Cirurgia de pterigio
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- O que é o pterígio
- Localização da afecção
- Sintomas mais freqüentes
- Característica clinica do pterígio
- Histologia do pterígio
- Patogênese do pterígio
- O pterígio e o uso da lente de contato
- Tratamento e cirurgia do pterígio
- O precedente do pterígio - a pinguécula
- O tratamento do pterígio
- A cirurgia do pterígio
- Tratamento e cirurgia com mitomicina
- No pterígio
- Em neoplasia intra-epitelial córneo-conjuntival
O pterígio consiste de um crescimento de tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva bulbar, via de regra, presente na região nasal da fissura interpalpebral, que se desenvolve em direção à córnea. Trata-se de uma afecção de etiologia multifatorial, que se relaciona com a exposição à radiação solar, a microtraumatismo de repetição, inflamações crônicas, idade, hereditariedade e distúrbios imunológicos.
A remoção cirúrgica, não é a única conduta disponível, existe ainda o tratamento clínico. Todavia, em se tratando de procedimento cirúrgico, até o momento para a completa resolução do pterígio, está sendo indicada nos casos em que há prejuízo da acuidade visual, da mobilidade ocular, inflamações crônicas, sintomas irritativos persistentes e/ou alterações cosméticas.
As modalidades cirúrgicas são diversas dentre as quais destacam-se: excisão simples (esclera nua); excisão com rotação de retalho (pouco utilizada); excisão com ceratoplastia lamelar; transplante análogo de conjuntiva; e transplante de membrana amniótica. Esta última está sendo praticada com receios por alguns médicos, devido a complicações que podem surgir posteriormente, considerando-se que trata-se de material retirado de outro ser humano, e até mesmo de animais.
A recidiva do tecido fibrovascular tem sido o maior problema do tratamento cirúrgico do pterígio que chega até a 89,8% para alguns procedimentos, sendo que às vezes pode ser mais agressiva que a própria lesão primária (LEE; HIRTS, 1992).
Por outro lado, a mitomicina C (MMC) utilizada como terapia adjuvante no tratamento do pterígio, tem sido bastante utilizada, na medida em que atua inibindo a síntese do DNA.
Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é acompanhar a evolução da mitomicina C como tratamento pós e pré-operatório, e até mesmo em tratamento clínico do pterígio e também de outras afecções oftalmológicas.
Este trabalho, seguindo uma ordem lógica de entendimento, inicia-se pela explanação da afecção em si - "o pterígio".
A remoção cirúrgica, não é a única conduta disponível, existe ainda o tratamento clínico. Todavia, em se tratando de procedimento cirúrgico, até o momento para a completa resolução do pterígio, está sendo indicada nos casos em que há prejuízo da acuidade visual, da mobilidade ocular, inflamações crônicas, sintomas irritativos persistentes e/ou alterações cosméticas.
As modalidades cirúrgicas são diversas dentre as quais destacam-se: excisão simples (esclera nua); excisão com rotação de retalho (pouco utilizada); excisão com ceratoplastia lamelar; transplante análogo de conjuntiva; e transplante de membrana amniótica. Esta última está sendo praticada com receios por alguns médicos, devido a complicações que podem surgir posteriormente, considerando-se que trata-se de material retirado de outro ser humano, e até mesmo de animais.
A recidiva do tecido fibrovascular tem sido o maior problema do tratamento cirúrgico do pterígio que chega até a 89,8% para alguns procedimentos, sendo que às vezes pode ser mais agressiva que a própria lesão primária (LEE; HIRTS, 1992).
Por outro lado, a mitomicina C (MMC) utilizada como terapia adjuvante no tratamento do pterígio, tem sido bastante utilizada, na medida em que atua inibindo a síntese do DNA.
Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é acompanhar a evolução da mitomicina C como tratamento pós e pré-operatório, e até mesmo em tratamento clínico do pterígio e também de outras afecções oftalmológicas.
Este trabalho, seguindo uma ordem lógica de entendimento, inicia-se pela explanação da afecção em si - "o pterígio".

