A revolução Constitucionalista de 1932
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Uma das primeiras e mais importantes reações contra a nova ordem política instaurada pela revolução de 1930 foi o movimento Constitucionalista de 1932, ocorrido em São Paulo. Com esse movimento, as elites paulistas, que tinham sido as maiores beneficiárias do sistema vigente na Primeira República, tentaram retomar o controle político que haviam perdido com a Revolução de 1930.
Os paulistas nunca chegaram a aceitar a nomeação de interventores para o governo do estado. Estes encontraram sempre forte oposição política. Inicialmente, São Paulo reivindicava a nomeação de um interventor que não fosse militar e que tivesse nascido em São Paulo. Isso levou o presidente Vargas a nomear para o cargo Pedro de Toledo, civil e paulista como desejavam os políticos de São Paulo.
A nomeação de Pedro de Toledo, porém, não diminuiu o descontentamento dos paulistas com o governo da República. Isso porque alguns auxiliares do novo interventor eram figuras impopulares.
Estes foram os principais fatores que provocaram a revolução de 1932 em são Paulo:
Inconformismo de setores políticos ligados aos grupos econômicos mais poderosos de São Paulo, por verem enfraquecida sua influência no governo da República.
O problema político da nomeação dos interventores.
Interesse na reconstitucionalização do regime, que resultariam na democratização do país.
Em resumo, os conspiradores de São Paulo pretendiam reconquistar o poder que haviam perdido com a revolução anterior.
O movimento revolucionário de 1932 despertou o sentimento patriótico da maior parte da [população do Estado. Mesmo em outros Estados, era grande o número de simpatizantes à causa da revolução paulista. Não foram apenas elementos das elites paulistas que tomaram parte da revolução Constitucionalista de 1932. Entre os voluntários que se apresentaram para a luta e morreram pela causa de São Paulo, encontramos, ao lado de estudantes, engenheiros, advogados e médicos, elementos que pertenciam às camadas mais humildes da população: lavradores, operários, ferroviários, motoristas, etc.
Alguns revolucionários estavam na casa dos 60 anos, os mais novos tinham apenas 15 ou 16 anos.
Os paulistas nunca chegaram a aceitar a nomeação de interventores para o governo do estado. Estes encontraram sempre forte oposição política. Inicialmente, São Paulo reivindicava a nomeação de um interventor que não fosse militar e que tivesse nascido em São Paulo. Isso levou o presidente Vargas a nomear para o cargo Pedro de Toledo, civil e paulista como desejavam os políticos de São Paulo.
A nomeação de Pedro de Toledo, porém, não diminuiu o descontentamento dos paulistas com o governo da República. Isso porque alguns auxiliares do novo interventor eram figuras impopulares.
Estes foram os principais fatores que provocaram a revolução de 1932 em são Paulo:
Inconformismo de setores políticos ligados aos grupos econômicos mais poderosos de São Paulo, por verem enfraquecida sua influência no governo da República.
O problema político da nomeação dos interventores.
Interesse na reconstitucionalização do regime, que resultariam na democratização do país.
Em resumo, os conspiradores de São Paulo pretendiam reconquistar o poder que haviam perdido com a revolução anterior.
O movimento revolucionário de 1932 despertou o sentimento patriótico da maior parte da [população do Estado. Mesmo em outros Estados, era grande o número de simpatizantes à causa da revolução paulista. Não foram apenas elementos das elites paulistas que tomaram parte da revolução Constitucionalista de 1932. Entre os voluntários que se apresentaram para a luta e morreram pela causa de São Paulo, encontramos, ao lado de estudantes, engenheiros, advogados e médicos, elementos que pertenciam às camadas mais humildes da população: lavradores, operários, ferroviários, motoristas, etc.
Alguns revolucionários estavam na casa dos 60 anos, os mais novos tinham apenas 15 ou 16 anos.

