Agressividade dos alunos nas aulas de educação física escolar
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- Introdução
- Educação física escolar (ensino fundamental)
- A importância da Educação Física para o Ensino Fundamental
- Como a Educação Física é trabalhada atualmente no ensino fundamental?
- A agressividade
- Definição/ Conceituação
- Como surge
- Fatores motivantes
- Agressividade em crianças do 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental
- Agressividade na escola
- Situação atual
- Intervenção
- Considerações finais
- Bibliografia
Essa monografia apresenta como tema: "Agressividade dos alunos nas aulas de Educação Física Escolar". É um assunto polêmico e abrangente dentro da área da educação, que nos últimos tempos vem tomando importância para estudos de psicólogos, educadores e profissionais da área.
Segundo Santin (1987), no mundo atual observa-se a presença de uma realidade estimuladora da competitividade entre os homens e, infelizmente, a educação física também se enquadra neste contexto visto que hoje em dia parece assumir um caráter de treinamento ou adestramento do movimento corporal.
Na escola o ambiente não é diferente e por este motivo às aulas de educação física se transformaram em verdadeiros treinamentos desportivos que visam colocar os alunos como "máquinas de rendimento" as quais tem por fim atingir a capacidade de obtenção dos melhores resultados nas competições interescolares.
Cabe aqui diferenciar a agressividade de um ato de agressão, pois quando o aluno não é compreendido pelo professor que, ele começa a cometer atos de agressão. A agressividade faz parte do impulso de conhecer e a agressão, ao contrário dificulta a possibilidade de pensar.
Pressupõem-se, que com medidas disciplinares proibitivas, não se resolve o problema do ato agressivo. Ao contrário as medidas assim inibem o pensamento e a capacidade de pensar.
Quando os alunos são proibidos de derrubar conhecimentos dos outros, usando sua agressividade que inicialmente é a única forma de tomar contato com sua capacidade de construir conhecimentos, cometem atos agressivos por terem obstáculos que impossibilitam o pensar.
Segundo Patto (1981), a agressividade está mais freqüente na escola. Para ele o mais importante é detectar o problema para buscar a solução, pois não basta olhar apenas o fenômeno e sim a essência. Para ele, a agressividade é maior entre os adolescentes do que nas crianças.
Deve-se dirigir a agressividade para o desafio de conhecer. Se deseja que um aluno cometa menos atos agressivos, tem-se que buscar dentro dele a o que ocasionou este comportamento. Não há aprendizagem possível, sem que o professor e o aluno ponham em jogo a sua agressividade.
Segundo Santin (1987), a escola na verdade, não pode exigir disciplina e a participação realmente ativa e responsável do aluno, onde se sinta entusiasmado pelos objetivos da escola.
Esta precisa rever e repensar a sua função principal que è a de ensinar e instruir os alunos de maneira mais consistente possível, a fim de realizar a transformação de uma sociedade crítica. Pois, na medida em que a escola cumpra o seu papel autêntico, a disciplina torna-se uma questão e não mais um problema.
A agressividade é um sentimento natural, isto é provém de sentimentos primários: alegria, dor, raiva, curiosidade, medo. E possui sentimentos que pedem um nível de elaboração maior: vergonha culpa, remorso, ciúme. Não é bom nem ruim. É natural.
Segundo Santin (1987), no mundo atual observa-se a presença de uma realidade estimuladora da competitividade entre os homens e, infelizmente, a educação física também se enquadra neste contexto visto que hoje em dia parece assumir um caráter de treinamento ou adestramento do movimento corporal.
Na escola o ambiente não é diferente e por este motivo às aulas de educação física se transformaram em verdadeiros treinamentos desportivos que visam colocar os alunos como "máquinas de rendimento" as quais tem por fim atingir a capacidade de obtenção dos melhores resultados nas competições interescolares.
Cabe aqui diferenciar a agressividade de um ato de agressão, pois quando o aluno não é compreendido pelo professor que, ele começa a cometer atos de agressão. A agressividade faz parte do impulso de conhecer e a agressão, ao contrário dificulta a possibilidade de pensar.
Pressupõem-se, que com medidas disciplinares proibitivas, não se resolve o problema do ato agressivo. Ao contrário as medidas assim inibem o pensamento e a capacidade de pensar.
Quando os alunos são proibidos de derrubar conhecimentos dos outros, usando sua agressividade que inicialmente é a única forma de tomar contato com sua capacidade de construir conhecimentos, cometem atos agressivos por terem obstáculos que impossibilitam o pensar.
Segundo Patto (1981), a agressividade está mais freqüente na escola. Para ele o mais importante é detectar o problema para buscar a solução, pois não basta olhar apenas o fenômeno e sim a essência. Para ele, a agressividade é maior entre os adolescentes do que nas crianças.
Deve-se dirigir a agressividade para o desafio de conhecer. Se deseja que um aluno cometa menos atos agressivos, tem-se que buscar dentro dele a o que ocasionou este comportamento. Não há aprendizagem possível, sem que o professor e o aluno ponham em jogo a sua agressividade.
Segundo Santin (1987), a escola na verdade, não pode exigir disciplina e a participação realmente ativa e responsável do aluno, onde se sinta entusiasmado pelos objetivos da escola.
Esta precisa rever e repensar a sua função principal que è a de ensinar e instruir os alunos de maneira mais consistente possível, a fim de realizar a transformação de uma sociedade crítica. Pois, na medida em que a escola cumpra o seu papel autêntico, a disciplina torna-se uma questão e não mais um problema.
A agressividade é um sentimento natural, isto é provém de sentimentos primários: alegria, dor, raiva, curiosidade, medo. E possui sentimentos que pedem um nível de elaboração maior: vergonha culpa, remorso, ciúme. Não é bom nem ruim. É natural.

