Apendicectomia
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nível : expert
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- Apendicite aguda
- Indicações
- Tempos operatórios
- Apencicectomia videolaparoscópica
A apendicite aguda é a principal causa do abdome agudo não traumático, em adultos jovens. Daí vem toda a importância de se conhecer os detalhes dessa patologia, principalmente fazer um diagnóstico precoce, pra evitar complicações, e, além disso, optar pela melhor técnica cirúrgica.
Objetivos : Fazer uma abordagem atualizada das condutas terapêuticas, na apendicite aguda e discutir as melhores indicações para a apendicectomia aberta e a cirurgia laparoscópica.
A apendicectomia consiste da retirada cirúrgica do apêndice cecal, que é uma operação simples, porém, sujeita a complicações diversas. Já foi muito feita como medida "profilática" contra a apendicite, que é potencialmente fatal, mas verificou-se que a possibilidade de ocorrer tal inflamação é menor do que a freqüência da ocorrência de complicações e aderências derivadas da cirurgia - portanto, tal procedimento foi abandonado. Atualmente, é necessário uma hipótese diagnóstica de inflamação apendicular para se realizar a cirurgia. O apêndice pode estar em diversas posições diferentes, o que pode confundir o clínico e, portanto, retardar o diagnóstico de apendicite, especialmente se sua localização for retrocecal, o que não é o mais comum.
O apêndice apresenta uma posição variável e pode ser classificado em anterior, em posição ilial ou pelvina, ou posterior em posição subcecal, retrocecal, ou retrocólica. A posição mais comum é a pelvina. Os apêndices também podem estar fixos ou livres. Os apêndices fixos, que estão presentes em menos de um terço dos casos, são tanto retrocecais como retrocólicos, em posição. Eles são mantidos em posição por uma prega peritoneal curta ou por uma aderência à face posterior do ceco ou colon. Um apêndice livre pode ser encontrado em qualquer ponto no interior de uma projeção esférica, cujo centro é a inserção do apêndice no ceco. Quando o ceco está cheio e descendente, o apêndice livre está pendente e, amiúde, atinge a pelve. Quando o ceco está vazio e contraído, o apêndice pode tornar-se retrocecal em posição.
A apendicite gera um quadro típico, na sua sintomatologia - abdome agudo inflamatório - e, apesar de ser comum em jovens, atinge adultos e idosos também. A apendicite pode se tornar um quadro "crônico", após um "mascaramento" dos sintomas com uma medicação, como o uso de antibióticos em uma fase inicial. Geralmente essa infecção se torna aguda novamente e, muitas vezes, de forma mais grave. Deve-se, portanto, encarar a apendicite aguda seriamente, pois, se não tratada, pode ser fatal.
Objetivos : Fazer uma abordagem atualizada das condutas terapêuticas, na apendicite aguda e discutir as melhores indicações para a apendicectomia aberta e a cirurgia laparoscópica.
A apendicectomia consiste da retirada cirúrgica do apêndice cecal, que é uma operação simples, porém, sujeita a complicações diversas. Já foi muito feita como medida "profilática" contra a apendicite, que é potencialmente fatal, mas verificou-se que a possibilidade de ocorrer tal inflamação é menor do que a freqüência da ocorrência de complicações e aderências derivadas da cirurgia - portanto, tal procedimento foi abandonado. Atualmente, é necessário uma hipótese diagnóstica de inflamação apendicular para se realizar a cirurgia. O apêndice pode estar em diversas posições diferentes, o que pode confundir o clínico e, portanto, retardar o diagnóstico de apendicite, especialmente se sua localização for retrocecal, o que não é o mais comum.
O apêndice apresenta uma posição variável e pode ser classificado em anterior, em posição ilial ou pelvina, ou posterior em posição subcecal, retrocecal, ou retrocólica. A posição mais comum é a pelvina. Os apêndices também podem estar fixos ou livres. Os apêndices fixos, que estão presentes em menos de um terço dos casos, são tanto retrocecais como retrocólicos, em posição. Eles são mantidos em posição por uma prega peritoneal curta ou por uma aderência à face posterior do ceco ou colon. Um apêndice livre pode ser encontrado em qualquer ponto no interior de uma projeção esférica, cujo centro é a inserção do apêndice no ceco. Quando o ceco está cheio e descendente, o apêndice livre está pendente e, amiúde, atinge a pelve. Quando o ceco está vazio e contraído, o apêndice pode tornar-se retrocecal em posição.
A apendicite gera um quadro típico, na sua sintomatologia - abdome agudo inflamatório - e, apesar de ser comum em jovens, atinge adultos e idosos também. A apendicite pode se tornar um quadro "crônico", após um "mascaramento" dos sintomas com uma medicação, como o uso de antibióticos em uma fase inicial. Geralmente essa infecção se torna aguda novamente e, muitas vezes, de forma mais grave. Deve-se, portanto, encarar a apendicite aguda seriamente, pois, se não tratada, pode ser fatal.

