Evolução do Transporte de cabotagem no Brasil
ainda não avaliado
nível : todo público
consultado 3 vezes
- Introdução
- Escolha do Tema
- Situação do Problema
- Objetivo Geral
- Objetivos Especícifos
- Justificativa
- Metodologia
- Delimitação do Trabalho
- Revisão literária
- A importância dos transportes para a logística
- Os serviços de cabotagem no Brasil
- O Mercado de Transporte Marítimo
- As Rotas Internacionais de Comércio
- Portos
- Os Terminais Brasileiros de Movimentação de Contêineres
- Rotas do Porto de Santos e do Porto de Manaus
- O Transporte de Contêineres na Cabotagem
- As Rotas de Cabotagem
- Porto Concentrador de Cargas
- A Oferta de Navios para a Cabotagem
- Conclusão
- Referências bibliográficas
Num país que apresenta aproximadamente 8.000 Km de extensão de costa, onde as principais cidades, os pólos industriais e os centros consumidores concentram-se no litoral, ou próximo a ele, o segmento de Cabotagem deve surgir como uma alternativa viável para compor a cadeia de suprimentos de diversos setores.
O Transporte de Cabotagem é definido como navegação marítima realizada no próprio país, isto é, ligando os portos nacionais podendo abranger os rios e lagos. Não há praticamente restrições ao Transporte de Cabotagem quanto ás mercadorias que são transportadas por este interessante modal. E como são utilizados navios de pequeno porte "feeder". Após pesquisas do grupo enfatizamos que quanto maior o percurso mais atraente se torna o Transporte de Cabotagem tendo em vista alguns atrativos: segurança, avarias, confiabilidade entre outras.
O segmento de transporte de Cabotagem tem crescido discretamente nos últimos 10 anos, mas as perspectivas de aumento de demanda são maiores. Desta maneira, a organização dos serviços portuários, bom como a infraestrutura disponível, passam a ser peças fundamentais na capacidade de atendimento e nos custos deste serviço.
Para que a Cabotagem venha a ter êxito, devem existir portos eficientes, segurança de carga, custos competitivos, tempo de espera menores nos portos e rotas adequadas. Desta forma, será possível a transferência da carga do modal rodoviário para o modal aquaviário e assim sendo, o transporte rodoviário deverá se integrar à Cabotagem. Com a melhoria dos serviços portuários, a Cabotagem deverá passar a ser um nicho de mercado para o transporte marítimo no Brasil.
A navegação de cabotagem foi responsável por 14% do total da produção de transportes no Brasil em 2001, segundo o BNDES. O maior parte das cargas transportadas entre portos do país é combustível e minério, sendo que a participação da carga geral é de apenas 4,5% do total da tonelagem transportada.
A grande extensão do litoral brasileiro e a concentração da atividade econômica próxima á costa, dado o padrão histórico de ocupação de espaço territorial, favorecendo o transporte de cargas através da navegação de cabotagem, cujo potencial é evidente, considerando-se que as maiores cidades do país e as capitais da maioria dos estados com acesso ao mar são próximas de grandes portos.
A navegação de cabotagem é também favorecida pelas escassas alternativas dos modais dutoviário e ferroviário entre os estados ao longo da costa brasileira. Existe apenas uma linha ferroviária entre o Nordeste e o Sudeste, não havendo ligação ferroviária entre o Norte e o restante do país. As malhas ferroviárias do Sul e do Sudeste são operadas por diferentes concessionárias e o tráfego entre elas é reduzido.
Em 1951, a navegação de cabotagem era responsável por 27,5% da produção de transporte no Brasil. Ao longo das décadas seguintes, porém, sofreu grande diminuição de sua importância na matriz de transportes, atingindo seu ponto mínimo em 1994, quando respondeu por apenas 10% da produção de transportes do país.
Desde 1997, o transporte de carga geral na cabotagem tem apresentado crescimento de 29% ao ano, e entre as causas dessa tendência estão os aumentos dos custos do transporte rodoviário, devido aos roubos de cargas, ao estado precário das rodovias e aos custos de pedágios. Segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes, a principal razão apontada para a contratação dos serviços de navegação de cabotagem foi o custo do frete, vindo a seguir a segurança da carga, tendo sido também destacada a menor avaria das mercadorias em relação aos outros modais. Por outro lado, as melhorias nos portos e a redução de custos de embarque e desembarque de contêineres têm contribuído para a retomada do transporte de carga geral na cabotagem. Os principais problemas apontados pólos usuários da navegação de cabotagem foram à carência de linhas regulares, o grande número de tarifas, a ineficiência portuária, o elevado custo de estiva e o excesso de burocracia.
O Transporte de Cabotagem é definido como navegação marítima realizada no próprio país, isto é, ligando os portos nacionais podendo abranger os rios e lagos. Não há praticamente restrições ao Transporte de Cabotagem quanto ás mercadorias que são transportadas por este interessante modal. E como são utilizados navios de pequeno porte "feeder". Após pesquisas do grupo enfatizamos que quanto maior o percurso mais atraente se torna o Transporte de Cabotagem tendo em vista alguns atrativos: segurança, avarias, confiabilidade entre outras.
O segmento de transporte de Cabotagem tem crescido discretamente nos últimos 10 anos, mas as perspectivas de aumento de demanda são maiores. Desta maneira, a organização dos serviços portuários, bom como a infraestrutura disponível, passam a ser peças fundamentais na capacidade de atendimento e nos custos deste serviço.
Para que a Cabotagem venha a ter êxito, devem existir portos eficientes, segurança de carga, custos competitivos, tempo de espera menores nos portos e rotas adequadas. Desta forma, será possível a transferência da carga do modal rodoviário para o modal aquaviário e assim sendo, o transporte rodoviário deverá se integrar à Cabotagem. Com a melhoria dos serviços portuários, a Cabotagem deverá passar a ser um nicho de mercado para o transporte marítimo no Brasil.
A navegação de cabotagem foi responsável por 14% do total da produção de transportes no Brasil em 2001, segundo o BNDES. O maior parte das cargas transportadas entre portos do país é combustível e minério, sendo que a participação da carga geral é de apenas 4,5% do total da tonelagem transportada.
A grande extensão do litoral brasileiro e a concentração da atividade econômica próxima á costa, dado o padrão histórico de ocupação de espaço territorial, favorecendo o transporte de cargas através da navegação de cabotagem, cujo potencial é evidente, considerando-se que as maiores cidades do país e as capitais da maioria dos estados com acesso ao mar são próximas de grandes portos.
A navegação de cabotagem é também favorecida pelas escassas alternativas dos modais dutoviário e ferroviário entre os estados ao longo da costa brasileira. Existe apenas uma linha ferroviária entre o Nordeste e o Sudeste, não havendo ligação ferroviária entre o Norte e o restante do país. As malhas ferroviárias do Sul e do Sudeste são operadas por diferentes concessionárias e o tráfego entre elas é reduzido.
Em 1951, a navegação de cabotagem era responsável por 27,5% da produção de transporte no Brasil. Ao longo das décadas seguintes, porém, sofreu grande diminuição de sua importância na matriz de transportes, atingindo seu ponto mínimo em 1994, quando respondeu por apenas 10% da produção de transportes do país.
Desde 1997, o transporte de carga geral na cabotagem tem apresentado crescimento de 29% ao ano, e entre as causas dessa tendência estão os aumentos dos custos do transporte rodoviário, devido aos roubos de cargas, ao estado precário das rodovias e aos custos de pedágios. Segundo pesquisa da Confederação Nacional dos Transportes, a principal razão apontada para a contratação dos serviços de navegação de cabotagem foi o custo do frete, vindo a seguir a segurança da carga, tendo sido também destacada a menor avaria das mercadorias em relação aos outros modais. Por outro lado, as melhorias nos portos e a redução de custos de embarque e desembarque de contêineres têm contribuído para a retomada do transporte de carga geral na cabotagem. Os principais problemas apontados pólos usuários da navegação de cabotagem foram à carência de linhas regulares, o grande número de tarifas, a ineficiência portuária, o elevado custo de estiva e o excesso de burocracia.

