Educação e êxodo rural
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- Introdução
- Jutificativa
- Detalhamento do problema
- Obejtivos
- Objetivo Geral
- Objetivos específicos
- Do objeto de pesquisa aos procedimentos metodológicos
- Estrutura do trabalho
- Fundamentação teórica
- direito a educação
- democratização da educação rural
- Educação rural em Varginha
- carcaterísticas da comunidade e clientela
- a rede física
- recursos humanos
- desenvolvimento pedagógico da escola- currículos programas
- acompanhamento e avaliação do processo de ensino e aprendizagem
- èxodo rural
- Fluxo Escolar - Movimentação
- As causas do êxodo rural
- Consequências do êxodo para as escolas rurais
- plano de ação das escolas municipais rurais
- pontos positivos da educação rural
- pontos negativos
- Conclusão
- referências bibliográficas
Os movimentos populacionais, também chamados de migrações, atingem, no mundo contemporâneo grandes dimensões, mas é um fenômeno tão antigo quanto o homem. As primeiras populações humanas eram nômades, ou seja, viviam em constante deslocamento em busca do abrigo, água e alimento.
No mundo, talvez o mais significativo de todos os movimentos migratórios tenha sido a migração do campo para a cidade, pois foi o que gerou maiores transformações geográficas.
Nas últimas décadas ocorreram grandes transformações na relação cidade-campo resultando em nova especialização e territorialização do rural e do urbano em nosso país.
As transformações mencionadas estão associadas aos processos sociais como os deslocamentos populacionais, que reorganizarão o especo e o colocaram em contato realidades diferentes, diferentes culturas e concepções diversas de mundo, que interagem e se influenciam mutuamente.
Os movimentos ou deslocamentos populacionais têm aumentado muito no mundo contemporâneo e ocorrem em diversas escalas: Local, regional e internacional.
No caso brasileiro, a migração campo-cidade (também denominada de êxito rural) atingiu seu auge nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o movimento migratório rural-urbano foi conseqüência de várias decisões tomadas e relacionadas ao processo de industrialização brasileiro e à modernização do campo. Os processos de urbanização e industrialização, que também são profundamente inter-relacionados, constituíram-se através de profundas transformações no campo.
Os mais atingidos pela migração foram aqueles que não possuíam terras e já trabalhavam para outros, porque com a mecanização e as precárias condições de vida no campo, são obrigados a migrar. Mas os pequenos proprietários também chamados agricultores familiares, também foram muito atingidos. Da forma como foram implantadas essas transformações no campo, os pequenos agricultores foram prejudicados, sendo que dificilmente conseguiam melhorar de vida e expandir suas terras. Assim é que ocorreu uma fragmentação cada vez maior das suas propriedades, devido ao parcelamento por herança até chegar a um ponto em que a propriedade se tornava tão pequena que não dava para todos os filhos tirarem dela o seu sustento. Alguns filhos então, encontravam duas alternativas: Tornar-se arrendatários, parceiros ou assalariados nas grandes propriedades ou migrar para a cidade. Essas também eram alternativas que sobraram para os que vendiam suas terras.
Nas cidades, a chegada dos migrantes também alterou profundamente a organização espacial. As condições de vida que a maioria dos migrantes consegue no local de destino geralmente não são boas. Os migrantes são excluídos do seu lugar de origem e, na maioria dos casos, também encontram desamparo e exclusão no local de destino. Os que vêm do campo para as cidades, são motivo de exploração quando encontram trabalho nem sempre e regulamentado e devidamente remunerado. Diante disso, os espaços de moradia que eles ocupam são espaços da periferia, das vilas e favelas. O movimento de migração, portanto, tem uma espacialidade que pode ser identificada tanto no trajeto como nos espaços de destino dentro da própria cidade.
No mundo, talvez o mais significativo de todos os movimentos migratórios tenha sido a migração do campo para a cidade, pois foi o que gerou maiores transformações geográficas.
Nas últimas décadas ocorreram grandes transformações na relação cidade-campo resultando em nova especialização e territorialização do rural e do urbano em nosso país.
As transformações mencionadas estão associadas aos processos sociais como os deslocamentos populacionais, que reorganizarão o especo e o colocaram em contato realidades diferentes, diferentes culturas e concepções diversas de mundo, que interagem e se influenciam mutuamente.
Os movimentos ou deslocamentos populacionais têm aumentado muito no mundo contemporâneo e ocorrem em diversas escalas: Local, regional e internacional.
No caso brasileiro, a migração campo-cidade (também denominada de êxito rural) atingiu seu auge nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o movimento migratório rural-urbano foi conseqüência de várias decisões tomadas e relacionadas ao processo de industrialização brasileiro e à modernização do campo. Os processos de urbanização e industrialização, que também são profundamente inter-relacionados, constituíram-se através de profundas transformações no campo.
Os mais atingidos pela migração foram aqueles que não possuíam terras e já trabalhavam para outros, porque com a mecanização e as precárias condições de vida no campo, são obrigados a migrar. Mas os pequenos proprietários também chamados agricultores familiares, também foram muito atingidos. Da forma como foram implantadas essas transformações no campo, os pequenos agricultores foram prejudicados, sendo que dificilmente conseguiam melhorar de vida e expandir suas terras. Assim é que ocorreu uma fragmentação cada vez maior das suas propriedades, devido ao parcelamento por herança até chegar a um ponto em que a propriedade se tornava tão pequena que não dava para todos os filhos tirarem dela o seu sustento. Alguns filhos então, encontravam duas alternativas: Tornar-se arrendatários, parceiros ou assalariados nas grandes propriedades ou migrar para a cidade. Essas também eram alternativas que sobraram para os que vendiam suas terras.
Nas cidades, a chegada dos migrantes também alterou profundamente a organização espacial. As condições de vida que a maioria dos migrantes consegue no local de destino geralmente não são boas. Os migrantes são excluídos do seu lugar de origem e, na maioria dos casos, também encontram desamparo e exclusão no local de destino. Os que vêm do campo para as cidades, são motivo de exploração quando encontram trabalho nem sempre e regulamentado e devidamente remunerado. Diante disso, os espaços de moradia que eles ocupam são espaços da periferia, das vilas e favelas. O movimento de migração, portanto, tem uma espacialidade que pode ser identificada tanto no trajeto como nos espaços de destino dentro da própria cidade.

