Assistência durante o parto normal
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A prática milenar, de prestar assistência a mulher no período gestacional e ao recém-nascido, foi exercida até o final do século passado, basicamente por mulheres, salvo em algumas comunidades indígenas em que os maridos as ajudavam.
Com o surgimento da obstetrícia como área acadêmica do conhecimento, a partir da metade do século XIX, a assistência empírica prestada por mulheres durante o ciclo gravídico-puerperal perde seu espaço.
O parto é institucionalizado no século XX, após a segunda Guerra Mundial, em nome da redução da mortalidade materna e infantil. No Brasil, o parto foi também institucionalizado e medicalizado, a partir da década de 1950.
A assistência ao parto pressupõe a relação de respeito que os profissionais de saúde estabelecem com as mulheres durante o processo de parturição e compreendendo:
Como um processo natural e fisiológico que, quando bem conduzido, não precisa de condutas intervencionistas;
Respeito aos sentimentos, emoções, necessidades e valores culturais;

