Áreas de atuação do orientador educacional diante das perspectivas atuais da escolas
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O Orientador Educacional surgiu para suprir uma necessidade da sociedade burguesa em relação à falta de mão-de-obra especializada em diversos setores da indústria, mas com o passar do tempo, foi se tornando indispensável na equipe técnica da escola, onde vem desenvolvendo inúmeras funções, assim como em outros setores da sociedade. Diante das perspectivas atuais da escola, o Orientador Educacional aparece como mediador da relação escola x comunidade, á frente de projetos e ações que auxiliam tanto o grupo técnico, pedagógico, quanto os educandos, no entendimento das relações inter-pessoais, como na procura de soluções de problemas de toda ordem da esfera escolar.De ferramenta de manutenção de uma sociedade capitalista, burguesa e neoliberal, o orientador passa agora, a ajudar na recuperação dos estragos que o sistema capitalista preconiza nas comunidades mais pobres.
A função do orientador educacional vem sendo discutida atualmente no âmago das escolas, talvez justamente por este acarretar muitas funções que não são suas, e assumir desorientadamente ofícios de outros profissionais da escola. Ou por desconhecerem seu papel ou pela própria escola não ser estruturada como deveria, ou ainda por que continuam exercendo o papel de ajudar a manter a ordem estabelecida da sociedade em que estão inseridos, assim como faziam os primórdios da sua profissão.
Porém veremos neste texto que o orientador educacional tem outras áreas de atuação que vai além dos muros da escola. E muito mais importante é sua função como agente colaborador de mudança de uma sociedade injusta em uma um pouco mais igualitária. Contudo o orientador educacional deve dar jus ao nome de sua função, e realmente trabalhar em prol da comunidade em que vive.
Para compreender melhor como vem sendo organizado o trabalho do orientador, e para onde vai faremos um pequeno resgate histórico dessa profissão.
Segundo Collares (2007), a orientação formal surgiu nos Estados Unidos, no século XIX, e foi formalmente instalada nas escolas no século XX, tendo como principal objetivo suprir as necessidades da sociedade burguesa que em plena era industrial, precisava de gente (trabalhadores), preparados nas mais diversas áreas de cada empresa, para que fossem capazes de exercer as partes de cada trabalho, mas claro sem tomar conhecimento do todo.
Para isso surgiu o trabalho do Orientador Educacional, que a princípio, era realizado pelas próprias empresas, mas depois, foram criados escritórios de orientação profissional, visando orientar os indivíduos sobre as várias opções que se dispunha, claros com base em suas "próprias capacidades". Posteriormente esse trabalho passa a ser solicitado no interior da escola, para orientar os educandos nos planos de carreira e estudos conforme suas aptidões, passando assim a ser denominado de Orientação Educacional. Em consonância com a psicologia científica, a orientação educacional elaborou testes psicológicos de inteligência, de personalidade, de interesses, capazes de detectar diferenças individuais, tornando-se um modo de persuasão psicológica.
A função do orientador educacional vem sendo discutida atualmente no âmago das escolas, talvez justamente por este acarretar muitas funções que não são suas, e assumir desorientadamente ofícios de outros profissionais da escola. Ou por desconhecerem seu papel ou pela própria escola não ser estruturada como deveria, ou ainda por que continuam exercendo o papel de ajudar a manter a ordem estabelecida da sociedade em que estão inseridos, assim como faziam os primórdios da sua profissão.
Porém veremos neste texto que o orientador educacional tem outras áreas de atuação que vai além dos muros da escola. E muito mais importante é sua função como agente colaborador de mudança de uma sociedade injusta em uma um pouco mais igualitária. Contudo o orientador educacional deve dar jus ao nome de sua função, e realmente trabalhar em prol da comunidade em que vive.
Para compreender melhor como vem sendo organizado o trabalho do orientador, e para onde vai faremos um pequeno resgate histórico dessa profissão.
Segundo Collares (2007), a orientação formal surgiu nos Estados Unidos, no século XIX, e foi formalmente instalada nas escolas no século XX, tendo como principal objetivo suprir as necessidades da sociedade burguesa que em plena era industrial, precisava de gente (trabalhadores), preparados nas mais diversas áreas de cada empresa, para que fossem capazes de exercer as partes de cada trabalho, mas claro sem tomar conhecimento do todo.
Para isso surgiu o trabalho do Orientador Educacional, que a princípio, era realizado pelas próprias empresas, mas depois, foram criados escritórios de orientação profissional, visando orientar os indivíduos sobre as várias opções que se dispunha, claros com base em suas "próprias capacidades". Posteriormente esse trabalho passa a ser solicitado no interior da escola, para orientar os educandos nos planos de carreira e estudos conforme suas aptidões, passando assim a ser denominado de Orientação Educacional. Em consonância com a psicologia científica, a orientação educacional elaborou testes psicológicos de inteligência, de personalidade, de interesses, capazes de detectar diferenças individuais, tornando-se um modo de persuasão psicológica.

