- Reações medicamentosas "iatrogências"
- Precauções na administração de medicamentos em idosos
- Medicamentos pediátricos
- Fatores que alteram a disposição dos medicamentos em crianças
- Administração de medicamentos em crianças
- Outras ações da farmácia clínica na pediatria
- Medicamentos não recomendados ao uso pediátrico

