A revolução mecanista
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O objetivo do presente trabalho é a de esboçar algumas concepções de natureza, principalmente a partir do sec. XVII. Para este intento, a visão de uma natureza histórica a respeito do racionalismo cartesiano e de Galileu se tornam pontos centrais para o entendimento dos desdobramentos que uma concepção mecanicista natural racionalista deixa de legado aos séculos posteriores. A importância da compreensão da natureza como mecanicidade a partir do sec. XVII transpôs para sempre as categorias da evolução humana no ocidente de forma paradigmática, ou seja, a visão tradicional de natureza versus a versão de dominacão da mesma. O domínio do cosmos pelo homem-logus acarretou principalmente em meados da renascenca, com o cogito cartesiano uma visão mecanicista do mundo. As categorias e os encadeamentos na forma mecânica de pensar troca-se ao novo homem a visão de um mundo onde o ser e humano maquine os objetos, conceituadamente tarefa humana de organização do cosmos.
O homem toma para si mesmo a tarefa divina de transformar a realidade, dominando-a, maltratando a versão tradicional de harmonia entre ele e o cosmos. O homem é o cosmo-logus dominante, e isto permitiu a mudança radical entre o mundo medieval e no novo homem, que busca a inspiração em um passado remoto greco-romano para em seguida gerar um salto giratório em avanços e tragédias nos séculos posteriores da renascença.
O homem matou Deus, coroou a si mesmo, transformou o mundo em mundo humano e criou seu totem, o super homem, o "ser machine", e agora, pela comodidade animal e idolatria humana, a seguira cegamente, muitos vivendo e morrendo em função dela, de seu aperfeiçoamento e de sua indispensabilidade.
Este é o legado das revoluções do pensar, do mecanismo, revolução francesa e industrial, duas guerras mundiais, a guerra fria e a corrida espacial. O filho do caos organizado surge. Ele e feito de chips e de microcircuitos, a eletricidade o mantem vivo juntamente com seus sacerdotes que oferecem a vida em função da sabedoria mecânica. Estes filhos do caos organizado viveram para dominar, e são frutos da terceira natureza, que nos dão passaportes para o mundos virtuais. Até quando o culto "ser machine" vai durar ? Quando narciso almoçar sua criação, e sucumbir por e com ela.
E inegável que devemos a Descartes e Galileu a subversão do período das trevas medievais para uma luz racionalista de um "cogito" de uma mecanicidade pré-científica. A visão de uma concepção mecanicista do mundo não só gerou as maquinas, como mecanizou a Ética contemporânea na forma de legislações jurídicas de formato positivista, o fato pesa mais do que as circunstâncias.
O homem toma para si mesmo a tarefa divina de transformar a realidade, dominando-a, maltratando a versão tradicional de harmonia entre ele e o cosmos. O homem é o cosmo-logus dominante, e isto permitiu a mudança radical entre o mundo medieval e no novo homem, que busca a inspiração em um passado remoto greco-romano para em seguida gerar um salto giratório em avanços e tragédias nos séculos posteriores da renascença.
O homem matou Deus, coroou a si mesmo, transformou o mundo em mundo humano e criou seu totem, o super homem, o "ser machine", e agora, pela comodidade animal e idolatria humana, a seguira cegamente, muitos vivendo e morrendo em função dela, de seu aperfeiçoamento e de sua indispensabilidade.
Este é o legado das revoluções do pensar, do mecanismo, revolução francesa e industrial, duas guerras mundiais, a guerra fria e a corrida espacial. O filho do caos organizado surge. Ele e feito de chips e de microcircuitos, a eletricidade o mantem vivo juntamente com seus sacerdotes que oferecem a vida em função da sabedoria mecânica. Estes filhos do caos organizado viveram para dominar, e são frutos da terceira natureza, que nos dão passaportes para o mundos virtuais. Até quando o culto "ser machine" vai durar ? Quando narciso almoçar sua criação, e sucumbir por e com ela.
E inegável que devemos a Descartes e Galileu a subversão do período das trevas medievais para uma luz racionalista de um "cogito" de uma mecanicidade pré-científica. A visão de uma concepção mecanicista do mundo não só gerou as maquinas, como mecanizou a Ética contemporânea na forma de legislações jurídicas de formato positivista, o fato pesa mais do que as circunstâncias.

