Estudio de caso - criança com baixo rendimento escolar
ainda não avaliado
nível : todo público
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- INTRODUÇÃO
- OBJETIVOS
- Objetivo Geral
- Objetivos Específicos
- JUSTIFICATIVA
- METODOLOGIA
- ENCAMINHAMENTO
- ENTREVISTA INICIAL COM O PROFESSOR
- Entrevista com o professor
- ANAMNESE
- Anamnese com a mãe
- Passado
- ATUAL
- EOCA
- Inquérito
- Análise da EOCA
- Roteiro para a análise do comportamento
- Análise da Verbalização da Criança
- TÉCNICAS PROJETIVAS PSICOPEDAGÓGICAS
- Desenho da figura humana
- Desenho da família
- Desenho da dupla educativa
- Imagine o porquê
- ANÁLISE DO MATERIAL ESCOLAR
- ANÁLISE DA LECTO-ESCRITA
- PROVAS DO DIAGNÓSTICO OPERATÓRIO
- PROVA DA CONSERVAÇÃO DE QUANTIDADES DISCRETAS
- PROVA DA CONSERVAÇÃO DAS QUANTIDADES DE LÍQUIDO
- PROVA DA CONSERVAÇÃO DA MASSA
- PROVA DE CLASSES - MUDANÇA DE CRITÉRIO OU DICOTOMIA
- PROVA DE INCLUSÃO DE CLASSE (FRUTAS)
- PROVA DE SERIAÇÃO DE BASTONETES
- HIPÓTESE E SÍNTESE DIAGNÓSTICA
- PLANO DE INTERVENÇÃO
- ENTREVISTA DEVOLUTIVA
- CONCLUSÃO
- REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
O Diagnóstico Psicopedagógico é o processo pelo qual é analisada a situação do aluno com dificuldades dentro do contexto escola e de sala de aula, com a finalidade de proporcionar aos professores orientações e instrumentos que permitem modificar o conflito manifestado.
Fernandez (1990) afirma que o diagnóstico, para o terapeuta, deve ter a mesma função que a rede para um equilibrista. É ele, portanto, a base que dará suporte ao psicopedagogo para que este faça o encaminhamento necessário.
É um processo que permite ao profissional investigar, levantar hipóteses provisórias que serão ou não confirmadas ao longo do processo recorrendo, para isso, conhecimentos práticos e teóricos. Esta investigação permanece durante todo o trabalho diagnóstico através de intervenções e da "[...] escuta psicopedagógica [...]", para que "[...] se possa decifrar os processos que dão sentido ao observado e norteiam a intervenção" (BOSSA, 2000, p. 24).
Na Epistemologia Convergente todo o processo diagnóstico é estruturado para que se possa observar a dinâmica de interação entre o cognitivo e o afetivo de onde resulta o funcionamento do sujeito (BOSSA, 1995, p.80). Conforme Weiss, "o objetivo básico do diagnóstico psicopedagógico é identificar os desvios e os obstáculos básicos no Modelo de Aprendizagem do sujeito que o impedem de crescer na aprendizagem dentro do esperado pelo meio social" (2003, p. 32).
O diagnóstico possui uma grande relevância tanto quanto o tratamento. Ele mexe de tal forma com o paciente e sua família que, por muitas vezes, chegam a acreditar que o sujeito teve uma melhora ou tornou-se agressivo e agitado no decorrer do trabalho diagnóstico. Por isso devemos fazer o diagnóstico com cuidado observando o comportamento e mudanças que podem ocorrer no sujeito.
Fernandez (1990) afirma que o diagnóstico, para o terapeuta, deve ter a mesma função que a rede para um equilibrista. É ele, portanto, a base que dará suporte ao psicopedagogo para que este faça o encaminhamento necessário.
É um processo que permite ao profissional investigar, levantar hipóteses provisórias que serão ou não confirmadas ao longo do processo recorrendo, para isso, conhecimentos práticos e teóricos. Esta investigação permanece durante todo o trabalho diagnóstico através de intervenções e da "[...] escuta psicopedagógica [...]", para que "[...] se possa decifrar os processos que dão sentido ao observado e norteiam a intervenção" (BOSSA, 2000, p. 24).
Na Epistemologia Convergente todo o processo diagnóstico é estruturado para que se possa observar a dinâmica de interação entre o cognitivo e o afetivo de onde resulta o funcionamento do sujeito (BOSSA, 1995, p.80). Conforme Weiss, "o objetivo básico do diagnóstico psicopedagógico é identificar os desvios e os obstáculos básicos no Modelo de Aprendizagem do sujeito que o impedem de crescer na aprendizagem dentro do esperado pelo meio social" (2003, p. 32).
O diagnóstico possui uma grande relevância tanto quanto o tratamento. Ele mexe de tal forma com o paciente e sua família que, por muitas vezes, chegam a acreditar que o sujeito teve uma melhora ou tornou-se agressivo e agitado no decorrer do trabalho diagnóstico. Por isso devemos fazer o diagnóstico com cuidado observando o comportamento e mudanças que podem ocorrer no sujeito.

