Benefícios da atividade física na melhoria da qualidade de vida na maturidade
educação física
estudo
trabalho publicado dia 07/10/2008
ainda não avaliado
nível : avançado
consultado 42 vezes
O Brasil se encontra em um processo de transição de uma população jovem para uma idosa e com taxas de fecundidade baixíssima a exemplo do que já acontece com a população de países europeus. O censo realizado no ano 2000 informa que a população de idosos chegou a 14 milhões em meio a 165 milhões de habitantes. (BRASIL, 2002)
Nesta perspectiva pode-se depreender que os indivíduos estão tendo uma expectativa de vida maior como demonstra MATSUDO (2002).
Como vemos em MARQUES (1999) não se pode, nos dias atuais, garantir um envelhecimento bem sucedido sem que as atividades físicas estejam inclusas no cotidiano.
Outro ponto a ser discutido, como afirma PIRES et al. (2002), é que a velhice é sempre vista como um período de decadência física e mental e que o idoso não tem e não pode contribuir para a melhoria da sociedade.
O AMERICAN COLLEGE of SPORTS MEDICINE ACSM (1998) demonstrou que há uma relação entre a prática de atividades físicas e a longevidade (fatores que podem influenciá-la). Ao analisar-se o estudo há demonstração de que impactos positivos em fatores de risco são comuns em praticantes de atividades físicas com mais de 60 anos. Dentre estes fatores pode-se citar: a diminuição e estabilização da pressão arterial, perfil lipídico melhorado, tolerância à glicose e disposição cognitiva acentuada. Dados desse estudo, também demonstraram que ex-atletas ao chegarem à maturidade possuíam padrões de densidade mineral óssea maior que os de mesma faixa etária e sedentários, sofriam menos quedas e traumas ósteo-articulares e possuíam habilidades motoras com respostas mais rápidas a estímulos.
Em RAUCHBACH (2000) nota-se que há uma associação entre inatividade física e doenças cardiovasculares. O estudo do ACSM, já citado, indicou o dobro de risco de doenças relacionadas ao coração em indivíduos inativos.
Da mesma maneira, estudos longitudinais em pacientes com doença coronariana demonstram que a prática de atividades físicas, a dieta e o controle de fatores de risco ajudam a prevenir a progressão da placa lipídica ou reduzem sistematicamente a gravidade da aterosclerose. (MATSUDO, 2002)
Outro ponto importante são as evidências de que a atividade física está associada à redução dos marcadores inflamatórios das artérias, sugerindo que o exercício é coadjuvante do processo de redução das inflamações coronarianas, pois estimula o efeito protetor nas células endoteliais e nas células T. (LEE et al., 2000)
Percebe-se que os indivíduos portadores de necessidade especiais devido a cardiopatia também podem se beneficiar com a prática de atividades físicas, muito embora tenham que estar sob a ótica de cuidados e de restrições que devem ser prescritas por profissional médico.
Nesta perspectiva pode-se depreender que os indivíduos estão tendo uma expectativa de vida maior como demonstra MATSUDO (2002).
Como vemos em MARQUES (1999) não se pode, nos dias atuais, garantir um envelhecimento bem sucedido sem que as atividades físicas estejam inclusas no cotidiano.
Outro ponto a ser discutido, como afirma PIRES et al. (2002), é que a velhice é sempre vista como um período de decadência física e mental e que o idoso não tem e não pode contribuir para a melhoria da sociedade.
O AMERICAN COLLEGE of SPORTS MEDICINE ACSM (1998) demonstrou que há uma relação entre a prática de atividades físicas e a longevidade (fatores que podem influenciá-la). Ao analisar-se o estudo há demonstração de que impactos positivos em fatores de risco são comuns em praticantes de atividades físicas com mais de 60 anos. Dentre estes fatores pode-se citar: a diminuição e estabilização da pressão arterial, perfil lipídico melhorado, tolerância à glicose e disposição cognitiva acentuada. Dados desse estudo, também demonstraram que ex-atletas ao chegarem à maturidade possuíam padrões de densidade mineral óssea maior que os de mesma faixa etária e sedentários, sofriam menos quedas e traumas ósteo-articulares e possuíam habilidades motoras com respostas mais rápidas a estímulos.
Em RAUCHBACH (2000) nota-se que há uma associação entre inatividade física e doenças cardiovasculares. O estudo do ACSM, já citado, indicou o dobro de risco de doenças relacionadas ao coração em indivíduos inativos.
Da mesma maneira, estudos longitudinais em pacientes com doença coronariana demonstram que a prática de atividades físicas, a dieta e o controle de fatores de risco ajudam a prevenir a progressão da placa lipídica ou reduzem sistematicamente a gravidade da aterosclerose. (MATSUDO, 2002)
Outro ponto importante são as evidências de que a atividade física está associada à redução dos marcadores inflamatórios das artérias, sugerindo que o exercício é coadjuvante do processo de redução das inflamações coronarianas, pois estimula o efeito protetor nas células endoteliais e nas células T. (LEE et al., 2000)
Percebe-se que os indivíduos portadores de necessidade especiais devido a cardiopatia também podem se beneficiar com a prática de atividades físicas, muito embora tenham que estar sob a ótica de cuidados e de restrições que devem ser prescritas por profissional médico.

