Ergonomia e usabilidade
parâmetros fundamentais para garantir a segurança e o conforto dos usuários
ainda não avaliado
nível : todo público
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- Testes de usabilidade
- Métodos e técnicas
- Discussão dos resultados
A maior parte dos levantamentos de acidentes com produtos de consumo apontam como causa o erro humano. Contudo, isso não é verdade absoluta na visão de alguns autores. CHAPANIS (1972) apud MORAES(1996), coloca algumas questões que nos fazem refletir sobre isso: "...Dizer que o acidente foi causado por desatenção não fornece em absoluto a chave de como preveni-lo. (...) será que parte da culpa se acha no design do equipamento usado pelo homem? As pessoas, em geral, praticam mais erros com alguns tipos de equipamentos ou veículos do que com outros? É possível redesenhar máquinas de forma que os erros humanos sejam reduzidos ou mesmo eliminados? (...)" Sabe-se que a resposta a essa pergunta é sim e que boa parte desta tarefa de garantir a segurança dos consumidores cabe ao Designer.
Na verdade, o problema não está apenas na utilização errada do produto, mas também nas deficiências do sistema homem-máquina, na falta de informações no produto sobre seus riscos e características e na ineficácia do manual de instruções, requisitos que, pelo Código de Defesa do Consumidor, deveriam ser atendidos no produto, para não serem considerados como defeituosos.
O Código de Defesa do Consumidor se preocupa com a proteção da vida, saúde e segurança do consumidor contra produtos e serviços perigosos e nocivos que ofereçam risco ao usuário. Este órgão procura garantir os direitos do consumidor através de especificações que exijam a qualidade dos produtos e de leis que garantam a reparação dos possíveis danos ao usuário. Contudo, vive-se numa época em que a palavra de ordem é prevenção e, no caso dos produtos domésticos, não existem profissionais mais capacitados do que os ergonomistas envolvidos na equipe de projeto. Os métodos e técnicas da ergonomia permitem avaliar as relações do produto, verificando as situações que propiciam acidentes. Assim, os ergonomistas podem intervir para que os riscos sejam eliminados ou minimizados antes do projeto ir para o mercado.
Na verdade, o problema não está apenas na utilização errada do produto, mas também nas deficiências do sistema homem-máquina, na falta de informações no produto sobre seus riscos e características e na ineficácia do manual de instruções, requisitos que, pelo Código de Defesa do Consumidor, deveriam ser atendidos no produto, para não serem considerados como defeituosos.
O Código de Defesa do Consumidor se preocupa com a proteção da vida, saúde e segurança do consumidor contra produtos e serviços perigosos e nocivos que ofereçam risco ao usuário. Este órgão procura garantir os direitos do consumidor através de especificações que exijam a qualidade dos produtos e de leis que garantam a reparação dos possíveis danos ao usuário. Contudo, vive-se numa época em que a palavra de ordem é prevenção e, no caso dos produtos domésticos, não existem profissionais mais capacitados do que os ergonomistas envolvidos na equipe de projeto. Os métodos e técnicas da ergonomia permitem avaliar as relações do produto, verificando as situações que propiciam acidentes. Assim, os ergonomistas podem intervir para que os riscos sejam eliminados ou minimizados antes do projeto ir para o mercado.

