Currículo e transversalidade na educação ambiental
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- Introdução
- A ética como princípio fundamental na escola
- O meio ambiente como tema transversal e o currículo escolar
O Ministério da Educação e Desporto (MEC) do Brasil esteve promovendo, desde 1995, um debate em nível nacional, visando à formulação de novos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN). Os PCN vêm a ser uma proposta pedagógica que referencia e orienta a estrutura curricular do sistema educacional do país.
A inovação na estrutura curricular brasileira abrange a inclusão dos temas: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual, Pluralidade Cultural e Trabalho e Consumo. E, devem passar a ser trabalhados nas escolas transversalmente aos conteúdos tradicionais, garantindo o resgate da dignidade da pessoa humana, a igualdade de direitos, a participação ativa na sociedade e a co-responsabilidade pela vida social.
Os temas transversais surgem de questionamentos organizados por um grupo de pessoas que analisam o papel da escola diante de uma sociedade globalizada.
Por que privilegiar os conteúdos citados acima?
A cultura grega clássica foi incorporada pelos dominadores romanos e espalhada como valor hegemônico em todo o mundo. Os pensadores clássicos são compreendidos em uma cultura intelectual elitista, não se preocupando com o trabalho manual. Na cultura ocidental, até hoje esses valores estão representados na estrutura curricular de nossas escolas, isto é, numa concepção elitista percebida atualmente pela tecnologia digital dos computadores e dos meios de comunicação. Mas pode-se perguntar: qual parcela da população tem acesso e usufrui destas conquistas? Não se pode atribuir à educação escolar como a única fonte centralizadora dos valores que interessam às elites, mas também não se deve negar a sua importância na transformação da sociedade.
A inovação na estrutura curricular brasileira abrange a inclusão dos temas: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Orientação Sexual, Pluralidade Cultural e Trabalho e Consumo. E, devem passar a ser trabalhados nas escolas transversalmente aos conteúdos tradicionais, garantindo o resgate da dignidade da pessoa humana, a igualdade de direitos, a participação ativa na sociedade e a co-responsabilidade pela vida social.
Os temas transversais surgem de questionamentos organizados por um grupo de pessoas que analisam o papel da escola diante de uma sociedade globalizada.
Por que privilegiar os conteúdos citados acima?
A cultura grega clássica foi incorporada pelos dominadores romanos e espalhada como valor hegemônico em todo o mundo. Os pensadores clássicos são compreendidos em uma cultura intelectual elitista, não se preocupando com o trabalho manual. Na cultura ocidental, até hoje esses valores estão representados na estrutura curricular de nossas escolas, isto é, numa concepção elitista percebida atualmente pela tecnologia digital dos computadores e dos meios de comunicação. Mas pode-se perguntar: qual parcela da população tem acesso e usufrui destas conquistas? Não se pode atribuir à educação escolar como a única fonte centralizadora dos valores que interessam às elites, mas também não se deve negar a sua importância na transformação da sociedade.

