Crescimento do corporativismo e fraqueza do estado moderno no ensino da geografia
 
 
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Trabalhos em português
 
trabalho publicado dia 17/05/2008
 
ainda não avaliado
nível : expert
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section Sumário do trabalho
 
 
  1. Introdução
  2. Bases dos estados modernos
  3. Os elementos do corporativismo
  4. Corporativismo e atividades informais
 
 
section Resumo
 
 
Introdução

Embora historicamente possamos registrar a existência de Impérios ditos milenares, como a China, ou de Repúblicas que subsistem há muitos séculos, que são o caso da Suíça e San Marino, por exemplo, o Estado, na sua forma atual é uma estrutura muito recente dos grupos humanos.
Uma simples avaliação dos mapas políticos dos chamados "continentes" nos mostra o relativismo e a identidade recente dessas Instituições.

1. Bases dos Estados Modernos

No Continente Europeu, conquanto existam Estados que começaram a se estruturas há quase um milênio, as suas fronteiras têm se delineado ao longo dos tempos mostrando uma grande instabilidade; como exemplo, as duas Grandes Guerras vividas no século XX, alteraram profundamente o mapa político europeu, dando origem a novos países, extinguindo outros - alguns dos quais reapareceram posteriormente (Estados oriundos da lugoslávia), enquanto outros têm registrado constantes alterações de suas fronteiras (Polônia). Estados considerados como "grandes" do ponto de vista de sua força política no mundo atual são extremamente recentes, como a Itália e a Alemanha, cuja unificação somente ocorreu há pouco mais de um século e, se analisados em sua estrutura interna, defrontam-se com grandes problemas de unidade efetiva.
O Continente Americano, delineado em sua estrutura política pela colonização européia, nada tem com os antigos impérios estabelecidos pelos nativos; seus Estados mais antigos datam dos primórdios do século passado ou, quando muito (Estados Unidos) do final do século XVIII. Há, no entanto, registro de muitos novos Estados criados após a Segunda Guerra Mundial, particularmente no Caribe.
Para o Continente Africano, a colonização européia teve igualmente papel muito forte na delineação de suas fronteiras, com a característica específica de que a maioria absoluta de seus Estados só apareceu efetivamente após a Segunda Guerra Mundial, restando inclusive algumas antigas colônias (Saara, Santa Helena), sabendo-se que os atuais Estados em nada se identificam com os antigos Impérios nativos.
 
 
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