A nova ordem mundial: a globalização e os meios de informação
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Na atualidade impera a globalização, uma nova ordem mundial que tem na informação um de seus elementos-chave e que vem transformando drasticamente a realidade de muitas culturas. As novas tecnologias de informação apresentam um vasto poder de massificar idéias, sendo que as nações poderosas valem-se do monopólio do conhecimento para melhor poder espalhar suas influências pelo planeta. Devido à constante irradiação de preceitos estrangeiros através da globalização, muitos Estados mostram-se enfraquecidos, tendo seu modo de ser e de viver sobrepujados pelos poderosos. Isso se dá principalmente pelo difícil acesso à informação enfrentado pelas nações pobres, que se vêem obrigadas a assimilar o conhecimento disponibilizado pelos patrocinadores da globalização. Percebe-se a necessidade de se questionar mais profundamente a validade dos processos de globalização e da Sociedade da Informação, ressaltando a necessidade do Estado continuar cumprindo com suas funções tradicionais, dentre elas a de proteger a pluralidade cultural dos povos.
Vivemos em uma sociedade bastante desigual, onde se verifica um profundo abismo separando os mais ricos dos mais pobres. De igual forma, o acesso aos meios de informação e de formação pessoal é muito desproporcional, sendo que as classes mais privilegiadas conseguem manipular os fatos a seu favor, valendo-se de elementos tais como poder e prestígio de acordo com seus interesses pessoais. Porém, esta situação nem sempre é claramente percebida pelas pessoas, sendo que, segundo Quéau (1998, p. 198): "[...] a maioria esmagadora não vive, não compreende e menos ainda se beneficia da globalização, embora esteja de fato sofrendo suas conseqüências e seja direta ou indiretamente afetada por ela de modo efetivo e profundo".
Contextualizado com este processo, o estudo sobre a informação em tempos de globalização faz uma abordagem sobre o acesso das pessoas aos meios de informação, a desigualdade de oportunidades e o processo de globalização dos meios de comunicação. Além disso, procura chamar a atenção para as armadilhas do mundo atual (globalização, neoliberalismo, monopólio da informação, etc), através das quais as nações poderosas colonizam as mais fracas, impondo suas ideologias, culturas e valores, enquanto apropriam-se selvagemente das últimas riquezas do Terceiro Mundo.
As novas tecnologias de informação e comunicação interferem em todos os aspectos da nossa sociedade e também a nível global, criando um processo acelerado de massificação de idéias e interesses coletivos, onde o bem comum nem sempre é prioridade. Conforme Quéau (1998, p. 199): "[...] de fato, as globalizações tecnológicas e econômicas estão interligadas e afetam todos os países, direta ou indiretamente". Trata-se, então, de um fenômeno mundial que vem alastrando-se assustadoramente há cerca de duas décadas, fazendo surgir uma nova espécie de colonialismo.
Nesta nova ordem, em quase todas as sociedades, as necessidades e preferências dos ricos e poderosos são as mais respeitadas, sendo prontamente concretizadas pelas autoridades locais. Em contra-partida, os interesses pelo bem comum e pela coletividade não prevalecem, o que vem a favorecer apenas a uma pequena parcela da população, justamente aquela que já é privilegiada e que detém o controle da informação. Inclusive, a informação revela-se uma poderosa arma a serviço da globalização, pois é formadora de opinião e pode ser manipulada de acordo com os objetivos e interesses dos mais poderosos, propagando suas idéias e anseios através da sutil manipulação dos meios de comunicação.
Vivemos em uma sociedade bastante desigual, onde se verifica um profundo abismo separando os mais ricos dos mais pobres. De igual forma, o acesso aos meios de informação e de formação pessoal é muito desproporcional, sendo que as classes mais privilegiadas conseguem manipular os fatos a seu favor, valendo-se de elementos tais como poder e prestígio de acordo com seus interesses pessoais. Porém, esta situação nem sempre é claramente percebida pelas pessoas, sendo que, segundo Quéau (1998, p. 198): "[...] a maioria esmagadora não vive, não compreende e menos ainda se beneficia da globalização, embora esteja de fato sofrendo suas conseqüências e seja direta ou indiretamente afetada por ela de modo efetivo e profundo".
Contextualizado com este processo, o estudo sobre a informação em tempos de globalização faz uma abordagem sobre o acesso das pessoas aos meios de informação, a desigualdade de oportunidades e o processo de globalização dos meios de comunicação. Além disso, procura chamar a atenção para as armadilhas do mundo atual (globalização, neoliberalismo, monopólio da informação, etc), através das quais as nações poderosas colonizam as mais fracas, impondo suas ideologias, culturas e valores, enquanto apropriam-se selvagemente das últimas riquezas do Terceiro Mundo.
As novas tecnologias de informação e comunicação interferem em todos os aspectos da nossa sociedade e também a nível global, criando um processo acelerado de massificação de idéias e interesses coletivos, onde o bem comum nem sempre é prioridade. Conforme Quéau (1998, p. 199): "[...] de fato, as globalizações tecnológicas e econômicas estão interligadas e afetam todos os países, direta ou indiretamente". Trata-se, então, de um fenômeno mundial que vem alastrando-se assustadoramente há cerca de duas décadas, fazendo surgir uma nova espécie de colonialismo.
Nesta nova ordem, em quase todas as sociedades, as necessidades e preferências dos ricos e poderosos são as mais respeitadas, sendo prontamente concretizadas pelas autoridades locais. Em contra-partida, os interesses pelo bem comum e pela coletividade não prevalecem, o que vem a favorecer apenas a uma pequena parcela da população, justamente aquela que já é privilegiada e que detém o controle da informação. Inclusive, a informação revela-se uma poderosa arma a serviço da globalização, pois é formadora de opinião e pode ser manipulada de acordo com os objetivos e interesses dos mais poderosos, propagando suas idéias e anseios através da sutil manipulação dos meios de comunicação.

