Educação sexual na escola
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- Educação sexual na escola
- Retrospectiva histórica
- Conclusão
- Os educadores e a inclusão do tema no currículo
- Bibliografia
Falar de sexo é extremamente difícil, mesmo em nossa era, onde vivemos intensamente as conseqüências da revolução sexual iniciada no final dos anos 60. Por que existem tantos tabus em torno deste tema?
Falar de sexualidade significa também falar de repressão, poder, preconceito, interdição do corpo, desejo, paixão, prazer, vida, morte, controle, gênero, pecado, opção sexual, construção de papéis sexuais, doenças sexualmente transmissíveis e atualmente Aids; enfim, de todas as representações sociais que giram em torno dela na sociedade. Estas questões não estão fora do espaço escolar.
A partir de meados dos anos 80, a demanda por trabalhos na área de sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação dos educadores com o grande crescimento da gravidez indesejada entre os adolescentes e com o risco da contaminação pelo HIV (vírus da AIDS) entre os jovens. Com a inclusão da orientação sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, tais como masturbação, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista, em muito contribui para o bem-estar das crianças e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.
Falar de sexualidade significa também falar de repressão, poder, preconceito, interdição do corpo, desejo, paixão, prazer, vida, morte, controle, gênero, pecado, opção sexual, construção de papéis sexuais, doenças sexualmente transmissíveis e atualmente Aids; enfim, de todas as representações sociais que giram em torno dela na sociedade. Estas questões não estão fora do espaço escolar.
A partir de meados dos anos 80, a demanda por trabalhos na área de sexualidade nas escolas aumentou em virtude da preocupação dos educadores com o grande crescimento da gravidez indesejada entre os adolescentes e com o risco da contaminação pelo HIV (vírus da AIDS) entre os jovens. Com a inclusão da orientação sexual nas escolas, a discussão de questões polêmicas e delicadas, tais como masturbação, homossexualidade, aborto, disfunções sexuais, prostituição e pornografia, dentro de uma perspectiva democrática e pluralista, em muito contribui para o bem-estar das crianças e dos jovens na vivência de sua sexualidade atual e futura.

