Colesterol
medicina
estudo
trabalho publicado dia 26/09/2007
ainda não avaliado
nível : todo público
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O colesterol é uma substância gordurosa que pertence a uma classe de compostos conhecidos como esteróis que estão presentes em todas as células do corpo. É altamente lipossolúvel, porém apenas ligeiramente solúvel em água, sendo capaz de formar ésteres com ácidos graxos. Com efeito, cerca de 70% do colesterol no plasma encontram-se na forma de ésteres de colesterol. Além do colesterol absorvido diariamente pelo trato gastrintestinal, que é denominado colesterol exógeno, verifica-se a formação de grande quantidade, denominada colesterol endógeno, nas células do organismo. Praticamente todo colesterol endógeno que circula nas lipoproteínas do plasma é formado no fígado, embora todas as outras células do corpo sintetizem pelo menos algum colesterol.
Sendo o colesterol uma molécula lipossolúvel para ser transportado é necessário estar ligado a determinadas proteínas sendo estas VLDL, LDL e HDL, onde a quantidade de colesterol é variável em cada uma destas lipoproteínas.
No organismo o colesterol tem funções específicas dentre elas, originar sais biliares que promovem a digestão e a absorção das gorduras, formação das membranas celulares, além de uma pequena porção de colesterol ser utilizada na síntese de hormônios (progesterona, estrogênio e testosterona e hormônios supra-renais) e uma grande quantidade de colesterol é precipitada na camada córnea da pele.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares (DCV) são responsáveis por 12 milhões de óbitos, anualmente, em todo o mundo. No Brasil, as DCVs são responsáveis por 34% dos óbitos globais, sendo aproximadamente 1/3 por doenças isquêmicas do coração (DIC). Uma das principais doenças isquêmicas é aterosclerose que é uma patologia que atinge as artérias de calibre médio e grande caracterizada pelo desenvolvimento de lesões gordurosas denominadas placas ateromatosas, na superfície interna das paredes arteriais. Posteriormente, é comum haver precipitações de sais de cálcio com o colesterol e outros lipídeos das placas, resultando em calcificações duras como o osso, que transformam as artérias em tubos rígidos, dessa forma, as artérias aterioscleróticas perdem a maior parte de sua distensibilidade e, devido às áreas de degeneração em suas paredes, sofrem facilmente ruptura, causando infarto e derrame e com isso prejudicando a qualidade de vida do indivíduo.
Esse quadro alarmante provocou inúmeros estudos e pesquisas científicas para se obter dados que explicasse essa morbidade e mortalidade tão elevada.
O perfil lipídico, fundamentalmente o colesterol total e suas frações, está intimamente relacionado com a DIC, demonstrando-se riscos cada vez mais elevados, quanto maior a colesterolemia, principalmente >200mg/dL, o mesmo ocorrendo com a mortalidade.
O perfil plasmático dos lipídios determina a quantidade de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL, e triglicérides no sangue, medidos em miligramas por decilitro (mg/dl).
As proporções e quantidades dessas frações lipídicas são influenciadas por fatores como: distúrbios genéticos e/ou adquiridos; variáveis ambientais como tabagismo, sedentarismo e dieta. Existem também outros fatores envolvidos, porém não controláveis, são eles: idade, sexo, raça e hereditariedade. Os fatores não controláveis principalmente o sexo e a idade, são freqüentemente alvos de vários questionamentos científicos afim de e se encontrar um padrão de como eles influenciam os níveis lipídicos.
Para se ter uma boa visão do quadro lipêmico do paciente é de extrema importância fazer o controle periódico do colesterol total e frações como também observar a eficácia terapêutica dos medicamentos usados pelo paciente e assim o médico ter a condição de realizar ajustes na dosagem.
Mantendo o nível de CT abaixo de duzentos miligramas por decilitros e a proporção das frações com os seguintes valores: HDL maior ou igual a sessenta e LDL menor ou igual a cento e trinta miligramas por decilitros, um indivíduo adulto estará menos susceptível a desenvolver doenças relacionadas ao aumento do colesterol.
Sendo o colesterol uma molécula lipossolúvel para ser transportado é necessário estar ligado a determinadas proteínas sendo estas VLDL, LDL e HDL, onde a quantidade de colesterol é variável em cada uma destas lipoproteínas.
No organismo o colesterol tem funções específicas dentre elas, originar sais biliares que promovem a digestão e a absorção das gorduras, formação das membranas celulares, além de uma pequena porção de colesterol ser utilizada na síntese de hormônios (progesterona, estrogênio e testosterona e hormônios supra-renais) e uma grande quantidade de colesterol é precipitada na camada córnea da pele.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares (DCV) são responsáveis por 12 milhões de óbitos, anualmente, em todo o mundo. No Brasil, as DCVs são responsáveis por 34% dos óbitos globais, sendo aproximadamente 1/3 por doenças isquêmicas do coração (DIC). Uma das principais doenças isquêmicas é aterosclerose que é uma patologia que atinge as artérias de calibre médio e grande caracterizada pelo desenvolvimento de lesões gordurosas denominadas placas ateromatosas, na superfície interna das paredes arteriais. Posteriormente, é comum haver precipitações de sais de cálcio com o colesterol e outros lipídeos das placas, resultando em calcificações duras como o osso, que transformam as artérias em tubos rígidos, dessa forma, as artérias aterioscleróticas perdem a maior parte de sua distensibilidade e, devido às áreas de degeneração em suas paredes, sofrem facilmente ruptura, causando infarto e derrame e com isso prejudicando a qualidade de vida do indivíduo.
Esse quadro alarmante provocou inúmeros estudos e pesquisas científicas para se obter dados que explicasse essa morbidade e mortalidade tão elevada.
O perfil lipídico, fundamentalmente o colesterol total e suas frações, está intimamente relacionado com a DIC, demonstrando-se riscos cada vez mais elevados, quanto maior a colesterolemia, principalmente >200mg/dL, o mesmo ocorrendo com a mortalidade.
O perfil plasmático dos lipídios determina a quantidade de colesterol total, colesterol LDL, colesterol HDL, e triglicérides no sangue, medidos em miligramas por decilitro (mg/dl).
As proporções e quantidades dessas frações lipídicas são influenciadas por fatores como: distúrbios genéticos e/ou adquiridos; variáveis ambientais como tabagismo, sedentarismo e dieta. Existem também outros fatores envolvidos, porém não controláveis, são eles: idade, sexo, raça e hereditariedade. Os fatores não controláveis principalmente o sexo e a idade, são freqüentemente alvos de vários questionamentos científicos afim de e se encontrar um padrão de como eles influenciam os níveis lipídicos.
Para se ter uma boa visão do quadro lipêmico do paciente é de extrema importância fazer o controle periódico do colesterol total e frações como também observar a eficácia terapêutica dos medicamentos usados pelo paciente e assim o médico ter a condição de realizar ajustes na dosagem.
Mantendo o nível de CT abaixo de duzentos miligramas por decilitros e a proporção das frações com os seguintes valores: HDL maior ou igual a sessenta e LDL menor ou igual a cento e trinta miligramas por decilitros, um indivíduo adulto estará menos susceptível a desenvolver doenças relacionadas ao aumento do colesterol.
Sumário do trabalho
- HDL
- LDL
- Aterogênese

