Cultura religiosa
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Introdução
O conhecimento junto aos valores dignifica o ser humano, e o presente portfólio vem datar todo este semestre da disciplina de Cultura Religiosa o aprendizado que adquirimos com o estudo dos textos apresentados e suas contribuições na formação humana e profissional para o curso de Pedagogia.
Os textos foram ministrados em sala de aula em forma de debates e discussões reflexivas com auxilio também de vídeos, para partir daí registramos do ponto de vista antes de ser trabalhado o texto e posteriormente tomar conclusões possíveis para cada uma das alunas de como se utilizar desta prática para aprimorar as nossas práticas pedagógicas.
Texto: O que é Cientifico? Do autor: Rubem Alves
Expectativa do texto: a priori pude imaginar que o conteúdo que o texto iria abordar era de uma definição ao que seria a palavra científico e traria através de uma exemplificação no texto para compreender melhor o seu significado.
Idéia central do texto: o texto questiona o modelo de fazer ciência, não somente com a realidade quantitativa, e sim, partir também da idéia da qualitativa.
Principais argumentos: neste momento, o autor coloca que o piano ao ser construído tem suas medidas, afinações, peso, pela ciência pode ser mensurado, mas, a intensidade da qual o instrumento é tocado, não é tocado duas vezes sendo que a própria ciência se comove pela a idéia qualitativa mas por ser algo impreciso e impossível de serem repetidos não se permite uma linguagem qualitativa, daí a desvalorização dos cursos de pós-graduação que fazem pesquisas no campo qualitativo. Até Guimarães Rosa,citado pelo autor diz que os haveriam de ficar loucos de tanta lógica.
Conclusão: o que se pode compreender é que o campo quantitativo tem seu espaço, a importância da precisão se faz necessário, mas jamais podemos nos esquecer que o homem é um homem em sua integralidade, não só em partes porque se dá valor só aquilo que é palpável.
Texto: Paradoxo Do autor: Juvenal Arduni
Expectativa do texto: por se um texto trabalhado anteriormente no curso de Pedagogia no 3 Período na disciplina de Filosofia da Educação ministrado pelo o professor Vicente, já se fazia conhecido por nós, e agora ser trabalhado em outra disciplina ficamos na expectativa de como o assunto seria trabalhado em Cultura Religiosa e quais contribuições nos trariam.
Idéia central do texto: o tempo todo o texto mostra como o ser humano é ambivalente, ao mesmo tempo em que ama-odeia, uma ser inacabado em transcendência de dualidade.
Principais argumentos: o homem chora e rir, é de uma linguagem pluriforme. O autor faz a comparação do ser humano com amor, expressão de vida, paixão atribuída ao deus Eros, e também do odiar, pois o ódio é filho de Tânatos e o ser humano é esta mistura. Podemos também perceber a dualidade do homem ao não ser honesto com o próximo, mas querer que sejam honestos com eles, ele discrimina, mas não quer ser discriminado, verdadeiramente é uma luta de ser e não ser.
Conclusão: o homem está condenado a ser livre, é necessário transformar, mudar sua forma de agir, sentir, pensar porque ao mesmo tempo em que podemos construir algo bom e fazer o bem ao próximo também podemos destruir, a necessidade do homem deve ser de superar-se a cada dia de amar o próximo e está disposto a ajudar-lo de vê toda esta situação como morte, doença, pobreza violência e não ficarmos apáticos.
Video-fórum: Dossiê jovem MTV
Este vídeo foi de extrema importância, não acredito somente para o curso de Pedagogia, mas para refletirmos um pouco acerca desta "tal" dualidade do ser humano, e até que ponto vai dá tudo isso que o jovem vem passando no sec.XXI.
A droga já é algo presente na vida dos adolescentes de uma forma mais rápida e fácil, não há constrangimento acerca da vaidade de se arrumar de pensar quem sabe fazer uma correção (plástica), não existe por partes deles -adolescentes- um compromisso com o outro, o compromisso é só "ficar" "transar". No caso das meninas o caso se torna uma paixão que muitas vezes passa bem rápido, cheio de contradições.
O conhecimento junto aos valores dignifica o ser humano, e o presente portfólio vem datar todo este semestre da disciplina de Cultura Religiosa o aprendizado que adquirimos com o estudo dos textos apresentados e suas contribuições na formação humana e profissional para o curso de Pedagogia.
Os textos foram ministrados em sala de aula em forma de debates e discussões reflexivas com auxilio também de vídeos, para partir daí registramos do ponto de vista antes de ser trabalhado o texto e posteriormente tomar conclusões possíveis para cada uma das alunas de como se utilizar desta prática para aprimorar as nossas práticas pedagógicas.
Texto: O que é Cientifico? Do autor: Rubem Alves
Expectativa do texto: a priori pude imaginar que o conteúdo que o texto iria abordar era de uma definição ao que seria a palavra científico e traria através de uma exemplificação no texto para compreender melhor o seu significado.
Idéia central do texto: o texto questiona o modelo de fazer ciência, não somente com a realidade quantitativa, e sim, partir também da idéia da qualitativa.
Principais argumentos: neste momento, o autor coloca que o piano ao ser construído tem suas medidas, afinações, peso, pela ciência pode ser mensurado, mas, a intensidade da qual o instrumento é tocado, não é tocado duas vezes sendo que a própria ciência se comove pela a idéia qualitativa mas por ser algo impreciso e impossível de serem repetidos não se permite uma linguagem qualitativa, daí a desvalorização dos cursos de pós-graduação que fazem pesquisas no campo qualitativo. Até Guimarães Rosa,citado pelo autor diz que os haveriam de ficar loucos de tanta lógica.
Conclusão: o que se pode compreender é que o campo quantitativo tem seu espaço, a importância da precisão se faz necessário, mas jamais podemos nos esquecer que o homem é um homem em sua integralidade, não só em partes porque se dá valor só aquilo que é palpável.
Texto: Paradoxo Do autor: Juvenal Arduni
Expectativa do texto: por se um texto trabalhado anteriormente no curso de Pedagogia no 3 Período na disciplina de Filosofia da Educação ministrado pelo o professor Vicente, já se fazia conhecido por nós, e agora ser trabalhado em outra disciplina ficamos na expectativa de como o assunto seria trabalhado em Cultura Religiosa e quais contribuições nos trariam.
Idéia central do texto: o tempo todo o texto mostra como o ser humano é ambivalente, ao mesmo tempo em que ama-odeia, uma ser inacabado em transcendência de dualidade.
Principais argumentos: o homem chora e rir, é de uma linguagem pluriforme. O autor faz a comparação do ser humano com amor, expressão de vida, paixão atribuída ao deus Eros, e também do odiar, pois o ódio é filho de Tânatos e o ser humano é esta mistura. Podemos também perceber a dualidade do homem ao não ser honesto com o próximo, mas querer que sejam honestos com eles, ele discrimina, mas não quer ser discriminado, verdadeiramente é uma luta de ser e não ser.
Conclusão: o homem está condenado a ser livre, é necessário transformar, mudar sua forma de agir, sentir, pensar porque ao mesmo tempo em que podemos construir algo bom e fazer o bem ao próximo também podemos destruir, a necessidade do homem deve ser de superar-se a cada dia de amar o próximo e está disposto a ajudar-lo de vê toda esta situação como morte, doença, pobreza violência e não ficarmos apáticos.
Video-fórum: Dossiê jovem MTV
Este vídeo foi de extrema importância, não acredito somente para o curso de Pedagogia, mas para refletirmos um pouco acerca desta "tal" dualidade do ser humano, e até que ponto vai dá tudo isso que o jovem vem passando no sec.XXI.
A droga já é algo presente na vida dos adolescentes de uma forma mais rápida e fácil, não há constrangimento acerca da vaidade de se arrumar de pensar quem sabe fazer uma correção (plástica), não existe por partes deles -adolescentes- um compromisso com o outro, o compromisso é só "ficar" "transar". No caso das meninas o caso se torna uma paixão que muitas vezes passa bem rápido, cheio de contradições.

