Analise do livro: Virando a própria mesa
nível : avançado
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- A cultura organizacional na visão de Semler
- Outras culturas na visão de Semler
- A cultura na Semco antes de Semler
Ricardo Semler, ex-roqueiro, advogado e administrador de empresas herdou aos 28 anos a responsabilidade de virar a mesa da Semco, uma empresa extremamente especializada e em má situação. Arrojado, re-estruturou e, em poucos anos, tornou-a lucrativa, diversificada e muito maior, comprando várias subsidiárias brasileiras de poderosas multinacionais.
O livro conta como todas essas mudanças ocorreram. Que envolveram, entre outras coisas, um choque entre várias culturas muito distintas: a da empresa conservadora e familiar, a revolucionária (e, por vezes, inconsistente) do jovem Ricardo Semler e outras que influenciam estas (como a cultura brasileira).
O objetivo deste trabalho é identificar as características destas três culturas que podem ser inferidas do texto. Tais características são: - orientação com relação a natureza humana; - distância de poder; - noção de tempo; - noção de espaço e distância; - enfrentamento de incertezas; - masculinidade; - contexto; - formas de comunicação e negociação.
Além da avaliação das culturas acima, o trabalho aqui procurou identificar o que Semler entende por cultura organizacional. Como uma conclusão básica do trabalho pode-se dizer que, seguindo as características acima, Semler tem uma cultura muito mais próxima da cultura da Suécia que da cultura brasileira. E isto pode ser justificado ao se ler o prefácio do livro, assinado por José Mindlin, que diz: procurando transpor para o nosso meio métodos e sistemas que vêm sendo empregados com sucesso em países industrializados, notadamente os escandinavos.
O livro conta como todas essas mudanças ocorreram. Que envolveram, entre outras coisas, um choque entre várias culturas muito distintas: a da empresa conservadora e familiar, a revolucionária (e, por vezes, inconsistente) do jovem Ricardo Semler e outras que influenciam estas (como a cultura brasileira).
O objetivo deste trabalho é identificar as características destas três culturas que podem ser inferidas do texto. Tais características são: - orientação com relação a natureza humana; - distância de poder; - noção de tempo; - noção de espaço e distância; - enfrentamento de incertezas; - masculinidade; - contexto; - formas de comunicação e negociação.
Além da avaliação das culturas acima, o trabalho aqui procurou identificar o que Semler entende por cultura organizacional. Como uma conclusão básica do trabalho pode-se dizer que, seguindo as características acima, Semler tem uma cultura muito mais próxima da cultura da Suécia que da cultura brasileira. E isto pode ser justificado ao se ler o prefácio do livro, assinado por José Mindlin, que diz: procurando transpor para o nosso meio métodos e sistemas que vêm sendo empregados com sucesso em países industrializados, notadamente os escandinavos.

