Administração de creches
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nível : expert
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- Histórico de creche
- Projeto psicopedagógico
- A importância da família
- A importância da equipe multiprofissional
- Responsabilidade social
Houve tempos em que a infância foi, não somente ignorada, mas também rejeitada e, absolutamente, desprezada por toda a sociedade, no que diz respeito às suas crenças, seus valores e seus costumes, e isso inclui a Igreja e o Estado, que por extensos períodos da história entrelaçaram seus poderes, como uma só figura, sem maiores ou mais explícitas definições de limites de função e poder social.
Até hoje nos surpreendemos com o desrespeito em relação à criança em algumas sociedades. Dados levantados pelo Centro de Estudos e Atendimento à Criança, da USP, confirmam essa tendência e ainda apontam a porcentagem de 75% de abusos sexuais realizadas contra meninas, ocorridos dentro da própria casa. A ciência de hoje comprova que o amor e dedicação dos pais biológicos tem que ser mais questionados e investigados, em vez de aceitos como verdades absolutas, e que o decantado amor materno é, no mínimo, sujeito a dúvidas.
O amor materno foi difundido e mitificado como instinto da natureza feminina "normal", mas, na verdade, foi inventado e fervorosamente enaltecido pelo autoritário poder masculino, na busca da sua autopreservação, e tem apenas dois séculos incompletos da idade, o que é muito pouco para uma civilização que só na contagem da era cristã, já completa dois milênios.
Considero de importância capital os educadores e planejadores das políticas sociais e educacionais que ajudarão a esculpir nosso futuro conhecerem as reais motivações que se escondem nas raízes da história da educação infantil, a fim de admitirem e se conscientizarem a respeito do quanto ela foi e, ainda continua sendo, viçosa e manipulada como meio ilícito de adultos, de origem política ou religiosa, se manterem no poder.
Até hoje nos surpreendemos com o desrespeito em relação à criança em algumas sociedades. Dados levantados pelo Centro de Estudos e Atendimento à Criança, da USP, confirmam essa tendência e ainda apontam a porcentagem de 75% de abusos sexuais realizadas contra meninas, ocorridos dentro da própria casa. A ciência de hoje comprova que o amor e dedicação dos pais biológicos tem que ser mais questionados e investigados, em vez de aceitos como verdades absolutas, e que o decantado amor materno é, no mínimo, sujeito a dúvidas.
O amor materno foi difundido e mitificado como instinto da natureza feminina "normal", mas, na verdade, foi inventado e fervorosamente enaltecido pelo autoritário poder masculino, na busca da sua autopreservação, e tem apenas dois séculos incompletos da idade, o que é muito pouco para uma civilização que só na contagem da era cristã, já completa dois milênios.
Considero de importância capital os educadores e planejadores das políticas sociais e educacionais que ajudarão a esculpir nosso futuro conhecerem as reais motivações que se escondem nas raízes da história da educação infantil, a fim de admitirem e se conscientizarem a respeito do quanto ela foi e, ainda continua sendo, viçosa e manipulada como meio ilícito de adultos, de origem política ou religiosa, se manterem no poder.

