Cigarro & corpo
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nível : todo público
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- A matéria prima: tabaco
- A história do fumo
- Formação do cigarro
- Anatomia do cigarro
- O cigarro pelo mundo
- Os efeitos do fumo no organismo
- Doenças causadas pelo fumo
- Os malefícios aos não fumantes
- A propaganda de cigarro
- Alguns dados interessantes sobre o fumo
- Largando o vício
O cigarro é um vício que já se espalhou por todos os lugares do mundo, mas o que muitos não imaginam é o quanto ele pode ser prejudicial á saúde humana.
Esta pesquisa comentará todos os malefícios que o fumo causa ao organismo, desde os físicos até os psicológicos.
Também será apresentada sua história, e o histórico de sua matéria prima principal: a nicotina.
Por trás desse vício, existe grandes indústrias que lucram bilhões todos os anos as custas dos fumantes. Essa pesquisa também analisará esse fato, e mostrará toda a publicidade que está envolvida nesse caso.
Enfim, esta obra tem por objetivo mostrar o quanto é preciso saber sobre o cigarro e o quão mal ele faz a nós.Não se conhece o momento exato no qual, pela primeira vez, alguém teve a idéia de acender e aspirar a fumaça das folhas secas do tabaco, as quais são originárias dos Andes. Desta cordilheira da América do Sul, o tabaco chegou ao Brasil através das migrações indígenas.
No começo, o fumo, confinado aos nativos americanos, estava profundamente relacionado às crenças destes povos, tendo pouca relação com o prazer e com o status do consumo do tabaco. Desta forma, acreditava o indígena que a fumaça obtida através da queima das folhas secas do tabaco era a materialização milagrosa do hálito dos pajés.
Da América para o mundo, foi um passo. O primeiro porto: a Europa. As sementes de tabaco foram enviadas para o Imperador Carlos V, sendo cuidadosamente cultivadas, e logo apreciadas. Em uma outra versão, reporta-se a utilização do tabaco por marinheiros da esquadra de Cabral, graças à sua ação cicatrizante. No entanto, a grande maioria dos homens do mar preferia, mesmo, era fumá-lo.
Ao tabaco ainda foram atribuídos apelidos como "Erva Santa ou Erva-das-Índias", pois lhe eram conferidas propriedades curativas para dores de cabeça, para os males do estômago e para as ditas "úlceras cancerosas". Obviamente, isto ajudou, em muito, a popularização do hábito de fumar entre os integrantes de cortes européias.
A introdução do tabaco como uma droga para males do corpo e da mente gerou reações diversas em diferentes grupos. Os grupos de médicos da época optaram por uma estratégia científica pouco ortodoxa. Puseram-se a escrever tratados sobre o fumo mesmo sem jamais terem visto uma folha do tabaco. Rapidamente, surgiu uma "literatura médica" empenhada em provar que a "Erva Santa" podia curar nevralgias, gengivites, fístulas, pústulas, dores de dentes, bicheiras e outras doenças. Do outro lado, várias vozes levantaram-se contra a tendência de transformar toda a farmácia da época em uma "botica de uma droga só". E a calorosa discussão entre tabagistas e antitabagistas, que já dura cinco séculos, começou.
O nome nicotina surgiu tempos depois. Acredita-se que o embaixador francês na corte portuguesa, Jean Nicot, enviou uma partida de fumo, com algumas instruções, à sua rainha, Catarina de Médici, esposa de Henrique 11, a qual vivia atormentada por crises contínuas de enxaqueca. O fumo chegou à Sua Majestade em 1559. Imediatamente, a rainha começou a cheirar o pó e a pitar pequenos cigarros, sendo acompanhada por boa parte de sua corte. O ato de Nicot fez com que, depois, o botânico De la Champ batizasse o tabaco, cientificamente, com o nome de Herba Nicotiana, dando o nome do embaixador francês a todo o gênero de plantas ao qual o fumo pertence.
Esta pesquisa comentará todos os malefícios que o fumo causa ao organismo, desde os físicos até os psicológicos.
Também será apresentada sua história, e o histórico de sua matéria prima principal: a nicotina.
Por trás desse vício, existe grandes indústrias que lucram bilhões todos os anos as custas dos fumantes. Essa pesquisa também analisará esse fato, e mostrará toda a publicidade que está envolvida nesse caso.
Enfim, esta obra tem por objetivo mostrar o quanto é preciso saber sobre o cigarro e o quão mal ele faz a nós.Não se conhece o momento exato no qual, pela primeira vez, alguém teve a idéia de acender e aspirar a fumaça das folhas secas do tabaco, as quais são originárias dos Andes. Desta cordilheira da América do Sul, o tabaco chegou ao Brasil através das migrações indígenas.
No começo, o fumo, confinado aos nativos americanos, estava profundamente relacionado às crenças destes povos, tendo pouca relação com o prazer e com o status do consumo do tabaco. Desta forma, acreditava o indígena que a fumaça obtida através da queima das folhas secas do tabaco era a materialização milagrosa do hálito dos pajés.
Da América para o mundo, foi um passo. O primeiro porto: a Europa. As sementes de tabaco foram enviadas para o Imperador Carlos V, sendo cuidadosamente cultivadas, e logo apreciadas. Em uma outra versão, reporta-se a utilização do tabaco por marinheiros da esquadra de Cabral, graças à sua ação cicatrizante. No entanto, a grande maioria dos homens do mar preferia, mesmo, era fumá-lo.
Ao tabaco ainda foram atribuídos apelidos como "Erva Santa ou Erva-das-Índias", pois lhe eram conferidas propriedades curativas para dores de cabeça, para os males do estômago e para as ditas "úlceras cancerosas". Obviamente, isto ajudou, em muito, a popularização do hábito de fumar entre os integrantes de cortes européias.
A introdução do tabaco como uma droga para males do corpo e da mente gerou reações diversas em diferentes grupos. Os grupos de médicos da época optaram por uma estratégia científica pouco ortodoxa. Puseram-se a escrever tratados sobre o fumo mesmo sem jamais terem visto uma folha do tabaco. Rapidamente, surgiu uma "literatura médica" empenhada em provar que a "Erva Santa" podia curar nevralgias, gengivites, fístulas, pústulas, dores de dentes, bicheiras e outras doenças. Do outro lado, várias vozes levantaram-se contra a tendência de transformar toda a farmácia da época em uma "botica de uma droga só". E a calorosa discussão entre tabagistas e antitabagistas, que já dura cinco séculos, começou.
O nome nicotina surgiu tempos depois. Acredita-se que o embaixador francês na corte portuguesa, Jean Nicot, enviou uma partida de fumo, com algumas instruções, à sua rainha, Catarina de Médici, esposa de Henrique 11, a qual vivia atormentada por crises contínuas de enxaqueca. O fumo chegou à Sua Majestade em 1559. Imediatamente, a rainha começou a cheirar o pó e a pitar pequenos cigarros, sendo acompanhada por boa parte de sua corte. O ato de Nicot fez com que, depois, o botânico De la Champ batizasse o tabaco, cientificamente, com o nome de Herba Nicotiana, dando o nome do embaixador francês a todo o gênero de plantas ao qual o fumo pertence.

