Acupuntura como recurso analgésico revisão bibliográfica
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- Metodologia
- A acupuntura
- Considerações gerais sobre acupuntura
- Histórico da acupuntura
- Acupuntura no Brasil
- Métodos da acupuntura
- Acupuntura sistêmica
- Acupuntura auricular
- Técnica de eletroacupuntura
- Moxabustão
- Ventosaterapia
- Métodos da acupuntura
- Acupuntura sistêmica
- Acupuntura auricular
- Técnica de eltroacupuntura
- Moxabustão
- Ventosaterapia
- O processo ou entidade da dor
- Considerações sobre a dor
- A dor na ótica do MTC
- Neurofisiologia da acupuntura
- Bases neuro - químicas da analgesia por acupuntura
- Fenômenos básicos da analgesia por acupuntura em humanos
- A especificidade do local no ponto de acupuntura
- Mecanismos analgesicos na acupuntura
- Dores de cabeça e a acupuntura
- Alguns casos de referência
- Considerações finais
- Referências
- Anexo
Existem doenças cujo tratamento principal sâo exercícios físicos, como por exemplo, a Fibromialgia. Porém, o estado dolorido por que passa os pacientes os impede ou desestimulam a prosseguir o tratamento. Outras vezes, como em casos pós-cirurgicos o tratamento fisioterápico recomendando ao paciente provoca muitas dores, porém são fundamentais para uma pronta recuperação. Existem ainda os casos de Cefaléia, Enxaqueca, entre outros.
Sabe-se que a dor é uma entidade sensorial múltipla que envolve aspectos emocionais, sociais, culturais, ambientais e cognitivos e é um sinal de alerta que ajuda a proteger o corpo de danos nos tecidos.
Apesar do grande desenvolvimento observado, nos últimos anos, no campo do conhecimento sobre a fisiopatologia da dor, alguns estudos revelam que, em várias situações clínicas, o fenômeno doloroso não é adequadamente controlado pois, freqüentemente, muitos dos componentes não-nociceptivos do sofrimento (limitações nas atividades diárias, profissionais, sociais e familiares, o comprometimento do ritmo do sono, do apetite e do lazer) não são enfocados e tratados.
Vários estudos psicológicos e antropológicos têm demonstrado que a sensação da dor não depende apenas da lesão orgânica , mas , por outro lado , o meio cultural desempenha um papel fundamental na sensação de dor . Há casos em que mesmo em estado de vigília , pessoas de várias culturas sentem de forma consideravelmente diferente a dor perante um estímulo agressivo.
Existe a dor aguda, que comumente está associada a dano tecidual, e a sua percepção atua como um sinal que induz a pessoa a adotar comportamentos que objetivam afastar, reduzir ou eliminar a causa da dor. Essas reações são significativamente influenciadas pelo contexto sócio-cultural no qual ocorreu a lesão e a dor, pelo estado psicológico do indivíduo no início da experiência dolorosa e pela personalidade pré-mórbida do mesmo. As reações afetivas predominantes associadas à dor aguda são a ansiedade e a resposta de estresse com as manifestações de hiperatividade simpática concomitante.
Em contraste com a dor aguda, a dor crônica tem função biológica diferente e associa-se à muita hiperatividade autonômica. Os doentes com dor crônica, geralmente, exibem sintomas neurovegetativos como alterações nos padrões de sono, apetite, peso e libido, associados à irritabilidade, alterações de energia,diminuição da capacidade de concentração, restrições nas atividades familiares, profissionais e sociais.
Segundo Wang et al (2001) apesar de ser universal, a dor pode adquirir significados diferentes para povos, culturas e indivíduos diferentes.
Diante destas considerações, é imprescindível que o Profssional da Fisioterapia, assim como os demais da área de saúde, busquem alternativas que possam auxiliar o paciente, no alívio da dor.
Dentre as diversas ciências alternativas, a acupuntura existe a mais de 3.000 anos, conhecida principalmente na China. Esta "arte milenar de curar as doenças e promover a saúde por meio do manejo da energia do corpo" consegue produzir anestesias e analgesias que por muitas décadas permaneceram inexplicadas e inexplicáveis para a ciência ocidental.
Sabe-se que a dor é uma entidade sensorial múltipla que envolve aspectos emocionais, sociais, culturais, ambientais e cognitivos e é um sinal de alerta que ajuda a proteger o corpo de danos nos tecidos.
Apesar do grande desenvolvimento observado, nos últimos anos, no campo do conhecimento sobre a fisiopatologia da dor, alguns estudos revelam que, em várias situações clínicas, o fenômeno doloroso não é adequadamente controlado pois, freqüentemente, muitos dos componentes não-nociceptivos do sofrimento (limitações nas atividades diárias, profissionais, sociais e familiares, o comprometimento do ritmo do sono, do apetite e do lazer) não são enfocados e tratados.
Vários estudos psicológicos e antropológicos têm demonstrado que a sensação da dor não depende apenas da lesão orgânica , mas , por outro lado , o meio cultural desempenha um papel fundamental na sensação de dor . Há casos em que mesmo em estado de vigília , pessoas de várias culturas sentem de forma consideravelmente diferente a dor perante um estímulo agressivo.
Existe a dor aguda, que comumente está associada a dano tecidual, e a sua percepção atua como um sinal que induz a pessoa a adotar comportamentos que objetivam afastar, reduzir ou eliminar a causa da dor. Essas reações são significativamente influenciadas pelo contexto sócio-cultural no qual ocorreu a lesão e a dor, pelo estado psicológico do indivíduo no início da experiência dolorosa e pela personalidade pré-mórbida do mesmo. As reações afetivas predominantes associadas à dor aguda são a ansiedade e a resposta de estresse com as manifestações de hiperatividade simpática concomitante.
Em contraste com a dor aguda, a dor crônica tem função biológica diferente e associa-se à muita hiperatividade autonômica. Os doentes com dor crônica, geralmente, exibem sintomas neurovegetativos como alterações nos padrões de sono, apetite, peso e libido, associados à irritabilidade, alterações de energia,diminuição da capacidade de concentração, restrições nas atividades familiares, profissionais e sociais.
Segundo Wang et al (2001) apesar de ser universal, a dor pode adquirir significados diferentes para povos, culturas e indivíduos diferentes.
Diante destas considerações, é imprescindível que o Profssional da Fisioterapia, assim como os demais da área de saúde, busquem alternativas que possam auxiliar o paciente, no alívio da dor.
Dentre as diversas ciências alternativas, a acupuntura existe a mais de 3.000 anos, conhecida principalmente na China. Esta "arte milenar de curar as doenças e promover a saúde por meio do manejo da energia do corpo" consegue produzir anestesias e analgesias que por muitas décadas permaneceram inexplicadas e inexplicáveis para a ciência ocidental.

