Educação de jovens e adultos em uma escola pública de Varginha
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nível : avançado
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Pretende-se, neste estudo acompanhar uma sala de primeira série, do ensino fundamental para jovens e adultos tendo como eixo central a educação popular Freireana práxis de pedagógica libertadora, que valoriza e considera o conhecimento que os alunos trazem consigo.
Esta sala funciona em uma escola publica de Varginha E. Dr. Wladimir de Rezende Pinto . Sabemos da importância do saber ler e escrever, o analfabetismo é uma situação que deprime envergonha o cidadão . Nosso mundo é um mundo letrado, no qual o domínio da língua é também pré requisito para a aquisição da capacidade de lidar com códigos. Esta é a realidade do homem moderno a leitura de códigos em todas as situações rotineiras do ser humano: supermercados, ônibus, estradas, meios de telecomunicações etc. Temos conhecimentos de varias pessoas que, por motivos diversos, não conseguiram freqüentar a escola quando crianças e hoje, adultos, são analfabetos discriminados no seus empregos, no convívio social, numa sua igreja...
Estas pessoas também, como todo, cidadão, tem direito à escola, aos estudos. A própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n9394 de 1996 reza em seu art. 37, seção V que a educação de jovens e adultos, será destinada aquelas que, pelos mais variados motivos, não puderam ter acesso, continuidade e sucesso nos estudos em idade apropriada. Os princípios fundamentais deste artigo que devem servir de base ao ensino são: "[...] igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; [...] pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; [...] garantia de padrão de qualidade de; [...] valorização da experiência extra escolar; [...] vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais".
Estes princípios, com certeza estimulam a criação de propostas, alternativas no currículo escolar, de métodos diferenciados enfim, estimula novos olhares na direção da educação de jovens e adultos que, portanto tempo, esteve relegado do plano das prioridades, educacionais nos mais diversos níveis dos poderes públicos.
É, através desta abertura da LDB que podemos antever um currículo mais audacioso onde os professores se sintam desafiados em construir uma pratica pedagógica concreta mais próxima da realidade.
A proposta curricular estabelecida pelos Parâmetros Curriculares nacionais para o ensino fundamental e o documento da educação dos jovens e adultos (EJA), sugerem o respeito "a concepção pedagógica própria e a pluralidade cultural brasileira", portanto aberta, flexível e adaptável à cada região. Esta concepção valoriza a cultura popular, o saber próprio que cada aluno possui, valorização do dialogo na educação, o multiculturalismo que existe em qualquer núcleo social.
A proposta do EJA se dirige à oferta de temas, dentro do currículo, que privilegie as necessidades básicas, culturais, meio ambiente, relações sociais, cidadania e propostas de formação profissional.
A LDB, em sua prova forma Lei n 9394/96, abre este leque de possibilidades educacionais em que o currículo que é o centro de todo o sistema educativo, pode ser visto como um meio, um instrumento libertador das antigas "práxis". O educando considerado como o centro desse processo como o sujeito que busca a construção do conhecimento em interação coletiva através do dialogo, da discussão do conflito e das contradições .
Esta sala funciona em uma escola publica de Varginha E. Dr. Wladimir de Rezende Pinto . Sabemos da importância do saber ler e escrever, o analfabetismo é uma situação que deprime envergonha o cidadão . Nosso mundo é um mundo letrado, no qual o domínio da língua é também pré requisito para a aquisição da capacidade de lidar com códigos. Esta é a realidade do homem moderno a leitura de códigos em todas as situações rotineiras do ser humano: supermercados, ônibus, estradas, meios de telecomunicações etc. Temos conhecimentos de varias pessoas que, por motivos diversos, não conseguiram freqüentar a escola quando crianças e hoje, adultos, são analfabetos discriminados no seus empregos, no convívio social, numa sua igreja...
Estas pessoas também, como todo, cidadão, tem direito à escola, aos estudos. A própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n9394 de 1996 reza em seu art. 37, seção V que a educação de jovens e adultos, será destinada aquelas que, pelos mais variados motivos, não puderam ter acesso, continuidade e sucesso nos estudos em idade apropriada. Os princípios fundamentais deste artigo que devem servir de base ao ensino são: "[...] igualdade de condições para o acesso e permanência na escola; [...] pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas; [...] garantia de padrão de qualidade de; [...] valorização da experiência extra escolar; [...] vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais".
Estes princípios, com certeza estimulam a criação de propostas, alternativas no currículo escolar, de métodos diferenciados enfim, estimula novos olhares na direção da educação de jovens e adultos que, portanto tempo, esteve relegado do plano das prioridades, educacionais nos mais diversos níveis dos poderes públicos.
É, através desta abertura da LDB que podemos antever um currículo mais audacioso onde os professores se sintam desafiados em construir uma pratica pedagógica concreta mais próxima da realidade.
A proposta curricular estabelecida pelos Parâmetros Curriculares nacionais para o ensino fundamental e o documento da educação dos jovens e adultos (EJA), sugerem o respeito "a concepção pedagógica própria e a pluralidade cultural brasileira", portanto aberta, flexível e adaptável à cada região. Esta concepção valoriza a cultura popular, o saber próprio que cada aluno possui, valorização do dialogo na educação, o multiculturalismo que existe em qualquer núcleo social.
A proposta do EJA se dirige à oferta de temas, dentro do currículo, que privilegie as necessidades básicas, culturais, meio ambiente, relações sociais, cidadania e propostas de formação profissional.
A LDB, em sua prova forma Lei n 9394/96, abre este leque de possibilidades educacionais em que o currículo que é o centro de todo o sistema educativo, pode ser visto como um meio, um instrumento libertador das antigas "práxis". O educando considerado como o centro desse processo como o sujeito que busca a construção do conhecimento em interação coletiva através do dialogo, da discussão do conflito e das contradições .

