Avaliação de competências numa empresa de cimento
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nível : expert
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- A ciplan, departamento da manutenção mecânica
- Caracterização da organização
- A gestão de competências e o processo de manutenção produtiva
- Competências e Habilidades
- O desempenho produtivo e o processo de manutenção
- Metodologia
- Relato vivenciado na empresa durante a realização da pesquisa de campo
- Coleta de dados
- Análise e discussão dos dados
- Descrição dos resultados
- Tabela de nível ideal x real
- Análise de produtividade, paradas e falhas
Pode-se perceber quão importante é estudar e entender as competências de uma empresa, no sentido de compreender, entender e agir, num ambiente complexo e mutável.
A Década de 90 foi marcada por grandes transformações, principalmente pela revolução tecnológica dentro dos ambientes empresariais, políticos, econômicos, sociais e ambientais. As organizações estão vivendo num ambiente cada vez mais exigente e ao mesmo tempo marcado pela globalização, competitividade, fusões, privatizações, pela velocidade das informações, afetando culturas, hábitos e costumes das pessoas, ocasionando um estado de perplexidade se comparado o cenário atual com cenários já vivenciado há poucos anos atrás pela sociedade ( Prahalad & Hamel, 1995).
Após investimento pesado em tecnologia, o qual as empresas foram obrigadas a fazer para se manterem no mercado, em virtude da modernidade dos sistemas de comunicação e informação. As grandes organizações, em virtude do nível de suas tecnologias, possam competir e disputar o mercado com certa igualdade fizeram com que algumas organizações chegassem a conclusão de que tinham que buscar um outro diferencial competitivo e passaram a enxergar que o seu maior patrimônio são seus recursos humanos, pois são eles que podem fazer diferença na qualidade e resultados da empresa através do seu maior comprometimento, das suas habilidades, dos seus conhecimentos, das suas capacitações e potenciais para novas competências individuais que trabalhadas melhorariam significativamente os resultados globais da organização. Esta nova era que é caracterizada pela velocidade das informações e competências empresariais está valorizando o papel do Gestor de Recursos Humanos nas empresas (Brandão & Guimarães, 1999).
A Década de 90 foi marcada por grandes transformações, principalmente pela revolução tecnológica dentro dos ambientes empresariais, políticos, econômicos, sociais e ambientais. As organizações estão vivendo num ambiente cada vez mais exigente e ao mesmo tempo marcado pela globalização, competitividade, fusões, privatizações, pela velocidade das informações, afetando culturas, hábitos e costumes das pessoas, ocasionando um estado de perplexidade se comparado o cenário atual com cenários já vivenciado há poucos anos atrás pela sociedade ( Prahalad & Hamel, 1995).
Após investimento pesado em tecnologia, o qual as empresas foram obrigadas a fazer para se manterem no mercado, em virtude da modernidade dos sistemas de comunicação e informação. As grandes organizações, em virtude do nível de suas tecnologias, possam competir e disputar o mercado com certa igualdade fizeram com que algumas organizações chegassem a conclusão de que tinham que buscar um outro diferencial competitivo e passaram a enxergar que o seu maior patrimônio são seus recursos humanos, pois são eles que podem fazer diferença na qualidade e resultados da empresa através do seu maior comprometimento, das suas habilidades, dos seus conhecimentos, das suas capacitações e potenciais para novas competências individuais que trabalhadas melhorariam significativamente os resultados globais da organização. Esta nova era que é caracterizada pela velocidade das informações e competências empresariais está valorizando o papel do Gestor de Recursos Humanos nas empresas (Brandão & Guimarães, 1999).

